segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

COMO SERÁ O AMANHÃ.... >>Trabalho infantil no governo do coiso...

UM ATO PELA PAZ >> Hoje comora-se o Dia Nacional da Tolerância Inter-Reglligiosa

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O PERIGO DA LIBERAÇÃO DA POSSE DE ARMAS >> RN registrou mais de 14 mil homicídios por arma de fogo em 10 anos


Especialistas na área de Segurança Pública são categóricos ao afirmar que a permissão dada pelo Estado brasileiro para que um cidadão tenha uma arma em casa, conforme decreto assinado nesta terça-feira (15) pelo presidente Jair Bolsonaro, deve aumentar os índices de violência no país.

Na autorização assinada por Bolsonaro, cidadãos brasileiros com mais de 25 anos poderão comprar até quatro armas de fogo para guardar em casa. O texto regulamenta o registro, a posse e a comercialização de armas de fogo e munição no país, uma das principais promessas de campanha do presidente.

No Rio Grande do Norte, proporcionalmente um dos estados mais violentos do país, nos últimos 10 anos foram 15.366 assassinatos registrados no Estado, aproximadamente 90% dos crimes foram cometidos com arma de fogo. O destaque negativo é para o ano de 2017, quando 2.408 pessoas foram assassinadas, o recorde num único ano.

Os números foram levantados pelo Observatório da Violência (Obvio) que cataloga desde 2011, mas possui uma base de dados a partir de 2003 com dados das mortes violentas no Rio Grande do Norte.

Diretor do Obvio e coordenador de Informática e Estatística da secretaria de Estado de Segurança Pública, Ivênio Hermes chama a atenção para a ausência, entre os critérios, do curso básico de tiros. Ele também acredita que a permissão para a posse será um atrativo a mais também para o criminoso:

– O problema da falta de segurança dificilmente será resolvido com a liberação de armas para a população. Primeiro porque a maioria esmagadora dos estudos sobre o tema aponta que não existe relação entre a posse e a segurança efetiva. Nesse ponto, o decreto pode aumentar a sensação de segurança para aqueles que vierem a possuí-la, contudo, por outro lado, pode aumentar a vulnerabilidade, haja vista que se tornará um atrativo a mais para o criminoso que quiser acesso às armas”, analisou.


O especialista chama a atenção ainda para a inviabilidade financeira da posse por cidadãos que não têm dinheiro para comprar sua arma:

– Outro grande problema que poderemos ter é a geração de mais uma divisão entre os brasileiros: aqueles que podem e aqueles que não podem ter armas, afinal de contas, com o brasileiro ganhando um salário mínimo tão baixo, a flexibilização somente privilegiará quem puder dispor de uma média de R$ 4 mil para ter uma arma.

Em 4 de janeiro, antes da solenidade de posse dos secretários de Estado, a agência Saiba Mais questionou o secretário de Segurança Pública Francisco Canindé Araújo sobre a possibilidade da edição do decreto que permite a posse de arma no país. No entanto, ele afirmou que não se estenderia na parte política:

– Eu não posso me estender na parte política. A minha parte é da execução da atividade de polícia. O ordenamento jurídico que for instituído pelos poderes nós iremos cumprir, assim como a legislação que está em vigor. 

