quarta-feira, 7 de setembro de 2016

LBV participa das celebrações da Semana da Pátria


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Como ocorre todos os anos, a Legião da Boa Vontade (LBV) participará das comemorações da Semana da Pátria, em homenagem ao Dia da Independência do Brasil (7/9). 

Em dezenas de cidades brasileiras, ao lado do povo, a Instituição expressa o sentimento de patriotismo, com o engajamento em atos cívicos e a realização de várias ações.

Na capital potiguar, crianças, adolescentes, jovens, adultos, idosos e famílias, além de voluntários, formarão os pelotões que abrilhantarão a abertura do desfile, na Praça Cívica, na manhã desta quarta-feira (7).

Para outras informações sobre a presença da LBV nas comemorações da Semana da Pátria, basta acessar o site www.lbv.org/blog.

terça-feira, 6 de setembro de 2016

POLÍTICA EM LAJES >> Hoje terá movimentação política de Marcão e Gilmar

LITERATURA >> Lajes se prepara para a 2ª edição do Flilajes


Pela segunda vez a cidade de Lajes se prepara para a realização de seu Festival Literário (Flilajes), evento que tem por objetivo estimular o hábito da leitura, valorizando a história local e seus personagens. 

Esse será um momento bastante rico em que a comunidade terá oportunidade para prestigiar várias atividades voltadas para a produção escrita, debates, oficinas e exposições cinematográfica sobre a cultura de nosso município.

Bancários entram em greve por tempo indeterminado

A greve, que será realizada em todo o território nacional, terá as condições definidas em assembleia a ser realizada hoje (5) em Brasília.Bancários de todo o país entram em greve nesta terça-feira (6), depois de rejeitar a proposta oferecida pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban). As reivindicações incluem reajuste salarial, reposição inflacionária de 5%, antecipação e reajuste na participação dos lucros, aumento do piso salarial, aumento do vale-alimentação, melhores condições de trabalho e plano de carreira. A greve, que será realizada em todo o território nacional, terá as condições definidas em assembleia a ser realizada hoje (5) em Brasília.
Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito, Lourenço Prado, o movimento tem prazo indeterminado e não prejudicará a população. “A greve é nacional e com prazo indeterminado, porém os caixas vão continuar funcionando e os correspondentes bancários também funcionam normalmente. A população não será afetada, os clientes especiais poderão ser atendidos conforme acordo com o sindicato. Não queremos trazer prejuízo à população, só vamos reivindicar nossos direitos. “
Prado disse ainda que a proposta apresentada está abaixo da inflação do período, que é de 9,57%. O pedido da categoria é de pelo menos 5% de aumento real. “Nossa reivindicação é de pelo menos 15% de reajuste salarial. O que eles oferecem é 2,8% abaixo da inflação do período”, disse.
A proposta da Fenaban, rejeitada pela categoria, é de reajuste de 6,5% (para uma inflação de 9,57%) e abono de R$ 3 mil, que não incide sobre os salários, nem sobre o FGTS, as férias ou o décimo terceiro.

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A Comunidade Católica de Lajes em festa

No dia de hoje a comunidade católica de Lajes, se reunirá para celebrar mais um aniversário de nosso Pároco José Roberto da Rocha. 

A você Padre Zezinho, os nossos parabéns e o desejo de muita paz, saúde e felicidades e que essa data venha a se repetir por muitos e muitos anos.


Artigo: O pior ainda está por vir - Por Fátima Bezerra.


