domingo, 10 de setembro de 2017

SINTE/RN EMITE COMUNICADO AOS PROFESSORES >> Assessoria protocola todos os cálculos da Ação da Pecuniária e Gratificação por Título


A assessoria jurídica do SINTE/RN já protocolou judicialmente todos os cálculos dos 15.000 professores da rede estadual que são beneficiários da Ação Coletiva que cobra a correção dos valores das gratificações por título e pecuniária.
A Justiça já determinou que o governo corrija os valores das gratificações por título e pecuniária. Ou seja, todas as execuções já iniciaram cobrando do Estado o pagamento do retroativo. A lista de beneficiários da Ação pode ser consultada AQUI e os cálculos podem ser consultados AQUI. Em breve o SINTE vai divulgar os números dos processos de execução de cada beneficiário. Tais processos tramitam na 5ª Vara da Fazenda Pública.
GOLPISTAS ESTÃO TENTANDO ENGANAR OS PROFESSORES
O SINTE/RN alerta que há rumores de que cada beneficiário da Ação da Pecuniária deve buscar um advogado particular para entrar com sua ação, pois nossa ação é coletiva. Porém, essa informação é falsa. “É mais um golpe que estão dando nos professores. A ação coletiva foi vitoriosa e as execuções já foram protocoladas. O SINTE/RN custeou os cálculos para que o professor não tivesse que pagar contador nós já entramos com as ações de cobrança (execução) dos valores retroativos para todos os 15.000 professores”, explica o assessor jurídico do SINTE/RN, Dr Carlos Gondim.
Ele conta que a assessoria jurídica do SINTE já consegui também a correção dos valores das gratificações para mais de 6.500 professores: “Enfrentamos uma luta judicial com o Estado para implantar dos demais professores que têm direito”.
Gondim lembra que o processo está no início da execução, ou seja, da fase de pagamento, portanto ainda demanda tempo: “É preciso ter calma”.

ATENÇÃO PAIS E MÃES >> A partir de amanhã terá início mais uma campanha de vacinação. Procurem as unidades de saúde!

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ARTE E CULTURA X CONSERVADORISMO SOCIAL >> "Projeto de lei" criminaliza artistas de rua em Natal

Um projeto de lei protocolado em março pelo vereador Felipe Alves (PMDB) transfere para a prefeitura de Natal e aos proprietários de imóveis particulares a decisão sobre o que é arte ou vandalismo na cidade. A proposta, que tramita na Câmara Municipal e deve ir à votação ainda este ano, também limita a livre criação de grafites ao consentimento ou não dos gestores públicos e donos de casas e prédios privados.
O PL 51/17 já passou por duas comissões: a de Legislação, Justiça e Redação final; Finanças, Orçamento, Controle e Fiscalização; e parou na comissão de Planejamento Urbano, Meio Ambiente, Habitação, Legislação Participativa e Assuntos Metropolitanos depois que a vereadora Natália Bonavides (PT) pediu vistas do processo. Os vereadores desta comissão voltam a se reunir na próxima quarta-feira (6) para votar o polêmico projeto.
Um levantamento realizado pela agência Saiba Mais mostra que, desde o ano passado, casas legislativas de pelo menos 15 capitais aumentaram a ofensiva contra pichadores e grafiteiros, encaminhando ou aprovando projetos semelhantes. Há casos, como na vizinha João Pessoa ou em Belém, que a multa cobrada pode chegar a R$ 50 mil.
O inciso III do artigo 1º do Projeto reconhece o grafite como manifestação cultural e artística, mas assim como a maioria desses PLs pelo país, a proposta de Felipe Alves equipara desenhos e escritos, independente de seu teor e potenciais artísticos, ao que chama de conspurcações (tornar sujo, macular e desonrar, segundo o dicionário), quando não há consentimento do proprietário ou autorização dos órgãos competentes. O parágrafo único do artigo 3 faz a ressalva:
– Ficam excluídos desta lei todos os grafites realizados com o objetivo de valorizar o patrimônio público mediante manifestação artística, desde que consentida pelo proprietário e, quando couber, pelo locatário ou arrendatário do bem privado e, no caso de um bem público, com a autorização do órgão competente e a observância das normas municipais e das normas editadas pelos órgãos governamentais responsáveis pela preservação e conservação do patrimônio histórico e artístico”.
É importante destacar que a ressalva presente no PL 51/17 foi copiada do artigo 65 da Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998) que prevê pena de 3 meses a 1 ano de prisão para quem pichar ou desenhar grafites sem autorização.
Se a proposta de Felipe Alves for aprovada pelos vereadores da Casa, a multa prevista em caso de desobediência é de R$ 5 mil, podendo chegar a R$ 10 mil, havendo reincidência. O valor é tão desproporcional que, a título de comparação, o Departamento Nacional de Trânsito estipula multa de R$ 2.934,87 para infrações gravíssimas, como motoristas flagrados dirigindo sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência.

