segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

EDUCAÇÃO >> O mês de fevereiro começa com o desafio de intensificar a realização das Conferências Populares de Educação


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Fim do mês de janeiro, primeiro do ano de um 2018 que já começou quente e que promete ser de muita luta e resistência, a tarefa prioritária dos/as educadores/as brasileiros/as, agora, é intensificar a preparação e a realização das conferências populares. As etapas estaduais das conferências populares já estão mobilizando milhares de trabalhadores/as em educação por todo o país e prometem, já para os próximos meses de fevereiro e março, ser um dos principais eventos desse primeiro semestre.
A orientação da CNTE sempre foi no sentido de suas entidades filiadas participarem massivamente dessas conferências estaduais para que a sua realização seja um importante instrumento, nos Estados, para a retomada da democracia em nosso país. Fortalecer as vozes da sociedade civil organizada e dos movimentos sociais reafirma, em grande medida, o nosso compromisso com uma educação pública, de boa qualidade, laica e socialmente referenciada, se contrapondo a todo esse projeto de destruição e aniquilamento da educação pública brasileira, posta em prática pelo atual governo golpista, corrupto e usurpador.
Nesse sentido, é muito importante sinalizarmos em nossas pautas e agendas a prioridade na realização dessas conferências estaduais, assumindo o nosso protagonismo, enquanto trabalhadores/as públicos da educação básica, na resistência ao golpe no Brasil, que atinge tão ferozmente o nosso sistema público de ensino. Ainda nesse mês de janeiro, na oportunidade em que vários movimentos social e sindical estavam juntos em Porto Alegre, a CNTE e o CPERS realizaram uma grande Conferência Livre com o tema “Currículo e Diversidade”, na sede do sindicato em Porto Alegre. O sucesso desse evento e de tanto outros que estão a ocorrer pelo Brasil afora, já nos indica que o potencial das conferências estaduais é enorme e, essas próximas a acontecer, serão precursoras do sucesso de nossa CONAPE - etapa nacional - em abril, na cidade de Belo Horizonte. Mas isso só se dará se nos empenharmos diuturnamente para essa empreitada.
Para esse mês de fevereiro, além de inúmeras conferências já agendadas de âmbito municipal, intermunicipais e inter-regionais, como a intermunicipal da região de Araçatuba/SP, as inter-regionais do Estado do Ceará, as dos municípios de Gavião/BA, de João Pessoa/PB, de Monteiro/PB e de Belém/PA, as conferências estaduais também acontecerão neste mês e precisam de nosso máximo empenho. Já estão agendadas para acontecer somente nesse curto mês de fevereiro - em função do feriado de carnaval - as conferências estaduais dos Estados de Goiás e de Mato Grosso do Sul.
Já para o mês de março, a agenda já está também bastante movimentada com o calendário já marcado para diversas conferências estaduais, além de algumas ainda de âmbito municipal: as conferências estaduais serão nos Estados do Rio Grande do Sul, de São Paulo, de Santa Catarina, de Espírito Santo, do Amazonas, de Minas Gerais, do Rio Grande do Norte, de Pernambuco, do Pará, do Ceará e do Distrito Federal. A orientação da CNTE é para que mobilizemos e participemos ativamente dessas conferências.
A comissão local da CONAPE, responsável para tocar as demandas mais específicas relativas à logística da Conferência Nacional em Belo Horizonte, marcada para o final do mês de abril, também já se reuniu nesse mês de janeiro para dar conta desse grande esforço de mobilização da sociedade civil. É muito importante que as coordenações estaduais mantenham sempre as informações atualizadas dos Estados, estreitando os laços de comunicação com a coordenação nacional e com essa comissão local de organização da CONAPE, que vem se reunindo sempre em Belo Horizonte. É importante sinalizar, agora, o indicativo de número de participantes por Estado a essa comissão local, para que a logística do evento tenha pleno êxito.
Os desafios, portanto, estão postos e só cabe a nós dar consecução a essa tarefa de resistência e combate ao golpe. Não tenhamos dúvida que nós, trabalhadores/as da educação básica pública, ocupamos um papel proeminente na condução de todo esse projeto de uma conferência popular de educação. Façamos valer a nossa força agora! É importante o sucesso da CONAPE para mostrarmos que estamos de pé e que não seremos derrotados! Nenhum tiro de morte será dado na educação pública desse país sem a nossa contundente oposição e resistência!

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