quarta-feira, 21 de agosto de 2019

JURISTA PELA DEMOCRACIA >> O ato “Moro Mente”, realizado no dia 19, aconteceu no dia em que ex-presidente Lula completou 500 dias preso injustamente.


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Um ato público promovido pela Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD) na Faculdade de Direito da USP, no Largo São Francisco, em São Paulo, reuniu centenas de juristas, políticos, movimentos sociais, estudantes, professores e manifestantes. O ato “Moro Mente”, realizado nesta segunda-feira (19), aconteceu no dia em que ex-presidente Lula completou 500 dias preso injustamente.

O ato teve como objetivo cobrar investigação das ilegalidades cometidas por Sérgio Moro e pelos procuradores e esclarecer à população de que maneira o ex-juiz federal violou as leis em processos como o que levou o ex-presidente Lula à prisão. As reportagens Vaza Jato deram o tom no evento.
Entre as lideranças presentes estavam o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e a presidenta nacional do PT, Gleisi Hoffmann, o presidente nacional do PSOL, Juliano Medeiros, além de juristas como a desembargadora Kenarik Boujikian, a professora Carol Proner e o ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo.
Em carta, o ex-presidente Lula saudou a campanha #MoroMente e destacou que “Moro e a força tarefa da Lava Jato transformaram a operação em uma quase instituição para manipular, fraudar, mentir e corromper as instituições”.
Fonte: Revista Fórum

terça-feira, 20 de agosto de 2019

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO RN >> Deputado Francisco do PT realiza mais uma importante audiência de interesse econômico e social

POSICIONAMENTO >> Deputada Natália Bonavides PT/RN critica vendas de campos de petróleo no RN


A deputada federal Natália Bonavides (PT/RN) se posicionou contra a venda de sete campos de produção terrestres e marítimos de Petróleo do Polo Macau/RN – que conglomera os campos de Aratum, Macau, Serra, Salina Cristal, Lagoa Aroeira, Porto Carão e Sanhaçu. Esses campos juntos produzem cerca de 5,8 mil barris de óleo por dia, segundo dados do site O Petróleo.
A venda dos campos petrolíferos do Rio Grande Norte junto às declarações recentes do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, garantindo que a empresa vai priorizar até 2020 as atividades de exploração e produção de petróleo e gás natural nos estados do Sudeste, afetam negativamente o RN.
“Nosso mandato se coloca contra o desmonte da Petrobras e vamos provocar a realização de uma reunião da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras para debater o assunto e pensarmos ações conjuntas em defesa deste importante e estratégico patrimônio do povo brasileiro”, declarou a parlamentar. 
Natália faz parte da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras e tem defendido à presença da empresa em terras potiguares, uma vez que o Rio Grande do Norte é um dos maiores produtores de Petróleo do Brasil, sendo seus campos geradores de emprego e renda.  

PROTEÇÃO AS SEMENTES NATIVAS >> Embrapa e ASA lançam projeto de conservação das sementes crioulas

As sementes crioulas do Semiárido ganharão outro nível de proteção (Foto: Hugo de Lima/Asacom)