Na prática, é a criminalização do artista de rua, historicamente marginalizado e perseguido pelo Estado. Apesar do enfrentamento à poluição visual, proteção e do zelo do bem público serem citados como justificativa para a elaboração do PL, nenhum trecho do documento faz referência, por exemplo, às propagandas ou publicidades irregulares espalhadas pela cidade.
Poluição visual: o projeto de lei não trata da publicidade irregular.
Autor da proposta, o vereador Felipe Alves discorda que o projeto faça parte de uma ofensiva contra grafiteiros e pichadores.
– Discordo plenamente. Se houvesse uma ofensiva contra grafiteiros nós não teríamos colocado no projeto essa ressalva de que o grafite é arte e deve ser, ao invés de combatido, estimulado. Na verdade o que existe é uma preocupação com a questão visual da cidade e também em coibir atos que, ao nosso ver, prejudicam toda a coletividade
Educador, músico e grafiteiro, Miguel Carcará reclama que os artistas da cidade não foram chamados para conversar sobre o projeto e vê com preocupação a criação de uma lei que, segundo ele, já nasce discriminando jovens artistas.
– O objetivo desse projeto é reprimir nossa arte e nossa cultura. Se você andar pelas ruas de Natal vai ver que existe mais publicidade do que arte. É um projeto que favorece uma classe empresarial, que se utiliza das telas urbanas, e ao mesmo tempo reprime a nossa liberdade de expressão.

Termo de Cooperação poderá livrar multa

O artigo 4o do PL51/17 afirma que a pichação constitui infração administrativa passível de multa no valor de R$ 5 mil, independente das sanções penais cabíveis e da obrigação de indenizar os danos morais e materiais, além das despesas de restauração do bem pichado. E determina a aplicação em dobro da pena em caso de reincidência.
No entanto, até o vencimento da multa, o responsável pela pichação ou grafites não autorizados pode firmar um Termo de Compromisso de Reparação da Paisagem Urbana ficando, assim, livre da penalidade.
Após o vencimento da multa, e caso não haja acordo, o débito será inscrito em dívida ativa e o responsável fichado no Cadastro Informativo Municipal (Cadin). Pelo texto da proposta, a prefeitura de Natal é quem vai executar e fiscalizar o projeto. O Município também terá que manter um cadastro com todos os infratores contendo dados pessoais com nome, números da Identidade e CPF, nome dos pais, além do endereço residencial e do trabalho. A regulamentação da lei deve ser feita, pela Prefeitura, em até 90 dias após aprovação do Projeto.

Cidade "Linda"?


sábado, 9 de setembro de 2017

HOJE A NOITE EM LAJES >> Atrações para os mais variados gostos !

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ESCLRECENDO >> Como são montadas as as "delações" contra Lula!


CIA ELOY TEATRAL >> Profº Fábio Fernandes emite nota de agradecimento a todos que de alguma forma apoiam essa iniciativa articita-cultural de nossa cidade.

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Por Fábio Fernandes 

Venho aqui agradecer a todos que tiraram um tempinho de suas atividades pra prestigiar nosso espetáculo. Foi uma montagem um pouco complicada, porem deliciosa de realizar. 

Próxima terça estaremos representando nosso município em Mossoró em mais um FESTUERN e gratidão é a palavra que nos define durante toda essa jornada teatral. 

Somos gratos aos pais dos aluno-atores, a direção escolar (Kleber França), A Sec. Irene Martins, a Leandro Souza pelos registros e a todos que prestigiaram nosso trabalho. Mais uma vez, Obrigado!