Com informações da agência Brasil

MOVIMENTO SINDICAL E SOCIEDADE >> Relação do movimento sindical com os poderes

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Se as medidas adotadas na gestão Michel Temer já tiveram o condão de reduzir a capacidade de mobilização e representatividade dos trabalhadores e do movimento sindical, no governo Jair Bolsonaro (PSL) a situação tende a se agravar, especialmente porque o presidente eleito é claramente contrário aos direitos trabalhista e à Justiça do Trabalho.
Por Neuriberg Dias*
movimento sindical — como representante legítimo dos interesses dos assalariados do setor privado, servidores, aposentados e pensionistas e da sociedade, de forma geral — terá que mudar sua forma de relação com os poderes da República: o Executivo, Legislativo e Judiciário.
Com o Poder Executivo, desde a redemocratização do País, o sindicalismo sempre manteve interlocução e até participação institucional nos órgãos e ministérios cujas atribuições e competências se destinam à construção de políticas públicas para o Mundo do Trabalho.
Entretanto, desde que Michel Temer (MDB) assumiu a Presidência da República, em 2016, após processo de impeachment suspeito, essa relação mudou, não apenas com a diminuição drástica dessa interlocução do governo com os trabalhadores, mas também por conta da grave retirada de direitos.
O governo Temer, nesse diapasão, não apenas extinguiu o Ministério da Previdência Social, transferindo suas atribuições para o Ministério da Fazenda, e agora sob o novo governo foi incorporado ao Ministério da Economia, como propôs e aprovou a terceirização generalizada e a Reforma Trabalhista. Essas 2 leis representam, de um lado, o desmonte do Direito do Trabalho, e, de outro, a asfixia financeiro do movimento sindical, o qual compete defender os direitos e interesses dos trabalhadores.
Se as medidas adotadas na gestão Michel Temer já tiveram o condão de reduzir a capacidade de mobilização e representatividade dos trabalhadores e do movimento sindical, no governo Jair Bolsonaro (PSL) a situação tende a se agravar, especialmente porque o presidente eleito é claramente contrário aos direitos trabalhista e à Justiça do Trabalho.
As primeiras medidas do governo Bolsonaro confirmam essa suspeita, não apenas pela retórica antitrabalhador e antissindical do presidente, mas pelas ações, tanto na edição da MP 870, que extingue o Ministério do Trabalho, quanto a designação de equipe totalmente vinculada e/ou capturada pelo mercado.
Na relação com o Poder Legislativo, que tem a função de elaborar leis e mediar e representar os interesses da sociedade, também sofreu abalo. A bancada sindical, que tem a função principal de dar sustentação e fazer a defesa dos direitos e interesses dos trabalhadores, além de intermediar demandas e mediar conflitos com o governo e/ou empregadores, perdeu espaço no Parlamento nas últimas duas eleições, caindo para menos da metade.
A redução da bancada sindical, que caiu de 51 membros, em 2014, para 40, em 2019, é preocupante, uma vez que seu papel vai além das fronteiras parlamentares, ajudando na organização da resistência às reformas que agridem direitos trabalhistas e previdenciários dos assalariados, urbanos e rurais.
O novo Congresso Nacional, segundo levantamento do DIAP, será mais liberal na economia, mais conservador nos costumes e mais atrasado em relação aos direitos humanos e ao meio ambiente do que o atual. Além disto, está organizado em torno de bancadas informais — como a evangélica, a da segurança/bala e a ruralista — constituindo-se, assim, no Congresso mais conservador desde a redemocratização, em 1985.
No Poder Judiciário, cuja função é aplicar e fiscalizar a aplicação das leis, a situação não será diferente. No caso da Justiça do Trabalho, única aliada do trabalhador, além de ter perdido poder e prerrogativa, não apenas tem perdido recursos como tem sido ameaçada de extinção.
No Supremo Tribunal Federal (STF), os julgamento não tem sido favoráveis aos trabalhadores. Decisões recentes mostram a postura da Corte em relação à regulamentação da terceirização e o imposto sindical, ambos temas aprovados pelo Congresso Nacional e declarados constitucionais pela maioria dos ministros da Corte.
O movimento sindical, como expressão de representação e organização dos trabalhadores, constitui-se, com a imprensa e os partidos políticos, num dos principais pilares da democracia. Entretanto, os governos Temer e Bolsonaro, cujo segundo é continuidade do primeiro, tem atacado o movimento sindical em suas prerrogativas e em suas formas de sustentação, num movimento claramente em favor do setor empresarial. Os trabalhadores precisam fortalecer o movimento sindical, porque dificilmente poderá contar com a boa-vontade do governo.
(*) Jornalista e analista político do Diap
 Fonte: Agência DIAP  

EM NATAL >> Evento fará defesa da “Justiça do Trabalho”

A Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN), por meio da Comissão de Advogados Trabalhistas da OAB/RN, convoca os advogados e toda sociedade para participarem na segunda-feira (21), às 15h30, na OAB/RN, de audiência pública em defesa da Justiça do Trabalho.
O evento pretende colher opiniões dos diversos setores ligados a justiça trabalhista, bem como discutir a importância da Justiça do Trabalho para população e os impactos de seu eventual fim.
No dia de 4 janeiro, a OAB/RN emitiu uma nota defendendo a permanência  da Justiça do Trabalho após declarações do Presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), apontando para o fim da instituição.
A audiência pública tem como organizadores a Ordem dos Advogados do Brasil no Rio Grande do Norte (OAB/RN), Associação Norteriograndense dos Advogados Trabalhistas (ANATRA), Associação dos Magistrados do Trabalho da 21ª região (AMATRA21), Sindicato dos Trabalhadores do Poder Judiciário Federal no Rio Grande do Norte (SINTRAJURN), Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (ABRAT).
Fonte: Blog de Carlos Santos

domingo, 20 de janeiro de 2019

ESSE É O GOVERNO DO COISO... De violência, de incompetentes, de bandidos e corruptos...

