segunda-feira, 23 de julho de 2018

POLÍTICA ESTADUAL >> Escândalos de corrupção fragilizam candidatura de Robison Faria

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Na campanha de 2014, quando foi candidato à sucessão estadual, o governador Robinson Faria (PSD) orientava os eleitores a digitarem no Google “candidato + escândalos”. A boa sugestão do gestor para se livrar de candidatos sujos agora o coloca numa situação difícil. Robinson é o campeão de escândalos entre os pré-candidatos ao governo. 

Dama de Espadas

Ao seguirmos a sugestão do próprio Robinson, o primeiro escândalo envolvendo o gestor é o da investigação da Polícia Federal sobre a compra do silêncio de um delator da Operação Dana de Espadas, na qual o governador é suspeito de ter recebido msis de R$ 5 milhões de funcionários fantasmas, no esquema comandado pela ex-procuradora Rita das Mercês, que o delatou no processo e apresentou provas, como um vídeo exibido pela Rede Globo. Esse é só o primeiro.

Lava Jato

Logo abaixo, o Google mostra matéria do G1 que noticia o fato de o governador der suspeito de receber R$ 350 mil da Odebrecht, em inquérito do Supremo Tribunal Federal.

Delação da JBS

Pesquisando mais a fundo, é possivel encontrar ainda o escândalo da operação Lava Jato. De acordo com a delação da JBS, Robinson, por meio do seu filho deputado federal Fábio Faria (PSD) teria organizado a negociação de propina em troca da venda da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (CAERN). O governador e o filho negam as intenções. 

Crime de responsabilidade

Além desses escândalos, que enterram a imagem de ficha limpa do gestor, ele teve as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado, órgão que apontou crime de responsabilidadei e improbidade  administrativa. A Procuradoria Geral da República chegou a recomendar o impeachment, mas a Assembleia não abriu processo de investigação.

Eleições 2018

Recheado de escândalos de corrupção, com uma gestão fiscal rejeitada pelo Tribunal de Contas e reprovado por quase 90% do eleitorado, como as pesquisas mostram, Robinson tentará a reeleição confiando na força de uma robusta coligação, que tem mais dissidentes do que apoios. 

Tentativas de salvação

Para tentar reverter toda a carga negativa que gira em torno do seu nome, Robinson aposta no “marketing das obras”, que virou piada na internet e nos programas sociais, como “restaurante cidadão”, “café do trabalhador” e sopa cidadã, para segurar o voto do pobre pelo estômago.

O GOLPE TAMBÉM NO MEIO AMBIENTE >> Pressão pró-desmatamento e barganhas políticas comprometem metas brasileiras

Resultado de imagem para Pressão pró-desmatamento e barganhas políticas comprometem metas brasileirasApesar de a política brasileira de combate ao desmatamento ter sido aprimorada nos últimos anos, um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG e da Universidade de Brasília – UnB demonstra que as barganhas concedidas pelo Estado brasileiro até 2016 podem reverter os índices de desmatamento no país. O fato pode comprometer a meta brasileira de redução das emissões de gás carbônico assumidas no Acordo de Paris.
Segundo um dos coautores da pesquisa, Raoni Rajão, da UFMG, embora o governo tenha fortalecido as políticas de controle ao desmatamento, de outro lado “houve uma pressão e uma sinalização pró-desmatamento maior, que acabou anulando ou se sobrepondo à pressão antidesmatamento. O que tentamos mostrar neste estudo é justamente essa situação paradoxal, na qual a capacidade de controle do desmatamento se manteve, mas, ao mesmo tempo, a pressão pró-desmatamento aumentou”, explica.
Entre as sinalizações que favoreceram o desmatamento, Rajão destaca a aprovação do Código Florestal em 2012 e a não criação de novas Unidades de Conservação. “Um marco importante foi a aprovação do Código Florestal em 2012. Inclusive a reforma do Código Florestal surgiu a partir do momento em que o Código antigo começou a ser implementado e começou a ‘doer no bolso’ do produtor e daqueles que desmatam, e esse setor se organizou para, dado que a regra estava ficando difícil, mudá-la”, frisa numa entrevista concedida ao portal IHU On-Line.
Na avaliação dele, o novo Código Florestal foi “uma grande colher de chá para o setor produtivo, porque se perdoou tudo o que aconteceu no passado. Tanto é assim que 60% do desmatamento ilegal feito até 2008 foi perdoado pelo Código de 2012. Agora, o problema é que isso acabou sendo lido pelo setor produtivo que está ligado ao desmatamento como uma mensagem de que se ele conseguiu vencer o governo e anular o desmatamento feito no passado, futuramente poderia haver um novo perdão”. E adverte: “É preocupante passar essa mensagem de que com pressão e articulação no governo se consegue reverter leis ambientais, que é algo inclusive inconstitucional, porque não se pode diminuir a proteção em áreas ambientais”, afirma Rajão.
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