QUANDO O CONHECIMENTO SE TRANSFORMA EM AÇÃO >> Estudantes protestam contra demolição de prédio histórico no Centro de Mossoró

O grupo reivindica a preservação do casarão, parte do patrimônio arquitetônico de Mossoró (Foto: Luciano Lellys).
O grupo reivindica a preservação do casarão, parte do patrimônio arquitetônico de Mossoró (Foto: Luciano Lellys). 
Um grupo de estudantes do curso de Arquitetura da Universidade Potiguar (UnP) se reuniu em frente a um casarão antigo localizado na Avenida Augusto Severo, no Centro de Mossoró, na manhã desta sexta-feira, 08 de setembro, para impedir que o prédio seja demolido. O grupo reivindica a preservação do casarão, parte do patrimônio arquitetônico de Mossoró.
“Alguns alunos do grupo de estudos do Patrimônio histórico-arquitetônico de Mossoró identificaram ontem que o casarão estava sem janelas, sem as portas e sem portões. Então ficou a dúvida: será que este casarão está sendo demolido ou saqueado? Por isso viemos aqui para constatar isso e se estiver sendo demolido vamos impedir isso”, explica o professor de Arquitetura da UnP, Tales Costa.
O professor ressalta que existem recomendações do Ministério Público de que se preserve o patrimônio histórico-arquitetônico de Mossoró. Ele conta que irá buscar identificar e entrar em contato com o proprietário do casarão para alertar sobre a importância de se manter o prédio de pé.
“A partir do momento que existe uma recomendação de que este sítio arquitetônico seja preservado, esse patrimônio se torna intocável. Não se pode mexer sem uma autorização. Onde está o alvará de demolição?”, questiona Tales Costa.

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Documentário sobre Lajes será exibido no Canal Futura essa semana. Vamos conferir !


EM LAJES >> Poder Executivo convida a população para participar na próxima terça dia 12, da Audiência Pública sobre o PPA 2018 / 2021

TEMER PRETENDE PRIVATIZAR O NOSSO POTENCIAL HÍDRICO >> Quando o que é vantagem torna-se motivo de preocupação!

Eis o motivo porque os"países ricos" tanto querem se apropriar de nossas inúmeras reservas naturais. E infelizmente o que era para ser política estratégica de estado está atualmente sendo vendido a "preço de banana", como por exemplo: o pré-sal, a Amazônia,  o Aquífero Guarani, dentre outros.

E será que nós, povo brasileiros, donos legítimos dessas riquezas, iremos ficar apenas vendo isso acontecer sem nada fazer ???


ARTE E CULTURA >> Hoje a noite na Casa de Cultura Popular em Lajes


Hoje as 19:00h na casa de cultura, teremos a apresentação da peça 'Vidas Secas' e a participação do grupo de dança do Tio Eloy. 

Você é o nosso convidado. 
'ENTRADA FRANCA'.

ARTIGO >> A crise política e a falência dos municípios

Resultado de imagem para A crise política e a falência dos municípiosA tendência da globalização é por um lado fortalecer o local, as cidades, e por outro enfraquecer as nações em detrimento de uma consciência global. Não resolveremos a crise política apenas nos voltando para Brasília.
Nossas instituições precisam se moldar a essa nova realidade. Desde a promulgação da Constituição de 88, os municípios vêm perdendo cada vez mais autonomia política e sua fatia na distribuição orçamentária é cada vez menor.
Organizações locais tornam a ação direta do cidadão na política mais articulada e eficaz. Para emancipar os municípios da tutela de um governo federal (e estadual em menor medida) forte e centralizador, faz-se necessário não apenas uma reforma política que promova um modelo eleitoral e político mais distrital, mas também uma reforma fiscal que fortaleça os municípios, repletos de obrigações constitucionais, mas com recursos cada vez mais escassos para garanti-los. Ficando reféns de remendos orçamentários destinados por emendas parlamentares, ou verbas federais e estaduais a depender do grupo político do prefeito em questão. Tirando assim a autonomia dos municípios.
Em um contexto de polarização política a nível nacional, além da crise de representatividade dos partidos, assim como o completo isolamento do Congresso Nacional perante as demandas sociais, apostar no fortalecimento dos municípios é uma saída possível para a crise política em que vivemos desde 2013, que parece não nos abandonar.
Historicamente sempre houve certa autonomia política de nossas cidades, desde o período colonial. Mas o Estado Novo de Getúlio Vargas, tão logo instaurado, se apressou em fechar as Câmaras Municipais e o poder legislativo dos municípios, em nome de um projeto de país unificado e centralizador, um custoso Estado que exaure vendendo-se como provedor. Depois de sucessivas tentativas de implementar no país um grande Estado único, central, hegemônico, é chegada a hora de explorar outras brasilidades, emancipando nossas localidades.
Contra estados hegemônicos, localidades soberanas.

