quarta-feira, 31 de julho de 2019

PRIORIDADE GOVERNAMENTAL >> Governo do RN conclui nesta quarta-feira, 31, a folha de julho dos servidores


O Governo do Estado conclui nesta quarta-feira (31) o pagamento da folha salarial do mês de julho do funcionalismo estadual. Serão R$ 230 milhões depositados para mais de 59 mil servidores ou 20% do quadro de pagamento do Estado. Recebem nesta quarta os servidores lotados em pastas com recursos próprios e da Educação, e ainda os 70% restantes de quem recebe acima de R$ 3 mil (valor bruto). Dessa forma, o Governo conclui a folha de R$ 490 milhões do mês de julho.

Para o mês de agosto, as datas e valores de pagamento permanecerão o mesmo de julho. O Governo do Estado segue no trabalho diário na busca de recursos extras com medidas e ações planejadas para quitar as três folhas restantes em atraso.

*CALENDÁRIO
*JULHO
Dia 31
70% de quem ganha acima de R$ 3 mil
Pagamento integral dos servidores de órgãos de arrecadação própria e da Educação

*AGOSTO
Dia 15
Pagamento integral de quem ganha até R$ 3 mil brutos;
Todo o pessoal da Segurança Pública
Parcela de 30% de quem acima de R$ 3 mil

Dia 31
Restante de quem ganha acima de R$ 3 mil
Pagamento integral dos servidores de órgãos de arrecadação própria e da Educação

*SETEMBRO
Dia 16
Pagamento integral de quem ganha até R$ 3 mil brutos;
Todo o pessoal da Segurança Pública
Parcela de 30% de quem acima de R$ 3 mil

Dia 30
Restante de quem ganha acima de R$ 3 mil
Pagamento integral dos servidores de órgãos de arrecadação própria e da Educação.

FONTE: GOVERNO DO RN

LUTA EM FAVOR DO FUNDEB PERMANENTE >> Debate promovido pelo SINTE/RN vai pautar a luta pelo FUNDEB Permanente

A luta em favor do FUNDEB Permanente será o tema de um debate promovido pelo SINTE/RN. O evento está marcado para 31 de julho, quarta-feira, às 14h30, na sede estadual do Sindicato, em Natal. O professor Francisco das Chagas Fernandes é o convidado especial do debate e fará a coordenação das discussões.
O FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) é um conjunto de fundos que reúne a União, os Estados e Municípios. Foi criado em 2007 em substituição ao FUNDEF (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério) para garantir recursos para a educação básica, o ensino infantil, médio e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Tem validade até 2020. A luta, que é puxada pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) é para que este fundo passe a ser permanente.
O FUNDEB já foi tema do Extra Classe Web TV Ao Vivo, programa semanal ao vivo do SINTE/RN que é veiculado no Facebook e Youtube do Sindicato. Confira AQUI o programa.

POR DEMOCRACIA >> Ato na ABI tem multidão em defesa de Glenn, da imprensa e da democracia

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Ato na ABI tem multidão em defesa de Glenn, da imprensa e da democracia 2 (2)
O ato em defesa do jornalista Glenn Greenwald e da liberdade de imprensa, na sede da ABI, no centro do Rio, se transformou em um ato em defesa da democracia com uma multidão no auditório e na Rua Araújo Porto Alegre.
Ato na ABI tem multidão em defesa de Glenn, da imprensa e da democracia 2 (2)
Muito aplaudido, Glenn Greenwald chegou às 19h15m, pouco depois do início do ato, quando o representante da OAB falava como primeiro orador. Políticos e artistas participaram do evento, iniciado pelo jornalista Cid Benjamin.
Chico Buarque foi um dos que integraram a mesa. Paulo Betti, Marcelo D2, Pedro Luiz, Fernanda Abreu, dentre outros, marcaram presença, ao lado da deputada Benedita da Silva, os deputados Marcelo Freixo, Jandira Feghali, Eliomar Coelho e outros parlamentares.
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Uma vez lotado o auditório por 500 pessoas, outras centenas tiveram que assistir por telão no saguão do 9° andar, além de outras centenas gritando palavras de protesto na calçada diante da sede, na Rua Araújo Porto Alegre.
Carol Proner, representando os  Juristas pela Democracia, lembrou que agora existem Engenheiros pela Democracia e Jornalistas pela Democracia, dentre outras categorias.
Chico Buarque, com seu jeito simples e comedido, disse que não tinha se organizado para falar diante da enxurrada de acontecimentos.  “Agora fica explícito pra quem quiser saber o quanto se armou para eleger esse governo”, observou Chico, acrescentando, com ironia, “por que tipo de diferença o então juiz Sérgio Moro fora eleito o homem do ano que faz a diferença”.
Em seguida, a jornalista Beth Costa discursou defendendo a regulação da mídia. Cid Benjamin lembrou que o ato não era só em defesa do jornalismo, mas em defesa da democracia.
Cid também manifestou solidariedade a Felipe Santa Cruz, presidente da OAB atacado por declaração de Bolsonaro sobre a morte de seu pai pela Ditadura.
Uma caravana de petroleiros da Bahia também compareceu. Um representante da Federação dos Petroleiros discursou dizendo que os petroleiros estão juntos com Glenn e que desde 2008 a Petrobras é espionada, sobretudo depois da descoberta do pré-sal. Foi ovacionado o representante dos petroleiros.
João Batista Damasceno, representantes dos Juízes Pela Democracia ocupou o microfone para ler manifesto de familiares de desaparecidos pela Ditadura.
Wagner Moura também estava presente e discursou: “Solidariedade não só com o Glenn, mas com todos que devem dignificar a profissão. Solidariedade com todo jornalista que bate no peito e diz “eu sou jornalista”. Solidariedade com indígenas. À memória dos assassinatos pela ditadura brasileira, aos negros das favelas. A ultima vez que estive aqui na ABI foi num ato de apoio a Jean Wyllys.” Ainda citou a família de Glenn Greenwald que é casado com um deputado federal do PSOL-RJ, David Miranda e tem dois filhos adotados, “família brasileira linda”, e concluiu dizendo: “Somos maioria!”