DESMONTE >> Governo Temer faz plano de extinção da EBC, dona da TV Brasil e Agência Brasil

De acordo com o jornal, um dos principais problemas da empresa, segundo integrantes do Planalto, são as dívidas por ações judiciais —principalmente trabalhistas. O montante chega a quase R$ 11 milhões.
Auxiliares de Temer avaliaram que, a poucos meses do fim do mandato, o desgaste para acabar com a estrutura não valeria a pena. A ideia é apresentar o documento à equipe de transição, complementa a Folha.
É vergonhoso o desmonte da comunicação pública que Michel Temer iniciou.

ALTERNATIVA >> Cooperativa de crédito é alternativa para reduzir custos em tempos de crise econômica

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O colapso financeiro do país, agravado nos Estados que mais dependem de recursos federais, como o Rio Grande do Norte, anexou ao cotidiano da população a palavra “crise”. A qualidade de vida é uma equação matemática. Quando a economia vai mal, a vida do cidadão comum piora.

Em tempos de recessão, surgem fórmulas paliativas e geralmente ineficazes. Empresas contratam palestras motivacionais para melhorar o desempenho dos funcionários, autores de livros de autoajuda vendem mais e agiotas aumentam a própria renda às custas do suor de cidadãos cada vez mais endividados.
No entanto, há experiências já consolidadas tanto no Brasil como no exterior que, em momentos de crise econômica, se apresentam como alternativa mais segura. Os bancos cooperativos são exemplos de iniciativas que ganharam força na Europa e vêm atraindo milhares de trabalhadores e especialmente empresários no mundo.
Com mais benefícios oferecidos aos cooperados, incluindo taxas bem menores do que a de bancos tradicionais, os sistemas financeiros cooperativos ainda devolvem aos associados parte significativa do lucro gerado a partir de investimentos e aplicações na cooperativa.
Instalada no Rio Grande do Norte desde 2001, a CredSuper é uma das 117 cooperativas de créditos filiadas ao Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do país com 3,7 milhões de associados espalhados em 1.575 agências de 21 estados.
Os números da CredSuper em 2017 no Estado surpreendem, principalmente pelo agravamento da recessão no país e no RN. Além de ampliar em 15% o número de cooperados, a carteira de crédito aumentou em quase 30%. O patrimônio líquido da cooperativa chegou a quase 20% e a captação de depósitos alcançou crescimento superior a 55%.
Em sete anos, no Rio Grande do Norte,  a CredSuper saiu de um capital inicial de investimento de R$ 35 mil para R$ 150 milhões e, em 2017, ao final do ano fiscal, a cooperativa ainda distribuiu entre os associados um excedente de R$ 2,4 milhões. O valor dividido entre os cooperados vem subindo. Em 2015 o excedente repartido foi de R$ 1,7 milhão e chegou a R$ 2 milhões no ano seguinte.
A maioria dos cooperados são professores e funcionários da UFRN, além de pequenos e médios empresários.
Entre engordar o caixa dos banqueiros e se associar a um sistema que dá retorno em dinheiro aos cooperados, a escolha parece simples. O que falta, nesse caso, é informação.
O presidente do sistema Sicredi/CredSuper no Rio Grande do Norte Manoel Santa Rosa, lista várias razões para o crescimento da cooperativa. Um deles é o modelo que não transforma o excedente gerado pela aplicação de muitos em lucro para poucos, como reza a cartilha dos sistemas financeiros tradicionais.