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No último dia 31 de agosto de 2016 foi escrita mais uma página infeliz de nossa história. Uma mulher íntegra e honesta foi condenada por um parlamento integrado por vários políticos envolvidos em escândalos de corrupção. A democracia foi suprimida através de um golpe parlamentar, um projeto de nação inclusivo e solidário foi interditado em benefício da austeridade e da retirada de direitos.
A farsa ficou tão explícita que os novos algozes da democracia, constrangidos diante das lentes da imprensa internacional, não tiveram sequer coragem de inabilitar a presidenta Dilma para o exercício de função pública durante oito anos, contentaram-se com o assalto ao poder.
A Constituição exige, para o impedimento de um presidente da República, a comprovação de que o presidente cometeu um grave atentado contra a Constituição, caracterizado como sendo um crime de responsabilidade. Ao não aprovarem a inabilitação da presidenta Dilma para função pública, os golpistas reconheceram que não houve atentado contra a Constituição, que não houve crime de responsabilidade, que tudo não passou de um pretexto para interromper o mandato da presidenta democraticamente eleita e transferir o comando da nação ao bando do Sr. Eduardo Cunha, ao grupo dos traidores, conspiradores e dos derrotados com a quarta derrota consecutiva nas urnas.
Houve crime capaz de justificar o impedimento da presidenta e não houve crime capaz de justificar sua inabilitação para função pública? É um escárnio, uma falta de respeito com a inteligência do povo brasileiro.
Mas o golpe não se resume à substituição da presidenta eleita e de sua equipe ministerial. O pior ainda está por vir, com a implementação do programa de governo do consórcio golpista e a criminalização da oposição, ensaiada na última quarta-feira com bombas de efeito moral e balas de borracha nas ruas de São Paulo.
Programa de governo esse que engloba a ressurreição da privataria tucana, com destaque para a privatização do pré-sal; a reforma da previdência, com elevação da idade mínima de aposentaria para 65 anos, fim da aposentadoria especial para mulheres e professores e desvinculação dos benefícios do salário mínimo; a reforma trabalhista, com a terceirização das atividades-fim e a flexibilização dos direitos assegurados na CLT; e o congelamento dos gastos sociais durante os próximos 20 anos, como propõe a PEC 241/16.
Em poucos dias testemunharemos um retrocesso sem precedentes, veremos os avanços e conquistas das últimas décadas sendo desmanchados pela base de sustentação parlamentar do governo temerário. Nas ruas e no parlamento, faremos uma oposição implacável, denunciando cada retrocesso, cada ataque aos direitos dos trabalhadores.
Seguiremos lutando em defesa da democracia brasileira, recorrendo a todas as instâncias possíveis para anular a farsa do impeachment e restabelecer o Estado de Direito. No último dia 31 de agosto, 61 senadores anularam a decisão de mais de 54 milhões de brasileiros expressa nas urnas. Faço minhas as palavras da presidenta Dilma Rousseff, inspiradas no mestre Darcy Ribeiro: “não gostaria de estar no lugar dos que se julgam vencedores. A história será implacável com eles”.

O BRASIL MOBILIZADO CONTRA O GOLPE >> Porém, segundo o Temer golpista e a mídia, apenas umas 40 pessoas...

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Avenida Paulista pouco depois de 17h15. Milhares de pessoas protestam contra o golpe parlamentar -50 mil segundo os organizadores. 

No detalhe, jovem devolve a ironia a Temer que, na China, afirmou que as manifestações contra seu governo estariam restritas a 40 pessoas.

Fonte: CartaCapital

Pesquisa mapeia estados mais contaminados por agrotóxicos no Brasil. De acordo com o estudo, cada pessoa consome, em média, 5,2 litros de agrotóxicos ao ano.