Túlio Madson - Bacharel e Mestre em Filosofia pela UFRN. Professor na UEFS. Péssimo em autodescrições. Email: tuliomadson@hotmail.com

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

ANGICOS >> MP/RN ajuíza ações para assegurar exames, cirurgias, transporte e medicamentos

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Objetivo é que Judiciário ajude a efetivar o direito à saúde e à vida dos cidadãos
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), por intermédio da Promotoria de Justiça de Angicos, ajuizou ações civis públicas com pedidos de liminares, em desfavor do município e do Estado do Rio Grande do Norte, com o objetivo de assegurar através do Judiciário a realização de exames e cirurgias, além do fornecimento de transporte e de medicamentos aos cidadãos, buscando a efetivação do direito à saúde e à vida.

Em uma ação com pedido de tutela de urgência, o MPRN requer deferimento de liminar para que o poder público municipal providencie cirurgias e exames nas especialidades de nefrologia/urologia para quatro pacientes que necessitam dos procedimentos que não lhes foram fornecidos.

São cirurgias como a nefrolitotripsia percutânea mais colocação de duplo J para pacientes que sofrem de insuficiência renal aguda não disponibilizadas pelo município nem também pelo Estado,  mesmo após tentativa de solução extrajudicial empreendida em diligência realizada pelo MPRN.



Em outra ação civil pública também com pedido de liminar, a Promotoria requer que o município forneça exames de ultrassonografia com doppler venoso e ultrassonografia com doppler arterial para paciente acometido por trombose, que está sem condições financeiras de arcar com exames e medicamentos.

Nesse caso, os exames pleiteados são abrangidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e classificados como de média complexidade, portanto, de responsabilidade do município disponibilizá-lo, diretamente, ou pactuado com outro município.

As tentativas para que o Judiciário possa contribuir para solucionar a questão restaram necessárias após o MPRN tentar resolver o problema de forma extrajudicial. Daí as ações contra o Estado e o município de Angicos.

“A distribuição de competências entre os entes federados é firmada para melhor servir aos cidadãos, não para aumentar seus sofrimentos e angústias”, traz trecho de uma das ações.

Nas ações, o MPRN ressalta a importância das concessões das medidas liminares, destacando o perigo da demora para a piora da saúde e qualidade de vida dos pacientes, e requer a fixação de multa diária no valor de R$ 2 mil a ser exigida pessoalmente da secretária municipal de saúde de Angicos, e do secretário de saúde do Estado, em caso de descumprimento de eventual decisão.

Confira aqui a íntegra da ação para cirurgias.
Confira aqui a íntegra da ação para ultrassonografias.

IFRN/LAJES >> Teve início Curso FIC em Noções em História inicia-se esta semana


Curso FIC em Noções em História inicia-se esta semana no Campus Lajes

Iniciaram-se nos dias 05 e 06 de setembro as aulas do curso FIC em “Noções em História”, ministrado pela professora do campus Lajes Joycimara de Morais. 
O curso terá duração de 6 meses, ocorrendo semanalmente. 
A ementa do curso baseia-se na História e construção do conhecimento histórico: Legado da civilização greco-romana; Relações de trabalho em diversos tempos; Renascimento cultural; Revolução tecnológica e industrialização; A era da guerra total.

Mais informações no link: Curso FIC em Noções em História inicia-se esta semana no Campus Lajes

O TEXTO E O CONTEXTO >> E você leitor/cidadão que ainda imagina que a mídia burguesa está lhe trazendo notícias verdadeiras...


Nenhum texto alternativo automático disponível.

RESPEITO À MULHER >> Abaixo-assinado pede lei para punir assédio no Brasil



No início de dezembro, foi aprovada em Buenos Aires uma lei que penaliza quem pratica assédio nos espaços públicos da capital argentina. Por lá, a multa estipulada para aqueles que fizerem “comentários sexuais, diretos ou indiretos ao corpo, tirarem fotografias ou gravações não consentidas de partes íntimas, tiverem contato físico indevido ou não consentido, perseguição, masturbação e exibicionismo” pode chegar a mil pesos argentinos (cerca de 210 reais). E a pena ainda inclui serviço comunitário.
Desde então, o assunto voltou a ganhar força também aqui no Brasil e o movimento Vamos Juntas?, de Porto Alegre, resolveu criar um abaixo-assinado online para pressionar o Congresso Nacional. Vale lembrar que países como Portugal, Bélgica, Índia, Peru e Reino Unido também já possuem leis que punem o assédio. Ou seja: a ideia não é tão ~diferentona~ assim e realmente poderia entrar em vigor aqui no Brasil.
No ar há algumas semanas, a petição já conta com mais de 16 mil assinaturas e a meta é chegar a 25 mil. É possível participar do abaixo-assinado através desse site: change.org.