– O excedente não vai se tornar lucro para alguém. A expansão do cooperativismo se dá num elo umbilical dentro dessa lógica. Não preciso repassar o custo todo para o cooperado. Posso passar de uma estrutura que reduz meu custo e com isso gere um resultado mais positivo para todos.
Santa Rosa chama de “justo custo” essa relação entre receita e despesa no sistema cooperativo.
– Sou contador. Tudo o que você produz tem custo. Mas o diferencial da cooperativa para o mercado é que pagamos, absorvemos e cobramos um valor de modo que tenhamos receita para compensar os custos. Assim como em todo lugar, a receita tem que superar o custo, mas a diferença entre o que se arrecadou e o que se pagou retorna pra quem ajudou a pagar as despesas. É o que chamo de justo custo.
Contador por formação, ele acredita e defende o modelo de cooperativas como alternativa não apenas para momentos de recessão na economia. Ainda assim, ressalta que, em tempos de crise financeiras, experiências como essa se mostram ainda mais fortes e próximas das pessoas.
– O cooperativismo é compartilhamento. Assim como o amor, é importante sempre. Mas é mais forte na hora da dor e ainda mais visível nos momentos de dificuldade financeira.
O custo menor para os cooperados, o que engloba tarifas menores que as cobradas pelos bancos privados e públicos, refletem diretamente na aplicação e investimento da CredSuper, e principalmente no compromisso dos associados.
Atualmente, mesmo em meio à maior crise financeira do Estado, com o funcionalismo estadual recebendo os salários atrasados há 27 meses consecutivos, a taxa de inadimplência na cooperativa do Rio Grande do Norte é menor do que 1%. A título de comparação, o mercado trabalha com uma taxa de 5%.
– Isso (inadimplência) pesa no final. Principalmente porque no período de crise todo mundo reduz custo. Um cliente de um banco que paga R$ 11 no boleto tradicional, vem para a cooperativa e paga de R$ 2 a R$ 3 no mesmo boleto. Tínhamos um cliente que não estava conseguindo pagar num banco parcelas de R$ 600 por mês pelo empréstimo. Nós fizemos uma operação de crédito e em 24 meses ele quitou. Então, o sistema cooperativo trabalha para inserir a comunidade nesse modelo, criamos um elo de ligação com as pessoas. Por isso que a 1% de inadimplência você consegue administrar os custos.
Modelos 
Experiências de sistemas cooperativos no exterior comprovam a solidez desse tipo de modelo. Santa Rosa cita que na Argentina, por exemplo, só quem não teve perda com a recessão foram os bancos cooperativos.
Na Europa, os sistemas financeiros cooperativos vêm se mostrando fortes, independente de crises, como a do Euro. Na Alemanha, a soma apenas das carteiras de crédito dos bancos cooperativos é maior que toda a carteira de crédito dos bancos, cooperativos e tradicionais do Brasil, onde apenas o cheque especial é responsável por gerar R$ 18 bilhões aos banqueiros.
– A carteira de crédito no Brasil é de R$ 2,392 trilhões. Na Alemanha, somente o banco cooperativo obteve R$ 2,4 trilhões. Os bancos público têm 40% da fatia do mercado e o cooperativo já conta com 30%. Quem tem dinheiro na Alemanha são os bancos cooperativos. Na França, os bancos cooperativos representam 70% do mercado. A Suíça possui 2 milhões de associados que gastaram R$ 7 bilhões para transformar os terminais bancários em máquinas ambientalmente sustentáveis que não geram poluição. Então, as cooperativas possuem esse papel social.