"PROGRESSO" X MEIO AMBIENTE >> As chuvas chegando e a ilustração nos mostra de forma bem didática o motivo de vários alagamentos...

CULTURA, ARTE E CIDADANIA >> Africores: Grafite une artistas e a comunidade da África na Redinha

Grafiteiros de pelo menos quatro estados do Nordeste realizam uma imersão na comunidade da África, no bairro da Redinha, durante o Africores: I Encontro de Grafiteiros. O evento começa nesta sexta-feira (18) e segue até domingo (20) em parceria com os moradores, que disponibilizarão os muros de suas casas para que os artistas exponham seus trabalhos.

A iniciativa é do Movimento Cultural Nossos Valores e tem o apoio da secretaria municipal de Cultura.

Coordenador do Nossos Valores, Miguel Carcará conta que a comunidade da África está empolgada com o evento:

– O pessoal abraçou o Africores, muitos pediram pra gente grafitar as casas deles. A ideia sempre foi essa: interagir com a comunidade, levando o grafite e muita cultura hip hop, nossa cultura real. Virão artistas de Fortaleza, Paraíba e de Pernambuco.

A Redinha é o primeiro bairro da Zona Norte de Natal após a descida da ponte Newton Navarro, um dos ícones das artes visuais da cidade. Além dos grafites que ficarão expostos nos muros das casas, haverá uma intensa programação de música e dança durante o evento.

Na sexta-feira (18) as atividades começam às 9h com os trabalhos de pintura em muros e residências da comunidade da África. À tarde (15h30), tem aulas de Cypher Break na frente da sede do Movimento Nossos Valores. Cypher é a reunião de MCs (grupos ou artistas solos), para rimas inéditas e com uma conexão de palavras mais complexas, com um DJ responsável pelo beat. É algo que se aproxima mais do freestyle do que do rap elaborado e construído sobre uma batida produzida em estúdio.

No sábado (19), a partir das 9h, segue a execução das pinturas de graffiti sob coordenação de Carcará e voluntários pelo bairro. À tarde (15h às 19h) tem Sound System, com Monte Sião. Sound System é o movimento cultural que surgiu nas periferias jamaicanas e veio se difundindo em outras comunidades. É um conjunto de caixas de som e amplificadores empilhados, formando um paredão.

No domingo (20) tem o encerramento dos trabalhos externos de graffiti e à tarde (15h) shows de Feuz, Mateus (MTH), Chico Bomba, Carcará na Viagem, Vira Mundo e Luanda Luz.

ALERTA >> OMS lista as 10 principais ameaças para a saúde em 2019


Surtos de doenças preveníveis por vacinação, altas taxas de obesidade infantil e sedentarismo, além de impactos à saúde causados pela poluição, pelas mudanças climáticas e pelas crises humanitárias.
Estes são alguns dos itens que integram a lista das 10 principais ameaças à saúde global em 2019, divulgada nesta semana pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A entidade pretende colocar em prática um novo plano estratégico, com duração de cinco anos, com o objetivo de garantir que 1 bilhão de pessoas a mais se beneficiem do acesso à saúde e da cobertura universal de saúde; estejam protegidas de emergências de saúde; 1 bilhão desfrutem de melhor saúde e bem-estar.
De acordo com a OMS, são as seguintes as questões que vão demandar mais atenção da organização e de seus parceiros neste ano:

Poluição do ar e mudanças climáticas
A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que nove em cada 10 pessoas respiram ar poluído todos os dias. Poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando pulmões, coração e cérebro, o que resulta na morte prematura de 7 milhões de pessoas todos os anos por enfermidades como câncer, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares e pulmonares.

Doenças crônicas não transmissíveis
Dados da entidade mostram que doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de pessoas. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente (entre 30 e 69 anos), sendo que mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda.