A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Articulação Semiárido Brasileiro (ASA) lançaram o primeiro projeto em parceria, denominado “Agrobiodiversidade no Semiárido”, na manhã de hoje, 19 de agosto no Hotel Petrolina Palace, em Petrolina-PE. O projeto visa ampliar a proteção às sementes crioulas da região e inseri-las nas políticas públicas de sementes. O projeto integra uma iniciativa mais ampla da Embrapa, o programa Inova Social, que tem financiamento do Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) e a parceria de várias organizações da sociedade civil. Como o nome anuncia, o projeto Agrobiodiversidade no Semiárido vai ser realizado na parte do Brasil mais afetada pelas mudanças climáticas, que tornam os eventos naturais mais extremos, como secas mais longas e severas e chuvas mais intensas e concentradas, causando inundações e alagamentos. E as mudanças climáticas são um dos maiores desafios da produção de alimentos no mundo.
Nesse contexto, as espécies de sementes já adaptadas às regiões semiáridas e áridas do mundo têm sido altamente valorizadas pela ciência, que quer estudar suas dinâmicas e características. "De grão, como são consideradas no Brasil, elas passam a ser consideradas sementes de excelência”, afirma Antônio Barbosa, coordenador dos programas de sementes crioulas e de promoção ao acesso à água para a produção de alimentos da ASA. E isso confere a elas o título não só de patrimônio genético dos agricultores e agricultoras familiares e do Semiárido, mas também do Brasil e do mundo.
O projeto Agrobiodiversidade no Semiárido trata-se de uma ação em rede, que acontecerá simultaneamente em sete territórios espalhados em cinco estados do Nordeste - Bahia, Sergipe, Pernambuco, Paraíba e Piauí. A iniciativa é realizada após o Programa de Manejo da Agrobiodiversidade – Sementes do Semiárido da ASA, com parceria do BNDES e do Governo Federal, através do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), que virou Ministério da Cidadania. Segundo Barbosa, o Inova pode ser considerado um passo além do Sementes do Semiárido. "Já passamos pelo momento de olhar para os materiais [genéticos], de sistematizar a importância das sementes dos agricultores e agricultoras, de formar grupos comunitários e formar as casas e bancos comunitários de sementes. Agora, nós estamos dando um passo à frente”, explica Barbosa.

Fonte: https://www.asabrasil.org.br/noticias?artigo_id=10949

LITERATURA >> Jovem poeta potiguar integra Antologia Luso Brasileira de poesia livre


daniel valente
Organizado pela editora portuguesa, chiado Editora, o I Volume da Antologia Luso Brasileira da Poesia Livre, intitulado “Liberdade”, reúne nesses tempos difíceis o que os poetas brasileiros contemporâneos têm a dizer sobre o tema. Entre os textos selecionados está o poema “Liberdade Cassada”, de autoria do poeta potiguar, Daniel Valente.

“Do que vale a liberdade do pássaro se as suas asas estão cortadas?”, foram essas, as palavras que causaram o espanto necessário para que Daniel escrevesse o texto que nos provoca a refletir a falsa ideia de liberdade em um sistema que nos faz livres — mas dentro de suas gaiolas.

Morando em Natal desde 2012, Daniel tem construído seu espaço no cenário da literatura. Ele publicou em novembro de 2016 o poema “Um desejo” na Revista virtual, Revista de Ouro; em maio do mesmo ano o poema “Dentro de vo(ser)” na Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea Além da Terra Além do Céu; em julho de 2017 o poema “Lágrimas Secas” na revista virtual, Revista de Ouro; no ano seguinte, o poema

“João, eu só queria ver os pássaros” no livro Meio Dia do poeta Thiago Medeiros. “Liberdade Cassada”, presente na Antologia de Poesia Luso Brasileira “Liberdade”, é a sua mais recente publicação. O livro encontra-se à venda tanto no Brasil quanto em Portugal, nas livrarias e no site da Chiado Editora.

Atualmente, Daniel Valente trabalha para a publicação do seu livro de estreia. É estudante de Letras da Universidade Potiguar, membro do PET (Programa de Educação Tutorial) de Letras do Rio Grande do Norte e integra o Sarau Insurgências Poéticas, contemplado pelo Edital Centro Histórico 2019 e considerado recentemente pelo Jornal Tribuna do Norte como sendo o principal palco da poesia natalense.

Abaixo, leia na íntegra o poema “Liberdade Cassada”.

Liberdade cassada

Do que vale a liberdade do pássaro

se as suas asas estão cortadas?
Do que vale a liberdade do pássaro
se a luz do seu céu está apagada?
Do que vale a liberdade do pássaro
se os seus pés estão cansados?
Do que vale a liberdade do pássaro
se ele já foi caçado?
Do que vale a liberdade do pássaro
se ela já foi embora?
Do que vale a liberdade do pássaro
se ele está na gaiola?
Do que vale a liberdade do pássaro
se não sabe onde ele mora?
Do que vale a liberdade do pássaro
Se voou e não foi embora?
Do que vale a liberdade do pássaro
no passado da memória?