Experiências cooperativas deixaram marcas

A cartilha do cooperativismo inclui 13 ramos específicos: consumo, social, trabalho, educação, transporte, agropecuária, saúde, crédito, habitação, produção, infraestrutura, mineral, turismo e lazer.
De todos, Manuel Santa Rosa já trabalhou em oito. Além do sistema de crédito, pelo qual se dedica atualmente, também atuou no ramo de infraestrutura, construindo um condomínio de 136 casas populares, em Parnamirim, projeto concluído em 2008.
Outra experiência marcante foi como gestor da Cooperativa Educacional do Rio Grande do Norte (Coeduc), escola modelo que funcionava a partir de uma experiência cooperativa nos anos 1990 e 2000.
Com uma mensalidade mais baixa que a das escolas tradicionais, transformou a vida de muitos estudantes e até hoje é lembrada com carinho por quem passou por lá. Ex-aluna da Coeduc, a jornalista e bacharel em Direito Nicole Tinôco acredita que a experiência contribuiu inclusive para sua formação enquanto cidadã:
– Estudar no Coeduc foi uma experiência mágica. Era uma escola cooperativa feita por pais e mestres que contribuiu de forma direta para a formação do meu caráter, e mais que isso, na construção da cidadã que sou hoje. Tive contato com temáticas de esquerda muito cedo, uma formação política sólida, o estudo era partilhado com viés alternativo e não oficial.
A cartilha do cooperativismo segue sete princípios: adesão livre e voluntária; gestão democrática; participação econômica; autonomia e independência; educação; formação e informação; intercooperação e interesse pela comunidade.
Para Santa Rosa, o fortalecimento do cooperativismo em todos os setores passa pela conscientização e informação da população e mais investimento da própria comunidade acadêmica. E cita, além da CredSuper, a CAURN, plano de saúde que também funciona a partir do modelo de cooperativa.
– Falta a academia visualizar a cooperativa. Não tem uma dissertação de mestrado sobre a CredSuper ou CAURN. Falta a academia abraçar o cooperativismo. Seríamos ainda mais fortes.

domingo, 22 de julho de 2018

PESQUISA >> A Senadora Fátima Bezerra - PT lidera todas as pesquisas para governo do RN, demonstrando o reconhecimento popular por sua grande atuação



PREOCUPAÇÃO COM ABASTECIMENTO >> CAERN alerta sobre consumo de água durante a Festa de Sant’Ana, em Caicó

A tradicional Festa de Sant’Ana em Caicó leva  CAERN a alertar sobre o consumo de água na cidade.
A tradicional Festa de Sant’Ana em Caicó leva CAERN a alertar sobre o consumo de água na cidade.
A Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern) alerta a população de Caicó e visitantes que estão em participando dos festejos da Festa de Sant’Anna, que seguem até 29 de julho, para a situação ainda preocupante do abastecimento de água na região.
Neste período, tradicionalmente a cidade conta com a circulação de milhares de pessoas – potiguares e de outros estados – no Seridó.  Com as últimas chuvas de abril, a cidade retomou o abastecimento pelo Açude Itans, mas ainda com volume insuficiente para atender sozinho, sendo reforçado pela adutora emergencial com captação na Barragem Armando Ribeiro Gonçalves.
Ou seja, Caicó permanece em abastecimento pelo sistema de rodízio, recebendo água de forma setorizada. A Companhia pede a compreensão de todos para que os volumes disponíveis possam ser usados de forma racional.
Rodízio
O rodízio de Caicó divide a cidade em dois setores, revezando o abastecimento, ficando quatro dias com água e quatro dias sem água.

EDUCAÇÃO >> Brasil precisa de cerca de 17 mil professores de Geografia para suprir o déficit


Fazer os alunos viajarem pelos quatros cantos sem sair da sala de aula é missão dos professores de Geografia, responsáveis também por apresentar para crianças e jovens aspectos físicos e políticos do mundo que os cerca. 
Uma curiosidade: o dia do professor de Geografia foi instituído no dia 26 de junho por ter sido nessa data que a profissão de Geógrafo foi legalizada, conforme a Lei nº 6.664/1979. 
Segundo dados do Ministério da Educação, o Brasil precisaria de cerca de 17 mil docentes dessa área para suprir o déficit. Existe uma carência de professores para a educação básica em todas as regiões do país, principalmente em cidades mais afastadas dos grandes centros urbanos. Marcus Bartelli é professor de Geografia do curso pré-vestibular Me Salva! A escolha da profissão não foi aleatória. Ele faz parte da quinta geração de professores da sua família e declara que lecionar está no sangue e no coração. ?Ser professor sempre foi uma certeza. Eu também sempre fui uma criança extremamente curiosa em relação a saber como as coisas funcionavam mas na escola nunca obtive essa resposta. Por conta disso, entre tantas opções, escolhi a geografia?, contou. 

Entre as principais dificuldades de ser professor dessa disciplina, Marcus citou a dificuldade em conseguir mostrar para os estudantes como os problemas surgem e como eles podem ser resolvidos. ?Os alunos recebem todos os dias milhares de informações. Eles precisam analisar o que é verídico e ir em uma incessante busca para formar sua opinião em meio a possíveis dúvidas que podem surgir pelo caminho?. 