Pandemia de influenza
O mundo enfrentará outra pandemia de influenza – a única coisa que ainda não se sabe é quando chegará e o quão grave será. O alerta é da própria OMS, que diz monitorar constantemente a circulação dos vírus para detectar possíveis cepas pandêmicas.

Cenários de fragilidade e vulnerabilidade
A entidade destacou que mais de 1,6 bilhão de pessoas – 22% da população mundial – vivem em locais com crises prolongadas (uma combinação de fatores como seca, fome, conflitos e deslocamento populacional) e serviços de saúde mais frágeis. Nesses cenários, metade das principais metas de desenvolvimento sustentável, incluindo saúde infantil e materna, permanece não atendida.

Resistência antimicrobiana
A resistência antimicrobiana – capacidade de bactérias, parasitos, vírus e fungos resistirem a medicamentos como antibióticos e antivirais – ameaça, segundo a OMS, mandar a humanidade de volta a uma época em que não conseguia tratar facilmente infecções como pneumonia, tuberculose, gonorreia e salmonelose. “A incapacidade de prevenir infecções pode comprometer seriamente cirurgias e procedimentos como a quimioterapia”, alertou.

Ebola
No ano passado, a República Democrática do Congo passou por dois surtos de ebola, que se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em zona de conflito ativo. Em dezembro, representantes dos setores de saúde pública, saúde animal, transporte e turismo pediram à OMS e seus parceiros que considerem 2019 um “ano de ação sobre a preparação para emergências de saúde”.

Atenção primária
Sistemas de saúde com atenção primária forte são classificados pela entidade como necessários para se alcançar a cobertura universal de saúde. No entanto, muitos países não têm instalações de atenção primária de saúde adequadas. Em outubro de 2018, todos os países-membro se comprometeram a renovar seu compromisso com a atenção primária de saúde, oficializado na declaração de Alma-Ata em 1978.

Vacinação
Segundo a OMS, a relutância ou a recusa para vacinar, apesar da disponibilidade da dose, ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por imunização. O sarampo, por exemplo, teve aumento de 30% nos casos em todo o mundo. “[A vacina] é uma das formas mais custo-efetivas para evitar doenças – atualmente, previnem-se cerca de 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano”, diz a OMS. Além disso, 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinação tivesse maior alcance.

Dengue
Um grande número de casos de dengue é comumente registrado durante estações chuvosas de países como Bangladesh e Índia. Dados da OMS mostram que, atualmente, os casos vêm aumentando significativamente e que a doença já se espalha para países menos tropicais e mais temperados, como o Nepal. A estimativa é que 40% de todo o mundo esteja em risco de contrair o vírus – cerca de 390 milhões de infecções por ano.

HIV
De acordo com a entidade, apesar dos progressos, a epidemia de Aids continua a se alastrar pelo mundo, com quase 1 milhão de pessoas morrendo por HIV/aids a cada ano. Desde o início, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões morreram. Atualmente, cerca de 37 milhões vivem com HIV no mundo. Um grupo cada vez mais afetado são as adolescentes e as mulheres jovens (entre 15 e 24 anos), que representam uma em cada quatro infecções por HIV na África Subsaariana.


Veja os melhores filmes de 2018 eleitos por críticos de cinema do RN

Por Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte

Veja os melhores filmes de 2018 eleitos por críticos de cinema do RNA partir de uma lista com todos os títulos que estrearam comercialmente nos cinemas do Rio Grande do Norte, seja em sessões especiais ou por meio das estreias semanais, decide-se quais foram os Melhores do Ano para a Associação de Críticos de Cinema do Rio Grande do Norte (ACCiRN).
A votação, que ocorre no meio do mês de dezembro, leva em conta todos os filmes que estrearam em tal circuito até as duas primeiras semanas do último mês do ano. Sendo assim, todos os filmes que estreiam após esse limite automaticamente entram para a votação do ano seguinte.
A exceção é a categoria potiguar: Nela, concorrem todos os filmes que estrearam em festivais e mostras dentro do RN.
Por outro lado, como os dois últimos festivais do ano acontecem em meados do mês de novembro e são mais distantes da capital, impossibilitando o visionamento de parte dos membros da ACCiRN (sendo esses a Mostra de Cinema de Gostoso e o Festival Internacional de Cinema de Baía Formosa), os curtas selecionados para tais podem concorrer também no ano seguinte, contanto que sejam selecionados para outros festivais dentro do estado.
A lista poderia ser muito maior, especialmente nas duas categorias de longas-metragens, mas é necessário colocar em votação apenas os filmes que estrearam nos cinemas do RN, mesmo que com uma breve passagem.
Como nosso estado não é circuito, ainda, para muitos bons filmes, acaba que uma lista inicial que poderia ter quase mil filmes não chega a ter mais que duas centenas. Isso se reflete especialmente na categoria nacional, pois filmes como As Boas Maneiras, O Animal Cordial, Tinta Bruta… e tantos outros não estrearam em nossos cinemas, deixando a fase final da votação com apenas nove títulos.