Número de queimadas cresce 70% e é o maior desde 2013



Resultado de imagem para queimadas crescem no brasilO número de focos de queimadas cresceu 70% este ano (até o dia 18 de agosto) na comparação com o mesmo período de 2018. Ao todo, o Brasil registrou 66,9 mil pontos, segundo a medição do Programa Queimadas do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Os dados apontam que as queimadas atingiram maior índice desde 2013 primeiro ano em que há dados informados de período similar. Segundo os números do Inpe, o bioma mais afetado é o da Amazônia, com 51,9% dos casos. 

O cerrado vem em seguida com 30,7% dos focos registrados no ano. Em números absolutos, Mato Grosso é o estado líder com 13.109 focos de queimada, seguido pelo Pará, com 7.975. Corumbá (MS) é o município campeão em focos: 1.911

Controle usa recursos do Fundo Amazônia

O gerente do Programa Amazônia do WWF Brasil, Ricardo Mello, afirma que, no caso da região amazônica, por exemplo, não há um processo natural que provoca queimadas, como o calor que atinge o cerrado. "Todo fogo [na região amazônica] é de alguma forma iniciado pelo ser humano. Então esse aumento é diretamente causado pela ação do homem", afirma. 

No começo do mês, o governo do Amazonas decretou situação de emergência em razão de queimadas. Segundo Mello, na Amazônia historicamente o uso de fogo tem como principal causa o processo de desmatamento. "Depois de desmatar, coloca-se fogo na área. 

Boa parte do desmatamento que cresceu e vem sendo notícia está se revertendo agora nessas queimadas", diz. A diretora de ciência do Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) Ane Alencar tem a mesma opinião. Para ela, o aumento de queimadas só pode ser explicado pela alta no desmatamento, já que não houve qualquer evento climático extremo que justifique essa situação.

O Inpe, que levanta os dados de queimadas, foi alvo de críticas recentes do presidente Jair Bolsonaro (PSL). Ele acusou o órgão de estar a serviço de algumas ONGs ao divulgar dados que apontaram aumento do desmatamento na Amazônia. O caso resultou na saída do diretor do Inpe, Ricardo Galvão

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

ECONOMIA, POLÍTICA Vs ALIENAÇÃO >> Quando quiserem discutir sobre política e economia, pesquisem e confirmem os dados...


DIVULGANDO >> Estão abertas as inscrições para o 2º Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais

O 2º Prêmio BNDES de Boas Práticas para Sistemas Agrícolas Tradicionais (SATs) tem as inscrições abertas  de 10 de junho a 31 de outubro de 2019.


Serão premiadas até 10 ações de boas práticas de SATs no Brasil já realizadas ou com etapas concluídas. Os três primeiros colocados receberão o valor bruto de R$ 70 mil e os demais o valor de R$ 50 mil. Podem concorrer instituições de direito privado, sem fins lucrativos, com existência mínima de dois anos, contados da data de publicação do Edital e comprovada composição ou parceria com as comunidades detentoras dos SATs.

O objeto da premiação é reconhecer boas práticas de salvaguarda e conservação dinâmica de bens culturais e imateriais associados à agrobiodiversidade e à sociobiodiversidade presentes nos Sistemas Agrícolas Tradicionais no Brasil. Serão consideradas boas práticas as ações que tenham sido bem-sucedidas, tanto na sua execução quanto em seus resultados, e que mereçam divulgação e reconhecimento público.
Os sistemas agrícolas de povos indígenas e comunidades tradicionais são parte importante da dinâmica econômica de diversas regiões do país e sua manutenção está vinculada aos saberes ancestrais dessas populações, patrimônios culturais que guardam modos únicos de preservação da agrobiodiversidade.
O Prêmio BNDES SATs é uma iniciativa do BNDES em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).
Confira o edital e anexos:

Filtro natural mostra de forma prática a relação: vegetação, solo e água

A imagem pode conter: planta

Extraído da página do Facebook Coisas de Hippie

"Quanto mais vegetação há, mais limpa sai a água." Tomemos consciência da importância das florestas em nosso planeta. 💚