Marcus disse que ele escolheu a geografia e ela a disciplina o escolheu e frisa que não concorda com a nova reforma do ensino médio que pode tornar a disciplina optativa. ?Todas as matérias são importantes. Porém, a geografia e a filosofia servem como base para entender a sociedade e instigar o pensamento de como transformá-la?. 
Nesse dia e em todos os outros, é importante não confundir a atuação dos professores de Geografia com a de geógrafos. O primeiro tem o título de licenciado e pode dar aulas para turmas de ensino fundamental e ensino médio, já o geógrafo é o profissional que tem bacharelado em Geografia e pode assumir cargos técnicos desde que esteja associado ao Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (CREA) de seu estado. Para lecionar no ensino superior, o requisito é um curso de mestrado, não essencialmente na área de Geografia, mas nas áreas que envolvem essa graduação. 

A diferença entre as duas habilitações é o foco do curso. O bacharelado tem o objetivo de formar profissionais para a indústria, enquanto a licenciatura forma profissionais para a área de educação. Para trabalhar com geografia, é preciso gostar de estudar e compreender a relação do meio ambiente com o ser humano. Por isso, a curiosidade e um grande senso de observação são detalhes que fazem a diferença na profissão. O mercado que emprega bacharéis está bem aquecido e tem uma certa carência por profissionais especializados. Da mesmo forma funciona na carreira acadêmica. 

O estudante Daniel Peixoto ama tudo que está relacionado a geografia e por esse motivo decidiu que faria uma graduação nessa área. ?Esse sempre foi o meu desejo?. Segundo ele, por meio dessa disciplina é possível entender muitos aspectos que cercam a vida do homem. ?Ainda estou no primeiro semestre, mas não vejo a hora de passar todo o meu conhecimento para outras pessoas. Estou ansioso para começar a lecionar?, contou o estudante da faculdade UNOPAR EAD. 


Se assim como Marcus, você também deseja ser um professor de geografia, conte com a ajuda do Educa Mais Brasil. O programa educacional oferece bolsas de estudo de até 70% para quem quer investir na graduação. Acesse o site do Educa Mais Brasil e confira as oportunidades na sua região. É gratuito. 

ECONOMIA >> Quase 20% da população ainda guarda moedas em casa, diz Banco Central

Segundo o BC, o dinheiro vivo ainda é o meio de pagamento mais utilizado pela população: 96,1%. Foto: Agência Brasil.