O Brasil é considerado um dos maiores consumidores de produtos agrotóxicos no mundo e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de óbitos por esse tipo de produto vai aumentar 15% até 2020.
Tentando calcular a gravidade deste problema no Brasil, a pesquisadora Larissa Bombardi, professora de Geografia Agrária da Universidade de São Paulo (USP), desenvolveu um Mapa da Contaminação por Agrotóxicos no Brasil.
Esse mapa faz uma análise minuciosa que mostra dados de quanto cada brasileiro consome de agrotóxico por ano. E os números obtidos são alarmantes. Em média, cada pessoa consome 5,2 litros de agrotóxicos ao ano, direta e indiretamente, e isso é como se bebêssemos 2,5 garrafas de refrigerante.
E o mais assustador nisso tudo é que o estudo mostrou que as pessoas que vivem no Paraná, em São Paulo e em Santa Catarina são as mais prejudicadas e expostas ao problema. Porém, nesta pesquisa Larissa incluiu apenas sintomas ligados direta e indiretamente aos agrotóxicos. Caso ela incluísse também as doenças crônicas, como o câncer, esse quadro mudaria bruscamente, ficando 50 vezes pior.
Durante o processo dessa pesquisa, 2007-2014, foram registradas mais de 1.186 mortes ligadas diretamente a esses produtos tóxicos.
Aborrecida com essa situação, a professora declarou em entrevista ao programa De Olho nos Ruralistas: “Isso é inaceitável. Num pacto de civilidade, que já era hora de termos, como a gente fala com tanta tranquilidade em avanço de agronegócio, de permitir pulverização aérea, se é diante desse quadro que a gente está vivendo?”.
Toda essa pesquisa será publicada e incluída em um livro de Geografia, sobre a utilização de agrotóxicos no Brasil. O material, que tem previsão de lançamento para este ano, será apresentado na forma de um atlas, com dados atualizados e detalhes importantes sobre o tema.

domingo, 4 de setembro de 2016

O governo golpista de Temer através da mídia burguesa, tentam convencer a população de que a reação de rejeição popular a esse golpe é vandalismo




FUTEBOL >> Hoje tem Mecão!!!

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Hoje os ingressos poderão ser adquiridos através do site www.arenadunas.com.br, nas bilheterias da Arena das Dunas e no Pittsburg da Prudente de Morais (a partir das 10h). 

Crianças até 12 anos não pagam. #Juntospelomecão #mecão

SEM RECONHECIMENTO INTERNACIONAL >> Bolívia e Equador retiram embaixadores após impeachment

A presidente Dilma Rousseff e o presidente do Equador, Rafael Correa
Impeachment: “destituíram Dilma. Uma apologia ao abuso e à traição. Retiraremos nosso encarregado da embaixada", disse Rafael Correa em seu Twitter
Após a aprovação do impeachment de Dilma Rousseff, o presidente do Equador, Rafael Correa, disse que vai chamar de volta o representante do país no Brasil. A informação foi divulgada por meio de seu perfil no Twitter.
“Destituíram Dilma. Uma apologia ao abuso e à traição. Retiraremos nosso encarregado da embaixada. Jamais compactuaremos com essas práticas, que nos recordam as horas mais obscuras de nossa América. Toda a nossa solidariedade à companheira Dilma, a Lula e a todo o povo brasileiro. Até a vitória sempre!”
Também por meio das redes sociais, o presidente da Bolívia, Evo Morales, já havia dito que chamaria seu representante no Brasil de volta, caso o impeachment de Dilma fosse aprovado no Senado Federal. No Twitter, ele escreveu:
“Se prosperar o golpe parlamentar contra o governo democrático de Dilma, a Bolívia convocará seu embaixador. Defendamos a democracia e a paz.
Resultado
Por 61 votos a 20, o plenário do Senado decidiu pelo impeachment de Dilma. Não houve abstenção. A posse de Michel Temer ocorrerá às 16h.
Depois de aprovar a perda do mandato, o Senado manteve, por 42 votos a 36, os direitos políticos de Dilma. Com isso, ela pode ocupar cargo público. Foram registradas três abstenções.

sábado, 3 de setembro de 2016

ELEIÇÕES 2016 EM LAJES >> Marcão e Gilmar realizam movimentações neste sábado,03


Adesivaço a partir das 08:00 horas da manhã na casa de Manoel Justino (pai de Marcão) e a tarde, E a partir das 15:00 horas, grande carreata percorrendo as ruas de Lajes. Concentração: Em frente a residência do prefeito Benes Leocádio

Aos que apoiaram esse golpe, também por serem golpistas ou por serem alienados, vejam a ficha dos que tiraram Dilma do governo

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Registro para a História: Lista com nomes e escândalos dos senadores que votaram pelo Golpe de 2016