BOLSONARO E SEU OBJETIVO DE DESMONTAR A EDUCAÇÃO >> MPF obtém liminar contra extinção de 189 cargos e funções na UFRN e no IFRN


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Decreto presidencial que previa o afastamento automático dos ocupantes dos cargos e funções tem efeitos suspensos no estado

O Ministério Público Federal (MPF) obteve liminar que proíbiu a extinção de 189 cargos e funções na Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFRN). A decisão da 5ª Vara Federal do RN suspende, no âmbito do estado, os efeitos do decreto presidencial que determinou a extinção de milhares de cargos e funções gratificadas e de confiança por todo o Brasil e impede a exoneração e dispensa automática de seus ocupantes.

Na deliberação, a juíza federal substituta salienta que a Constituição Federal “conduz claramente ao entendimento de que não pode o Presidente da República dispor, mediante decreto, sobre a extinção de funções ou cargos públicos ocupados. Para que seja possível tal extinção, é necessária a elaboração de lei em sentido formal”. A decisão se aplica a 141 cargos ocupados na UFRN e 48 no IFRN, não atingindo 17 cargos vagos da universidade extintos pelo decreto.

No início do mês, o MPF impetrou Ação Civil Pública (ACP) com o pedido de tutela de urgência, argumentando que a economia com a extinção dos cargos não chegaria a 0,06% da folha de pagamento das duas instituições. Por outro lado, além de inconstitucional, a iniciativa poderia inviabilizar o funcionamento de várias áreas da universidade e do instituto, bem como prejudicar indiretamente as atividades de ensino, pesquisa e extensão, pois os números representam um quarto do total das funções.

É o que constatou a decisão judicial, ao destacar que “a extinção de cargos e funções ocupadas, tanto na UFRN quanto no IFRN, ocasionaria uma desorganização administrativa apta a ensejar graves danos às instituições, aos alunos e à sociedade, por meio de uma desestruturação orgânica abrupta e ilegítima”.

Impacto - Na ACP, assinada pelos procuradores da República Caroline Maciel (procuradora regional dos Direitos do Cidadão no RN), Fernando Rocha e Emanuel Ferreira, o MPF demonstra que o Decreto 9.725 - assinado pelo presidente da República Jair Bolsonaro em 12 de março de 2019 -não representa economia significativa para as instituições. No caso da UFRN, o valor anual total das funções extintas corresponde a apenas 0,031% da folha de pagamento de pessoal e encargos sociais. No IFRN esse percentual corresponde a 0,056%. Algumas das funções representavam remuneração mensal de apenas R$ 270,83 e muitas eram ocupadas por servidores de carreira.

Na área acadêmica, foram extintos cargos como os das coordenações de laboratórios nos campi avançados e as coordenações de administração escolar e as de multimeios. Na área administrativa, há funções de coordenação e de planejamento. Das 158 da UFRN, 141 estavam ocupadas e as demais se encontravam vagas devido à rotatividade de ocupantes e não por serem desnecessárias. Das 141, 101 eram da área acadêmica e 40 da administrativa, representando, respectivamente, uma perda de 23% e 28% do total.

Riscos - De acordo com a UFRN, a extinção das funções, “desacompanhada de um plano de reestruturação das mesmas, pode comprometer o funcionamento adequado das unidades acadêmicas e administrativas, uma vez que algumas delas, por sua natureza, são de difícil reestruturação. Outro risco envolvido é o desestímulo na motivação do quadro de servidores, uma vez que agregarão atividades, inclusive de gestão, sem o devido reconhecimento, podendo ocasionar, inclusive, situações de desvio de função”.

Há ainda o temor de que docentes tenham de acumular atividades atualmente não exercidas, devido à extinção dos cargos, influenciando a disponibilidade dos professores para as atividades fins (ensino, pesquisa e extensão). O MPF reforça que a falta das funções pode gerar até mesmo prejuízo em vez da pequena economia prevista: “(...) é evidente, por exemplo, que um descontrole da área de contratos, por conta de ausência de chefia imediata, pode acarretar em muitos efeitos econômicos prejudiciais ao patrimônio público”, exemplifica.