Parte da população brasileira ainda tem o hábito de guardar moedas em casa. Estudo divulgado na última quinta-feira (19) pelo Banco Central (BC) mostra que 19,3% da população guarda moedas por mais de seis meses. Além disso, 56,2% usam o dinheiro guardado no cofrinho para compras e pagamentos, mostra o BC, no estudo “O brasileiro e sua relação com o dinheiro”.
De acordo com o chefe do Departamento do Meio Circulante do BC, Felipe Frenkel, 8 bilhões de moedas estão guardadas “em algum lugar”. Ele destacou que quanto mais moedas ficarem em circulação, menor será o gasto de recursos públicos com a produção do dinheiro.
O chefe-adjunto do Departamento do Meio Circulante do BC, Fábio Bollmann, disse que o BC considera positivo que a população faça poupança com as moedas. Entretanto, ele orienta a trocar as moedas por cédulas sempre que atingir um valor maior, no comércio ou no banco, para ajudar na circulação de dinheiro.
Segundo o BC, o dinheiro vivo ainda é o meio de pagamento mais utilizado pela população: 96,1% responderam que, além de outros meios, também fazem pagamentos em espécie. Na questão, os entrevistados podiam marcar mais de uma opção – 51,5% mencionaram cartão de débito e 45,5%, cartão de crédito.
Frenkel acrescentou que a pesquisa é importante para saber qual é a demanda atual por dinheiro no país. “O Banco Central faz a pequisa para atender a demanda da população. Ainda é muito necessário o dinheiro no dia a dia”, acrescentou.
Para compras de até R$ 10, 87,9% dos entrevistados preferem utilizar dinheiro. Esse índice diminui com pagamentos de maior valor. Para desembolsos de mais de R$ 500, a maior parte (42,6%) prefere cartão de crédito. No comércio, 75,8% dos estabelecimentos aceitam pagamentos no débito e 74,1% no crédito. Apenas 16,3% aceitam cheques.
Salários
Bollmann destacou que “uma parcela significativa da população ainda recebe o pagamento de salários em espécie. Segundo a pesquisa, esse percentual chegou a 29%, embora a maioria receba por meio de conta corrente ou de pagamento e poupança (48%). Outros 22% disseram que não têm renda, 1% não responderam como recebem o salário e 0,4% por cheque. Em 2013, o percentual dos que recebiam salário em dinheiro era maior: 51%.
Faturamento do comércio
Segundo o comércio, os pagamentos em dinheiro representam 50% do faturamento, contra 55% registrados em pesquisa de 2013. O cartão de débito aumentou de 14% para 20% sua fatia no fluxo de caixa dos estabelecimentos. Já o uso de cheques diminuiu 2 pontos percentuais, passando para apenas 1%. As vendas feitas em cartão de crédito ficaram estáveis no período, com 25%.
Segurança da cédula
Segundo o BC, entre a população, a marca-d’água é o item de segurança mais conhecido, seguido do fio de segurança e da textura da nota. No comércio, a textura ou espessura do papel foi o item mais utilizado para reconhecimento de nota verdadeira, com 48%, seguido pela marca d’água e o fio de segurança.
A pesquisa mostra que 23% dos entrevistados declararam já ter recebido uma cédula falsa, o que representa uma redução de 5 pontos percentuais em relação a 2013, que registrou 28%. Daqueles que receberam notas falsas, apenas 28,3% entregaram para análise do BC.
De acordo com o BC, o hábito de verificar a autenticidade das notas está relacionado ao seu valor. Apenas 8,5% declararam verificar sempre as notas de R$ 2,00. Já para as notas de R$100, o percentual passa para 43,4%. Mesmo para as notas de maior valor, um percentual expressivo não verifica nunca: 39,2% para as de R$50 e 37,7% para as de R$100.
Por ser menos utilizada, a cédula de R$ 100 é considerada a mais bem conservada tanto pelo comércio quanto pela população, diz o BC.
A abrangeu a população de adultos residentes nas capitais e municípios com 100 mil ou mais habitantes e caixas de comércio e serviços. Para cada dos dois públicos-alvos foram realizadas mil entrevistas, em abril deste ano.
Agência Brasil

INSS convoca 178 mil segurados para perícia

O Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) divulgou edital de convocação de beneficiários de auxílio-doença e aposentados por invalidez para realização de perícia médica para revisão do benefício.

Em publicação no Diário Oficial, foram convocadas mais de 178 mil pessoas. O segurado tem até o dia 13 de agosto para fazer o agendamento pelo telefone 135.

No dia da perícia, o beneficiário deve apresentar documentação médica disponível, como atestados, laudos, receitas e exames. Quem não agendar a perícia até 13 de agosto terá o benefício cancelado. Do total de convocados, 168.523 são de aposentados por invalidez e 10.412 são beneficiários do auxílio-doença.
Segundo a publicação oficial, a convocação foi feita porque o INSS não conseguiu encontrar alguns dos beneficiários no endereço informado no cadastro do Sistema Único de Benefícios (SUB), ou porque, no próprio cadastro, não havia informações suficientes para o envio da correspondência.

sábado, 21 de julho de 2018

LULA E FÁTIMA, FÁTIMA E LULA >> Lula envia carta à Fátima e diz que vai ajudá-la a ser a melhor governadora do RN

STF impediu prisão de Lula até julgamento do HC
O ex-presidente Lula enviou da prisão, em Curitiba, uma carta escrita à mão endereçada à senadora e pré-candidata ao Governo do Rio Grande do Norte Fátima Bezerra (PT). O mensageiro da carta foi o ex-ministro da Educação Fernando Haddad, que participou neste sábado (21), via videoconferência, do seminário “A Educação que o RN quer”. Haddad viria a natal, mas problemas no voo impossibilitaram a chegada dele a tempo.
Na carta, lida pela senadora Fátima Bezerra, o ex-presidente Lula reafirma que será candidato à presidência da República e que vai ajudar a eleger Fátima “a melhor governadora da história do Estado”.
Abaixo, a carta, na íntegra:

AGENDE-SE >> Acontecerá amanhã, dia 22, em Natal a Feira de adoção animal

sexta-feira, 20 de julho de 2018

O SOCIAL X O "INSTITUCIONAL" >> O alto custo de nosso judiciário, quando comparado a outros países...