Esquerda Diário – Grandes paladinos da moral, cruzados contra a corrupção e porta-estandartes da justiça desfilaram discursos para aprovar o impeachment no Senado. Chegou a ouvir a frase “Estamos diante do golpe mais democrático da história!”. Outros repetiam que Temer “garantiu a ampliação dos direitos dos trabalhadores”. Os ladrões de Ali Baba vestiram a túnica do sacrifício público. 61 dos 81 senadores votaram a cassação do mandato de Dilma que, verdade seja dita, abriu o caminho à direita. Mas vale a pena espiar o portfólio de cada um dos 61 senadores golpistas e admirar quem são os heróis da direita nacional.

Acir Gurgacz (PDT-RO): Réu no Supremo Tribunal Federal sob acusação de estelionato e crimes contra o sistema financeiro. Além disso, a denúncia aponta que o senador teria usado documento falso para comprovar a suposta aquisição de sete ônibus novos, por R$ 290 mil cada.


Aécio Neves (PSDB-MG): Acusado de quebra de sigilo do Banco Rural na CPMI dos Correios entre 2005 e 2006, a fim de maquiar as contas do banco e esconder o desvio de verba de Furnas, uma empresa subsidiária da estatal Eletrobras, no mensalão mineiro. Poder-se-ia enumerar dezenas de outros casos do tucano mineiro, como acusação de desvio de R$7,6 bilhões da saúde do estado de MG; os “aecioportos” – cerca de cinco – construídos nas terras de sua família, no valor de de R$14 milhões; as relações com o doleiro Alberto Yousseff.

Citado por Pedro Corrêa, Sérgio Machado e outros delatores, é um dos principais tucanos envolvidos na Lava Jato. Segundo Machado, teria recebido mais de R$1 milhão em propina. O ex-deputado Pedro Corrêa afirmou em depoimentos de sua delação premiada que o então deputado Aécio Neves foi um dos responsáveis pela indicação do diretor de Serviços da Petrobras, Irani Varella, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Segundo Corrêa, Varella era responsável por conseguir “propinas com empresários para distribuir com seus padrinhos políticos” por meio de seu genro.



Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP): Citado nas investigações da fraude de licitações para a malha metroviária de SP, o “propinoduto tucano”. Email em posse da Polícia Federal mostra que Jorge Fagali Neto, apontado como lobista da multinacional francesa Alstom e intermediador de propinas do cartel de trens, sugeriu ao senador o aditamento de US$ 95 milhões a um contrato assinado com o Banco Mundial.



Alvaro Dias (PV-PR): É acusado de lucrar R$37 milhões com propina da CPI da Petrobrás. Dias está sendo investigado, pela compra de uma área no Rio de Janeiro por R$ 3 milhões e, meses depois, vendeu à Petrobrás pelo incrível valor de R$ 40 milhões.


Ana Amélia (PP-RS): É acusada de omitir a propriedade de bens móveis e imóveis na declaração feita à Justiça Eleitoral, nas eleições de 2014, incluindo uma fazenda de R$1,9 milhões no Rio Grande do Sul. Acusada de ser favorecida por nepotismo em 1986 quando foi nomeada pelo marido, senador biônico Octávio Omar Cardoso, Cargo em Comissão.



Antonio Anastasia (PSDB-MG): Citado na Operação Lava Jato. O policial Jayme Alves de Oliveira Filho, preso na 7ª fase da Operação Lava Jato disse em depoimento que entregou R$ 1 milhão a Antônio Anastasia, ex-governador de Minas Gerais e senador eleito, pelo PSDB.

Antonio Carlos Valadares (PSB-SE): Em meio aos estudos fez carreira política pela ARENA ao eleger-se prefeito de Simão Dias em 1966 e deputado estadual em 1970 e 1974 presidindo a Assembleia Legislativa no biênio 1977/1979. Isso basta para mostrar o criminoso político que é.