A ACP tramita na 5ª Vara da Justiça Federal sob o número 0808271-42.2019.4.05.8400.

Fonte: http://www.mpf.mp.br/rn/sala-de-imprensa/noticias-rn/mpf-obtem-liminar-contra-extincao-de-189-cargos-e-funcoes-na-ufrn-e-no-ifrn

BOA INICIATIVA >> Circuito Ambiental criado pelo Parque da Cidade passa a fazer parte do Roteiro Turístico-ecológico do Município de Natal

A Câmara Municipal de Natal realizou na terça-feira (13), audiência para apresentar o projeto “Roteiro Turístico-ecológico do Município de Natal, de autoria do vereador Fulvio Saulo, para estimular o turismo ecológico na cidade. Durante o evento, o gestor do Parque da Cidade Dom Nivaldo Monte, Carlos Eduardo Pereira da Hora, explanou sobre o projeto Circuito Ambiental de Natal e demais projetos executados no âmbito da Unidade de Conservação Municipal.
O Circuito Ambiental de Natal foi criado pela equipe do Parque da Cidade no ano de 2017, na Semana do Meio Ambiente. Com um roteiro que reúne todas as dez Zonas de Proteção Ambiental (ZPA´s), áreas protegidas e delimitadas pela legislação municipal de Natal e outros lugares que estão sob a proteção ambiental, o Circuito permite apreciar a beleza e os benefícios que a natureza nos oferece diariamente e que a agitação do dia-a-dia não nos permite essa visualização e valorização. É uma atividade que une esporte, lazer, educação ambiental e ciência, proteção e preservação ambiental, além da contemplação de belas paisagens.
Para fazer o Circuito Ambiental de Natal, é preciso formar o grupo e fazer o agendamento prévio pelo telefone 3232-3207. Para outras informações sobre o Parque da Cidade ou agendamento de visitas, ligue 3232-3074/3207/3368

domingo, 18 de agosto de 2019

A cada dia esse vídeo torna-se mais atual

GOVERNO LIBERA ACELERAÇÃO EM RODOVIAS FEDERAIS >> O cúmulo da irresponsabilidade com a vida!

A imagem pode conter: texto
Depois de determinar o cancelamento de contratos de radares fixos nas estradas federais do país, Bolsonaro, agora, vai tirar todos os radares móveis das rodovias. 
Nem é preciso ser especialista em trânsito para saber que as medidas irão gerar mais acidentes, mortes e feridos. Um desastre completo.

UMA PLANTA BEM COMUM EM NOSSA REALIDADE >> Melão são-caetano consegue matar até 98% de células cancerígenas

Melao do mato cod.8575                           O melão-são-caetano é uma planta que existe em todas as regiões do Brasil.
Este texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger. Trata-se de uma tradução livre do artigo escrito em primeira pessoa publicado por Shallenberger. 
Acompanhe: Eu estou sempre buscando por substâncias que dão uma “chave de braço” no metabolismo peculiar das células cancerosas. É vital que essas substâncias matem as células doentes e deixem as saudáveis intactas. Já falei sobre algumas de minhas descobertas científicas no passado, como o resveratrol, chá verde, seanol e outros. Mas hoje eu vou lhes falar sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.
A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo (Momordica charantia - no Brasil, pode ser conhecido como melão-de-são-caetano), sendo popular na região de Okinawa, no Japão.
O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!
Já comentei em outros artigos a respeito da apoptose, que é a resposta natural de um organismo em lidar com células fora do comum - que simplesmente suicidam. O suco induziu essa morte programada por vários caminhos diferentes. Um desses caminhos foi o de colapsar o metabolismo de alimentação por glicose das células doentes, ou seja, privou-as do açúcar que elas necessitam para sobreviver.
Será que esses estudos de laboratório também servem para animais vivos? A resposta é um sonoro “sim”! Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.
O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.
A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.
No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.
Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: "É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer."
Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.
Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.