Por inúmeras vezes a mídia elitista tenta nos ludibriar com a falso discurso da "crise"... Porém torna-se necessário que nos posicionemos contrários a essa realidades abaixo que nos mostra quem fica com a maior parte dos recursos.

SITUAÇÃO CRÍTICA >> Itep suspende emissão de carteiras de identidade no RN

Itep suspende emissão de carteiras de identidade no RN

O Instituto Técnico-Científico de Perícia (Itep-RN) suspendeu a emissão de carteiras de identidade no Rio Grande do Norte esta semana devido à falta de formulários para a confecção das cédulas. O serviço só deve ser normalizado na segunda-feira, 23 de julho.
De acordo com a assessoria do órgão, o problema ocorre por causa do atraso na entrega dos documentos pela empresa responsável.
Por causa da suspensão, os agendamentos eletrônicos para emissão do RG,  feitos pelo site do instituto, ficaram para a próxima semana.

RESULTADOS DOS GOVERNOS PETISTAS QUE INVESTIRAM NA EDUCAÇÃO PÚBLICA >> Pela primeira vez Ufersa faz parte de ranking internacional de universidades

A produção cientifica da Ufersa foi fundamental para a entrada no ranking deste ano. Foto: Eduardo Mendonça.
A produção cientifica da Ufersa foi fundamental para a entrada no ranking deste ano. Foto: Eduardo Mendonça.
A Times Higher Education – THE, instituição internacional especializada em produzir rankings universitários há mais de 50 anos, divulgou o Ranking 2018 das Universidades da América Latina e, pela primeira vez, a Universidade Federal Rural do Semi-Árido entra no ranking internacional de universidades.
A avaliação leva em consideração cinco indicadores, conforme explica o professor da Ufersa Felipe Ribeiro, responsável pelo preenchimento dos dados na plataforma da THE. “O ranking é feito a partir de informações que preenchemos na plataforma da Times Higher Education. Eles consideram indicadores em cinco categorias: ensino, pesquisa, citação, inserção internacional e captação de recursos privados”.
O docente representou a Ufersa no encontro de universidades jovens promovidos pela instituição na Universidade do Sul da Flórida, em junho. O professor Felipe ainda conclui, a partir de sua experiência no evento, que “ficou claro que por sermos jovens cabe a nós estabelecermos novas formas de trabalhar o ensino superior em nossa região, nos espelharmos nas boas práticas, em especial naquelas inovadoras e construirmos uma prática única de atuação no Semiárido, buscando excelência ao mesmo tempo que proporcionamos acesso ao ensino superior aos grupos de vulnerabilidade social”.
A produção cientifica da Ufersa foi fundamental para a entrada no ranking deste ano. “O ranking considera apenas universidades que tenham uma produção científica, indexada relevante, com mais de 200 artigos publicados por ano. A Ufersa vem conseguindo manter esse número há quatro anos”, pontua professor Jean Berg Alves da Silva, pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da Ufersa.
Outro aspecto relevante é sobre a internacionalização da universidade. O professor Jean Berg ainda ressalta que a Ufersa está trabalhando na construção de sua política de internacionalização que irá possibilitar o aumento das parcerias com instituições estrangeiras, seja para enviarmos nossa comunidade acadêmica para fora quanto para recebermos alunos e professores estrangeiros também.
Para o reitor da Ufersa, professor José de Arimatea de Matos, é um marco na história da Ufersa entrarmos pela primeira vez no ranking das universidades da América Latina. “A Ufersa já está entre as melhores universidades do País, de acordo com o próprio MEC. Claro que nosso objetivo não se limita a perseguir os melhores resultados em rankings, mas sermos reconhecidos por uma instituição estrangeira e entrarmos num ranking internacional é um reflexo do trabalho e dedicação de nossa comunidade acadêmica com a qualidade da educação”, ressalta.
Ufersa