Como é realizada a votação?

São três categorias: Melhor Filme, Melhor Filme Nacional e Melhor Filme Potiguar (curta-metragem).
Em uma primeira fase, todos os membros da ACCiRN votam em todos os filmes que acham merecedores, sem limite. Na sequência, os 10 mais votados de cada categoria passam para a segunda fase. Nessa ocasião, cada membro vota obrigatoriamente em três filmes: os três que acham os melhores de cada categoria. Dessa votação saem os vencedores. Havendo empate, faz-se uma nova votação com os empatados e cada um pode votar em somente um filme.
Assim, em 2018, nós da ACCiRN damos início aos Melhores do Ano, divulgando a lista de 2018 com os vencedores, sendo os outros nove finalistas (infelizmente apenas oito no caso de Melhor Filme Nacional) listados na sequência em ordem alfabética. Aqueles vencedores com críticas escritas por membros da ACCiRN têm, em seus títulos, links para as leituras. Basta clicar.

MELHOR FILME de 2018

Três Anúncios para um Crime
A Forma da Água
Lady Bird: A Hora de Voar
Um Lugar Silencioso
Me Chame pelo seu Nome
Nasce uma Estrela
Pantera Negra
O Primeiro Homem
Projeto Flórida
Viva – A Vida é uma Festa

MELHOR FILME NACIONAL de 2018

O Processo
10 Segundos para Vencer
Arábia
Benzinho
Café
Ferrugem
O Grande Circo Místico
A Mata Negra
Unicórnio

MELHOR FILME POTIGUAR (CURTA-METRAGEM) de 2018

Leningrado, Linha 41 (de Dênia Cruz)
Catarro (de Paulo Dumaresq)
Enquanto o Sol se Põe (de Marcia Lohss)
Imaterial (de Davi Revoredo)
Maria e o Espelho da Quase Memória (de Sihan Felix)
Nada Foi em Vão (de Sihan Felix)
No Fim de Tudo (de Victor Ciriaco)
P’s (de Lourival Andrade)
Respeitável Público (de Nathalie Alves)
Verde Limão (de Henrique Arruda)

MULHERES EM LUTA CONTRA O FASCISMO >> Marcha das Mulheres reúne milhares pelo mundo

Resultado de imagem para Marcha das Mulheres reúne milhares pelo mundoMilhares de mulheres foram às ruas neste sábado (19) em várias cidades da Europa e dos Estados Unidos (EUA) pedir igualdade de direitos e protestar contra a política do presidente norte-americano, Donald Trump. As manifestações marcaram o aniversário da primeira Marcha das Mulheres, que reuniu 3 milhões de pessoas um dia após a posse do republicano em janeiro de 2017.
Na Europa, a Marcha das Mulheres foi realizada em Berlim, Roma, Viena e Londres, onde a concentração ocorreu no centro da cidade. Em Berlim, o protesto coincidiu com o centenário da introdução do voto feminino, que foi possível pela primeira vez em 19 de janeiro de 1919.
Em Nova York, as mulheres se reuniram próximo à ponte do Brooklyn. Em Washington, a concentração ocorreu na Praça da Liberdade, de onde as manifestantes partiram para o Hotel Trump Internacional.
"Não gosto da direção em que nosso país está indo e acho que podemos fazer bem melhor", afirmou Sarah Sportman, de 40 anos, que foi à capital americana para protestar contra a política de Trump e em defesa da proteção ambiental e dos direitos de imigrantes.
As ativistas também disseram que o ato é uma chance de comemorar a vitória nas eleições de 2018, quando o número de mulheres eleitas para o Congresso americano bateu recorde, 131.
A primeira Marcha das Mulheres foi realizada em 2017, no dia seguinte à posse de Trump, e foi considerado o maior protesto em Washington desde a guerra do Vietnã. Neste ano, as organizadoras estimam que o evento reúna 500 mil pessoas.
O movimento, porém, foi dividido depois de controvérsias envolvendo as organizadoras. Uma das fundadoras acusou quatro líderes do grupo de antissemitismo. Elas negam as acusações. Após a divisão, em Nova York e Washington, lideranças judaicas realizaram marchas paralelas à original.
*Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