Ataídes Oliveira (PSDB-TO): Oliveira emprega Virgínia Teresinha de Moura, sua sogra, como funcionária comissionada em seu gabinete no Senado Federal. Esse nepotismo custa ao erário público R$ 8.577,00 mensais.

Benedito de Lira (PP-AL): Acusado pelo MPF e pelo STF de corrupção passiva no esquema da Petrobrás. Segundo MPF, Lira se beneficiou “com o recebimento de quantias periódicas indevidas, oriundas do pagamento de propinas por empresas que tinham contratos com a Petrobras, em razão do controle pela Partido Progressista (PP) da Diretoria de Abastecimento, ocupada por Paulo Roberto Costa, tudo em troca de votar a favor de projetos de interesse do governo federal”.


Cássio Cunha Lima (PSDB-PB): Líder do PSDB na Paraíba, o político já teve seu cargo cassado em 2008. Ele era na época governador e por unanimidade o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) cassou seu mandado por uso indevido de dinheiro público. É réu na Operação Concord, da Polícia Federal, que apura esquemas de desvios de recursos e lavagem de dinheiro. Como se já não bastasse seu supersalário do ano passado de R$52 mil, a remuneração do parlamentar tucano ultrapassa o teto constitucional brasileiro de R$ 29.462,25, valor que é pago a um ministro do Supremo Tribunal Federal.



Cidinho Santos (PR-MT): Vice-ministro de Blairo Maggi na Agricultura, Santos é alvo dequatro ações civis públicas movidas pelo MPF e já teve até seus direitos políticos cassados. Investigado na Operação Sanguessuga, que funcionava com parlamentares superfaturando o preço das ambulâncias e desviando o dinheiro recebido, que era dividido entre empresários e políticos. O prejuízo causado pelo esquema foi estimado em R$ 110 milhões.

Ciro Nogueira (PP-PI): Investigado na Lava Jato. O doleiro Alberto Youssef, acusado de operar pagamento de propinas e lavar dinheiro para políticos, afirmou em depoimento à Polícia Federal que o senador Ciro recebeu US$ 150 mil para integrar o partido.

Cristovam Buarque (PPS-DF): Paladino da ética e da educação, o ex-petista já foi denunciado por receber caixa 2 de seu ex-coordenador de campanha, Luiz Fernando Emediato. Emediato disse que Cristóvam recebeu dinheiro de pelo menos uma empreiteira e de um ex-banqueiro, tudo por recomendação de Alckmin em troca do apoio no segundo turno contra Lula. Foi acusado pelo STJ de crime tributário quando governador pelo DF.

Dalirio Beber (PSDB-SC): Foi responsabilizado e multado por diversas irregularidadesconstatadas durante sua gestão na Agência de Fomento do Estado de Santa Catarina (BADESC).

Davi Alcolumbre (DEM-AP): é suspeito de corrupção passiva na Operação Pororoca por fraude em licitações, em inquérito do Supremo Tribunal Federal. A investigação apura o desvio de R$ 103 milhões em obras públicas no Amapá.

Dário Berger (PMDB-SC): Foi condenado pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) a devolver aos cofres públicos o dinheiro gasto com um show que não aconteceu. Condenado a pagar 20 salários de prefeito referente ao uso irregular de um veículo do Instituto de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), apreendido pela Polícia Rodoviária Federal em setembro de 2010 com material de campanha e R$ 1.850,00 em dinheiro.


Edison Lobão (PMDB-MA): Investigado na Lava Jato. Em depoimento de delação premiada, o ex-diretor de Abastecimento da Petrobrás Paulo Roberto Costaafirmou que mandou entregar R$ 2 milhões a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney para a campanha ao governo do estado em 2010, a pedido de Edison Lobão.



Eduardo Amorim (PSC-CE): Foi condenado ao pagamento de multa de R$ 30 mil por se beneficiar ilegalmente de bem público usado para promover sua candidatura ao Governo de Sergipe em 2014. O prefeito de Itabaiana, Valmir dos Santos Costa (PR-SE), contratou empresa de publicidade para promover aliados às custas da Prefeitura.