A atualização do pensamento autoritário no Brasil

Diante das recentes manifestações autoritárias e conservadoras no Brasil, se faz necessário refletir e contextualizar tais manifestações. É preciso localizar historicamente os elementos que sustentam os discursos de ódio e intolerância vociferados por uma parcela da sociedade brasileira.
Nos causa espanto ver um jovem de classe média, nas redes sociais, propagando um discurso pouco racional, mas com teor autoritário e conservador, que discrimina pobres, pede a volta da ditadura militar, humilha homossexuais.  Mas impossível não associarmos tal discurso à sociedade brasileira e o seu subsolo fértil e fomentador do pensamento autoritário: os séculos de escravidão e violentas ditaduras durante o século XX.
O pensamento autoritário sempre esteve presente na sociedade brasileira. Porém, neste momento social e político repleto de particularidades, ele ganha teores de atualização do discurso conservador como reação às tentativas de inclusão de minorias em lugares sociais até então inconcebíveis. Essa inclusão vai de encontro com o projeto social que foi estabelecido desde os tempos coloniais: um país para brancos, cristãos e heterossexuais. Tal projeto sempre esteve cristalizado e enraizado em nossa cultura e formação, e as tentativas de desconstrução do mesmo sempre causaram sérios impactos e reações fortemente autoritárias.
Com base nesse projeto de nação verdades foram sendo construídas (repetição de estereótipos imagéticos e discursivos num dado momento histórico e político) sobre os lugares dos sujeitos sociais. Lugares esses que foram se cristalizando, se enraizando e sendo naturalizados, fazendo parte da cultura/tradição o lugar dos poderosos e o lugar daqueles que devem se submeter aos mesmos.
O sistema educacional teve importância fundamental na difusão do mutismo, da subserviência e da naturalização das desigualdades.  Foi necessária a circulação de valores e do discurso de nação democrática e igualitária para camuflar as práticas de relações autoritárias e excludentes que sempre marcaram a sociedade brasileira.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

SÓ UMA CONSTATAÇÃO!


Se Lula é ladrão, porque que o dinheiro da corrupção só aparece nas malas do PSDB, PMDB?

Menores de 15 anos devem participar de Campanha de Multivacinação de 11 a 22 deste mês



Campanha tem por objetivo atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes em todo o país.
A Campanha Nacional de Multivacinação para Atualização de Caderneta de Vacinação será realizada em todo o país no período de 11 a 22 de setembro, sendo 16 de setembro, o dia de divulgação e mobilização nacional. A multivacinação é uma estratégia do Programa Nacional de Imunização, adotada desde 2012, com a finalidade de atualizar a situação vacinal de crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade (14 anos 11 meses e 29 dias).
De acordo com a responsável técnica pelo Programa Estadual de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), Katiucia Roseli, o Rio Grande do Norte vem intensificando as ações para conscientizar a população sobre a necessidade de manter a caderneta atualizada.
A incidência das doenças imunopreveníveis mostra que mudanças importantes ocorreram no comportamento dos potiguares com o uso de vacinas e o avanço nas coberturas vacinais. Entretanto, as baixas coberturas vacinais podem contribuir para o aparecimento de doenças e requerem, portanto, a adoção de estratégias adicionais para o resgate e vacinação dos não vacinados.
“Esperamos com essa campanha imunizar a população não vacinada ou com esquemas de vacinação incompletos de todo o Estado, tanto na infância quanto na adolescência, visando a melhorar as coberturas vacinais e, assim, manter controladas, eliminadas ou erradicadas as doenças imunopreveníveis no Brasil. A população alvo deverá comparecer aos postos de vacinação, para que a caderneta seja avaliada e o esquema vacinal atualizado, de acordo com a situação encontrada”, disse Katiucia Roseli.

EM LAJES >> Escolas se preparam para o desfile cívico do dia 07 de setembro