A FAVOR DA VIDA >> Artistas protestam contra a liberação da caça de animais no Brasil

Em vídeo, artistas protestam contra a liberação da caça de animais no Brasil


Alinne Moraes, Bruno Gagliasso, Miguel Falabella, Carolina Dieckmann e Thaila Ayala, entre outros artistas e ativistas, pela organização #342Amazonia, em protesto contra diversos projetos de lei, em tramitação em Brasília, que têm como finalidade liberar a caça de animais silvestres no país.
Além disso, o filme mostra o apoio do próprio presidente Jair Bolsonaro a essas iniciativas absurdas. Recentemente, em suas redes sociais, ele afirmou que a medida vai “beneficiar – e muito – a vida de colecionadores, atiradores e caçadores”.
De acordo com os idealizadores da campanha, “A caça é uma realidade criminosa no país, e pode piorar. Isso porque Bolsonaro diz que vai cumprir mais uma de suas ameaças contra o meio ambiente, flexibilizando a legislação que regula a caça no Brasil. A promessa do presidente tem endereço certo: facilitar a vida daqueles que querem assassinar animais por diversão”.
Segundo a assessoria do Palácio do Planalto, o presidente assinará um decreto que permitirá que cerca de 250 mil cidadãos registrados como “colecionadores, atiradores desportivos e caçadores”, possam andar com suas armas e munição. Além disso, pretende facilitar o registro dessas categorias para outros interessados.

#DigaNãoAEssaBarbaridade

De acordo com a Aliança Pró Biodiversidade (APB), existem quatro projetos de lei atualmente sobre o tema na Câmara dos Deputados:
  • PL 6.268/2016 (PL da Caça): do ex-deputado federal Valdir Colatto (MDB-SC) e que pretende legalizar as caças profissional e esportiva (sobre o qual falamos aqui, neste outro post);
  • PLP 436/2014: do deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB-SC), que tenta passar para os Estados o fornecimento de autorizações de caça;
  • PL 7.136/2010: do deputado federal licenciado e atual chefe da Casa Civil do Governo Bolsonaro, Onyx Lorenzoni (DEM-SP), que propõe passar para os municípios a emissão de licenças de caça;
  • PL 1.019/2019: do deputado federal Alexandre Leite (DEM-SP), que pretende criar o Estatuto dos CACs (Colecionadores, Atiradores e Caçadores) abordando o armamento utilizado por essas categorias, além de considerar como legalizada a caça esportiva no Brasil.
A APB iniciou uma petição online, no site Change.org* , em que os brasileiros podem se manifestar contra essas propostas.
Como diz o ator e diretor Miguel Falabella participante da campanha, “Qual recado passaremos para as gerações futuras? Eles crescerão vendo que caçar é algo normal?”
Caçar não é esporte. #DigaNãoAEssaBarbaridade
*Há ainda outra petição sobre o assunto, que até este momento, já tem mais de 395 mil assinaturas. Assine também!

CUBA: BELEZAS NATURAIS, HISTÓRIA E CULTURA >> Ilha socialista atinge marca de 3 milhões de visitantes



Cuba acaba de atingir a marca de 3 milhões de visitantes internacionais. 

A informação foi divulgada, na última quinta-feira (15/08), pelo Ministério do Turismo da ilha e destaca que o maior mercado emissor continua sendo Canadá; seguido por países europeus, sendo que entre eles a Rússia é que tem maior ritmo de crescimento.

Foram seis dias de atraso em relação a 2018, já que o país bateu a marca de 3 milhões em 9 de agosto do ano passado. 

A ilha socialista aparece como um importante destino turístico por sua natureza, praias, patrimônio cultural, segurança e hospitalidade de seu povo.

Queda de turistas em 2019?
Cerca de 4 milhões e 700 mil turistas visitaram à ilha caribenha em 2018. Devido as novas medidas do governo dos EUA como proibições de viagens de estadunidenses à ilha e aplicações de sanções contra investidores sócios do governo cubano, o Ministério do Turismo de Cuba diminui a meta prevista para 2019: inicialmente de 5 milhões caiu para 4 milhões e 300 mil, menor que a dos últimos dois anos.