Eduardo Braga (PMDB-AM): Investigado por recebimento de propina da empreiteira Andrade Gutierrez. Segundo ex-executivo da Andrade, havia uma combinação, que ocorreu durante os oito anos do governador Eduardo Braga, de pagamento de propina de 10% sobre o valor de cada obra da empreiteira.

Eduardo Lopes (PRB-RJ): Articulador político da multimilionária Igreja Universal, é investigado pela Lava Jato.

Eunício Oliveira (PMDB-CE): Empresa do senador e ex-ministro Eunício, a Manchester Serviços Ltda., assinou sem licitação contratos que somam R$ 57 milhões com a Petrobrás para atuar na Bacia de Campos, região de exploração do pré-sal no Rio de Janeiro.

Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato, que investiga esquema de corrupção e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras. Por decisão do STF, a Polícia Federal cumpriu mandado de busca e apreensão na residência do parlamentar. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos durante a 23ª fase da Lava Jato.


Fernando Collor (PTC-AL): Foi alvo de inúmeras denúncias de corrupção durante sua carreira política. Até então, era o único presidente da história do Brasil a sofrer um processo de impeachment, em 1992. Teve indeferido o registro de candidatura a prefeito de São Paulo nas eleições de 2000. Seu nome também aparece na Lava Jato.



Flexa Ribeiro (PSDB-PA): É alvo de inquérito que apura a prática de crimes contra a administração pública. De acordo com a acusação, o parlamentar participou de esquema de fraude em contratos entre o Governo do Estado do Pará e empresas para realização de obras, construção e serviços de engenharia, que desviou dinheiro público a fim de financiar campanhas eleitorais.

Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN): Vinculado ao Escândalo dos Bingos.

Gladson Cameli (PP-AC): É alvo de inquérito aberto com a Operação Lava Jato da Policia Federal, que investiga esquema de corrupção, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro com recursos desviados da Petrobras.

Hélio José (PMDB-DF): Gravações feitas e divulgadas pela internet mostram Hélio José defendendo a indicação de um ex-assessor para o cargo de superintendente da Secretaria de Patrimônio da União (SPU) no Distrito Federal. Nos áudios, o político diz que nomeia “a melancia que quiser” para o posto e que quem não “estiver com ele” pode “cair fora”.

Ivo Cassol (PP-RO): Foi condenado, por unanimidade no STF, em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por prática do crime de fraude a licitação. Ivo Cassol foi condenado a 4 anos de detenção em regime semiaberto e ao pagamento de multa.


Jader Barbalho (PMDB-PA): Investigado na Lava Jato. Em seu acordo de delação premiada, o ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado contou que o pagamento de propinas a Jader Barbalho envolveu, além de doações oficiais de campanha, repasses em espécie feitos por um empresário que pretendia fechar contrato com a subsidiária da Petrobras e até a oferta de apoio “logístico” de um banco para controlar a propina. Nos depoimentos à Procuradoria Geral da República (PGR), o delator disse que esta eminente figura da fauna política capitalista o “pressionava muito” por recursos ilícitos. Machado revelou ter dado, entre 2004 e 2007, R$ 4,25 milhões para Jader, sendo R$ 1,25 milhão em contribuições eleitorais e outros R$ 3 milhões em espécie. Um claro cacique contra a corrupção.



João Alberto Souza (PMDB-MA): Aliado do ex-presidente e ex-senador José Sarney (PMDB-AP) e ligado a Renan Calheiros, João Alberto preside pela quinta vez o Conselho de Ética do Senado, fez ouvidos surdos às provas gritantes de participação de peemedebistas no esquema de desvios da Lava Jato. Um “íntegro” protetor de ladrões de dinheiro público, como seu parceiro Edison Lobão.

José Agripino (DEM-RN): Responde em inquérito aberto pelo STF para apurar o recebimento de propina da empreiteira OAS nas obras de construção do estádio Arena das Dunas, em Natal, para a Copa do Mundo de 2014. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.