CAPACITAÇÃO >> Assembleia Legislativa realizou seminário com deputados reeleitos, eleitos para o primeiro mandato e assessores

AssembleiaA Assembleia Legislativa promoveu seminário abordando temas como gestão financeira e orçamentária, gestão de pessoal e exposição sobre a comunicação. Participaram do evento deputados reeleitos, os deputados eleitos para o primeiro mandato, assessores e demais funcionários da casa.

A finalidade do evento foi aperfeiçoar o trabalho do legislativo estadual por meio de exposições didáticas sobre os diversos setores da casa. O objetivo é atualizar e fornecer informações aos participantes sobre o funcionamento da casa, estrutura administrativa e financeira, tramitação de proposições legislativas, normas vigentes e prioritárias, além da gestão de pessoal e orçamentária.
Sobre a gestão financeira, o Diretor Geral da assembleia, Augusto Viveiros, destacou o planejamento financeiro como estratégia para redução de custos. “Financeiramente, a assembleia consegue trabalhar com economicidade. A redução de custos, principalmente, com o setor pessoal permite ficar abaixo do limite prudencial e abaixo do alerta, ” disse o diretor.
O evento também contou com palestra sobre prestação de contas e verbas de gabinete, ministrada por Letícia Costa Queiroz, diretora do setor, além de exposição sobre gestão de recursos humanos, apresentada pelo coordenador de gestão de pessoal, Tiago Cortes.
De acordo com Leticia Costa, cada deputado é responsável pela administração do seu gabinete e deve tomar todos os cuidados com a destinação dos recursos. “ Todos tem acesso ao sistema de informações, de modo que, há muita transparência quanto a prestação de contas desses recursos, portanto, estamos à disposição para orientação quanto aos gastos com a atividade parlamentar do deputado, “ explicou Leticia.
No que se refere as políticas complementares da assembleia, o diretor Ricardo Fonseca destacou os programas abertos a população com enfoque para a área da saúde que dispõe de oito especialidades médicas para atendimento, além do trabalho em qualidade de vida destinado aos servidores.

sábado, 19 de janeiro de 2019

REMATRÍCULA >> IFRN Campus Lajes abre período de rematrícula para alunos


Campus Lajes abre período de rematrícula para alunos

Alunos dos cursos de Administração e Informática, nas modalidades de oferta integrada e subsequente, poderão a partir dessa sexta-feira matricular-se nas disciplinas que serão ofertadas em 2019, renovando seu vínculo com a instituição.

Entre 18 de janeiro e 04 de fevereiro de 2019, os discentes deverão acessar o SUAP, através de seu login e senha padrões, efetuando a matrícula na turma e/ou nas disciplinas de dependências que cursará no seu turno regular de aulas, de acordo com seu resultado em 2018.

A Secretaria Acadêmica do Campus Avançado Lajes destaca que "o período de rematrículas é fundamental para que o aluno reafirme o vínculo com a instituição e possa dar continuidade, de forma planejada, a sua formação".

Para efetuar sua rematrícula basta acessar o Suap e nas notificações haverá a opção de “Fazer sua matrícula online”. Após esse procedimento será aberta a lista de disciplinas disponíveis para matrícula do discente.

É importante salientar que a rematrícula, como o nome do procedimento sugere, não se aplica aos alunos ingressantes na instituição no primeiro ano em 2019. Para os alunos ingressantes a matrícula é obrigatoriamente feita presencialmente no campus.

Então, se você é aluno matriculado nas modalidades de ensino técnico integrado e técnico subsequente, não deixe de efetuar sua rematrícula até 04 de fevereiro de 2019.

Clique aqui para ver o passo a passo


Fonte: http://portal.ifrn.edu.br/campus/lajes/noticias/campus-lajes-abre-periodo-de-rematricula-para-alunos-2

UM ESTADO MAIS FORTE >> Governo descarta a privatização de estatais, diz Antenor Roberto


O vice-governador do Rio Grande do Norte, Antenor Roberto (PC do B), descartou a realização, a curto prazo, de abertura de processo de privatização de empresas estatais.
“Nosso programa [de Governo] não consta a questão de privatização. Já tomamos providências com relação às despesas”, disse Antenor Roberto, durante entrevista ao programa “Jornal Agora”, da rádio Agora FM (97,9), que é apresentado pelos jornalistas Alex Viana e Ana Karina Castro.
A proposta de venda ativos e privatização de empresas públicas foi uma recomendação da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), através do ministro da Economia, Paulo Guedes, para que os Estados – que enfrentam hoje grave crise econômica – possam se enquadrar nas regras do Regime de Recuperação Fiscal.
Ele cita como a principal medida de contenção de gastos públicos a decretação do “Estado de Calamidade Financeira”, anunciado no último dia 2 de janeiro. Além disso, a atual gestão reduziu o horário de expediente dos órgãos estaduais, bem como está analisando os valores dos atuais contratos governamentais.
Ainda de acordo com Antenor Roberto, mesmo que o atual governo do Estado deflagre programa de venda de ativos, a privatização da Companhia de Abastecimento e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) está descartada. “Poderemos colocar terrenos para leilão. Mas para algumas empresas, como a Caern, não há qualquer possibilidade de privatização, em razão da sua função social”, encerra.

DESGOVERNO DO COISO >> Uma triste constatação, demonstra o caos social para onde estamos caminhando...


PREVISÃO >> Semiárido potiguar deve ter volume de chuva na média a acima da média, no período chuvoso de 2019

Os meses de fevereiro, março e abril, devem ter volume de chuva com valores na média a acima da média para o trimestre, que é o período mais chuvoso no semiárido potiguar. A conclusão foi divulgada no fim da manhã de hoje, durante o encerramento da Reunião Climática, realizada pela Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme), em Fortaleza/CE. Meteorologistas dos centros de previsão climática do Nordeste, do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), passaram dois dias reunidos discutindo as condições oceânicas e atmosféricas para os próximos meses e fazendo a análise dos parâmetros meteorológicos, para fazer a previsão climática do próximo trimestre.
De acordo com Gilmar Bristot, meteorologista da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn), a análise dos campos atmosféricos e oceânicos de grande escala (vento em superfície e em altitude, pressão ao nível do mar, temperatura da superfície do mar, entre outros), e dos resultados de modelos numéricos globais e regionais e de modelos estatísticos de diversas instituições de meteorologia do Brasil (FUNCEME, INMET, CPTEC/INPE) e do exterior indicam que o prognóstico climático para o período de fevereiro, março e abril de 2019 no Rio Grande do Norte é de chuvas de Normal a Acima do Normal
As últimas análises mostram que no Oceano Pacífico equatorial, o Fenômeno El Niño continua atuando, mas com intensidade fraca e ocupando a faixa equatorial desse oceano. A permanência dessa condição vem ocorrendo de acordo com os resultados dos modelos de previsão de anomalia de TSM, e projetam que essa condição permanecerá nos próximos meses. Já o Oceano Atlântico vem apresentando aquecimento na faixa equatorial, desde o litoral do Nordeste Brasileiro até a costa do Continente Africano, resfriamento nas águas superficial no setor norte e aquecimento no setor sul.
Essa mudança termodinâmica no comportamento do Oceano Atlântico favoreceu o deslocamento da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT-Principal Sistema meteorológico causador das chuvas no Norte do Nordeste no período de fevereiro a maio), para posições mais ao sul da Linha do Equador, o que já tem contribuído para a ocorrência de chuvas sobre a Região Nordeste durante janeiro de 2019.
Situação bem clara aqui no Rio Grande do Norte, onde o monitoramento de chuvas realizado diariamente pela Emparn, já mostra que neste mês de janeiro, até hoje (18/01) já são 71 municípios com o volume acumulado que fica na média a acima da média para o mês (mapa abaixo). Lembrando que o mês de dezembro de 2018, foi o mais chuvoso dos últimos anos, e ano de 2018 foi também foi o mais chuvoso dos últimos sete anos, quando tivemos 6 anos seguidos de seca.
Assecom/Emparn