José Aníbal (PSDB-SP): Como não poderia deixar de ser com o tucanato paulista, está também chafurdando na corrupção do propinoduto. Suplente do senador José Serra, foicitado por um executivo da Siemens como beneficiário de propinas em esquema de corrupção e fraude em licitações nas obras de trens e metrô de São Paulo. O STF “fechou os olhos” para seguir defendendo os tucanos de SP, como vem fazendo com Serra.

José Maranhão (PMDB-PB): É alvo de ação civil pública de improbidade administrativa com dano ao erário, movida pelo Ministério Público Estadual.

José Medeiros (PSD-MT): Em junho, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu por unanimidade abrir inquérito para impugnação de mandato de Medeiros, apontando indícios de fraude na convenção da coligação Mato Grosso Melhor Pra Você (PDT / PPS / PSB / PV) em 2010 no que se refere à suplência do então candidato Pedro Taques.

Lasier Martins (PDT-RS): Foi repórter da Globo por 27 anos, ganhou fama após receber um choque de uma uva em rede nacional. Além de ser porta-voz da emissora golpista, o eminente pedetista é autor da frase racista “quantos índios no Brasil deixaram de ser índios e hoje são profissionais respeitados?”. Uma de suas plataformas de campanha para o Senado foi a aliança com setores do empresariado estrangeiro e nacional.

Lúcia Vânia (PSB-GO): Teve reprovada a prestação de contas referente às eleições de 2000.


Magno Malta (PR-ES): Foram desaprovadas as contas anuais do diretório regional do PR-ES, relativas ao exercício de 2011, quando o parlamentar era o seu presidente. A Justiça Eleitoral determinou que não fossem repassadas ao diretório as cotas do fundo partidário pelo prazo de doze meses. Também envolvido na Operação Sanguessuga.



Marta Suplicy (PMDB-SP): Foi condenada juntamente com José Américo (PT-SP) em ação civil pública por improbidade administrativa com dano ao erário a pagamento de multa. A Justiça considerou desproporcional os gastos de R$ 5,4 milhões com a divulgação dos CEUs pela Prefeitura de São Paulo durante a sua gestão.

Omar Aziz (PSD-AM): É alvo de ações civis de improbidade administrativa, ajuizadas pelo Ministério Público do Estado do Amazonas. Investigado por recebimento de propina da Andrade Gutierrez.

Paulo Bauer (PSDB-SC): Condenado por improbidade administrativa de ressarcimento de despesas efetuadas com verbas públicas em decorrência de gastos realizados com campanha publicitária contratada pela Secretaria Estadual das Educação, quando era o secretário responsável, a qual atribuíram escopo de promoção pessoal do administrador público.


Pedro Chaves (PSC-MS): Milionário empresário da educação, Chaves tem íntimas relações com José Carlos Bumlai, pecuarista preso pela Lava Jato. Coordenou a campanha ao Senado do cassado Delcídio Amaral, e teve à sua disposição R$ 9,5 milhões doados por empreiteiras investigadas pela operação Lava Jato. Tem patrimônio de modestos R$69 milhões.



Raimundo Lira (PMDB-PB): Lira, presidente da comissão de impeachment, doou à chapa onde era suplente para o Senado, em 2010, o valor de R$ 870 mil,utilizando recursos que não havia incluído em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral. Tem patrimônio declarado de R$54 milhões.

Reguffe (sem partido-DF): Teve rejeitada prestação de contas referente às eleições de 2002.


Renan Calheiros (PMDB-AL): Presidente do Senado, Calheiros responde a três inquéritos no Supremo Tribunal Federal decorrentes das apurações da Operação Lava Jato. É investigado pelos crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo o delator Sérgio Machado, Renan recebeu propina de R$32 milhões.



Ricardo Ferraço (PSDB-ES): Para proteger amigos, Ferraço promete encerrar CPI do HSBC sem fazer analise de dados.

Maria do Carmo Alves (DEM-SE): A senadora é íntima de João Alves Filho, também do DEM, que responde a ação penal do STJ por esquema de superfaturamento de obras e desvio de recursos públicos apurado na Operação Navalha.

Roberto Rocha (PSB-MA): Tramita no Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão uma Representação por Captação Ilícita de Recursos contra Rocha.


Romário (PSB-RJ): A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal para investigar Romário sob acusação de receber caixa dois de campanha na eleição de 2014. De acordo com a investigação, a empreiteira Odebrecht deu R$ 100 mil ao “baixinho”.


Romero Jucá (PMDB-RR): É alvo de inquérito que apura crimes de responsabilidade. Faz parte da lista divulgada pela empreiteira Odebrecht que contém 300 nomes mencionados nos documentos apreendidos pela Polícia Federal durante a 23ª fase da Operação Lava Jato.


Ronaldo Caiado (DEM-GO): Enciclopédias seriam necessárias para aglutinar o honesto portfólio de Caiado. Basta um para nós: é um escravocrata junto a seus familiares em Goiás. Sobrinho do pecuarista Antônio Ramos Caiado Filho, que está na relação chamada “lista suja”, com empregadores flagrados por prática de trabalho escravo pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Ronaldo foi um dos 29 deputados que votaram contra a PEC do Trabalho Escravo em 2012, e tem se pronunciado em favor da mudança da definição de escravidão contemporânea na lei brasileira.



Rose de Freitas (PMDB-ES): Chefe do governo Temer na Câmara, é braço forte dos golpista, associada à dureza de Geddel Vieira Lima.

Sérgio Petecão (PSD-AC): É réu em ação penal movida pelo Ministério Público Federal por crimes eleitorais.

Simone Tebet (PMDB-MS): É alvo de ação civil de improbidade administrativa com dano ao erário, ajuizada pelo Ministério Público Federal.


Tasso Jereissati (PSDB-CE): Governador do Ceará, patrocinou as fraudes e perseguições aos pensionistas e aposentados do Banco Nacional do Nordeste (BNB).Utilizava verbas do Senado para fretar jatinhos, num valor total de R$ 469.068,54 de 2005 até o início de 2009.



Telmário Mota (PDT-RR): Milionário latifundiário e exímio machista e agressor de mulheres, foi denunciado em 2015 pela jovem Maria Aparecida Nery de Melo, segundo a qual Telmário “a espancara com chutes e socos com tal violência que a levara ao desmaio”. Sua esposa foi condenada a seis anos e oito meses de prisão por envolvimento no esquema de desvio de verbas públicas que ficou conhecido como “escândalo dos gafanhotos”.

Valdir Raupp (PMDB-RO): Foi condenado por improbidade administrativa em ação civil pública movida pelo Ministério Público Estadual e pelo estado de Rondônia. A Justiça determinou o ressarcimento ao erário, vedação de recebimento de benefícios fiscais ou creditícios e pagamento de multa.

Vicentinho Alves (PR-TO): É alvo de inquérito que apura crimes na Lei de Licitações.

Waldemir Moka (PMDB-MS): Reportagem publicada pela Folha mostrou que o deputado federal Waldemir Moka (PMDB-MS) gastou R$ 12 mil da Câmara dos Deputados para imprimir 40 mil exemplares de um boletim em que divulga sua candidatura ao Senado. Moka ainda debitou na conta da Câmara uma passagem de ida e volta com a mulher para Nova Iorque.

Wellington Fagundes (PR-MT): É alvo de inquérito que apura peculato.

Wilder Morais (PP-GO): Outro paladino da ética dentro do partido mais citado na Lava Jato, Morais ainda coleciona participação em esquema de corrupção com o bicheiro Carlinhos Cachoeira.

Zezé Perrella (PTB-MG): O parlamentar foi condenado em ação de improbidade administrativa movida pelo MPF à suspensão dos direitos políticos por três anos e a pagamento de multa por ocupação ilegal de apartamentos funcionais, de propriedade da Câmara dos Deputados, na época em que era deputado federal.