REFLEXOS DE NOSSO ATRASO EDUCACIONAL >> MPF incentiva escolas potiguares a promover conscientização sobre cultura afro e escravidão

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Gestores deverão combater atos que representam discriminação contra os negros e sua história

O Ministério Público Federal (MPF) firmou um compromisso com a Secretaria Estadual de Educação e o Centro de Educação Integrada – CEI – com a finalidade de promover a conscientização sobre a história afro e a escravidão negra no Brasil. Serão adotadas medidas pedagógicas e operacionais para debate do tema no ambiente escolar com o objetivo de inibir “qualquer ato tendente a tolerar a discriminação e racismo”.

O compromisso é fruto de audiência realizada na última sexta-feira (26) – presidida pelo procurador da República Fernando Rocha – que resulta de um procedimento preparatório em trâmite no MPF desde a polêmica divulgação do caso de um garoto que, na festa de halloween da escola em outubro do ano passado, foi fantasiado de escravo pela mãe (maquiado com cicatrizes nas costas e no peito, usando algemas e grilhões).

O CEI se comprometeu a manter um plano pedagógico no qual conscientize sua comunidade escolar da importância do conhecimento a respeito da história do negro no país, bem como da irrefutável existência da escravidão negra, assim como a combater atos que promovam, de forma velada ou não, a discriminação contra os negros e sua história.

Os dirigentes do colégio e da secretaria deverão enviar, dentro de 180 dias, um relatório ao MPF informando todas as ações já em curso e as que serão adotadas para o cumprimento do compromisso.

Legislação - O artigo 26-A, da Lei 9394/96 impõe aos estabelecimentos de ensino fundamental e médio, sejam públicos ou particulares, o dever de desenvolver o ensino sobre história e cultura afro-brasileiras. Além da norma legal, está em vigor a “Década Internacional de Afrodescendentes”, reconhecida pela ONU e cujo objetivo é divulgar e preservar a história dos afrodescendentes no mundo.

O Brasil também é signatário da Convenção Internacional sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial, ratificada em 27 de março de 1968. O Brasil também assinou a Convenção sobre Direitos da Criança, ratificada em 14 de setembro de 1990.

O caso está sendo tratado pelo MPF porque a Constituição determina que compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes “previstos em tratado ou convenção internacional, quando, iniciada a execução no país, o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro, ou reciprocamente”.

O fato que originou o procedimento, por ter sido divulgado na internet pela própria mãe da criança, configurou a “transnacionalidade” exigida pela norma constitucional. Sobre as possíveis implicações legais relacionadas diretamente à atitude envolvendo o ato de vestir o filho como se fosse escravo, o procedimento segue em sigilo.


terça-feira, 30 de julho de 2019

O COISO E SUAS 'PROMESSAS" >> A maldade como meta de governo

FORTALECIMENTO REGIONAL >> Governadores formalizam consórcio e anunciam plano de trabalho

Os governadores do Nordeste anunciaram nesta segunda-feira (29) a formalização do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Nordeste e definiram as propostas do plano de trabalho. Eles se reuniram em Salvador (BA), no Centro Administrativo da Bahia.

Segundo os governadores, as propostas contemplam ações em várias áreas da administração, como a execução de um programa para oferta de médicos para o serviço de atenção primária com a finalidade de ampliar o atendimento de saúde nas áreas mais carentes.

Os governadores apoiam a proposta do Ministério da Saúde de criar um programa de médicos para o Brasil e desejam contribuir. Para isso o Consórcio vai solicitar audiência ao Ministro da Saúde.

Outra proposta é a definição de um processo único para compras pelos estados visando reduzir custos de equipamentos e matérias nas diversas áreas da administração. Ficou definido que o primeiro registro de preços será publicado neste mês de agosto.

Integrar dados de todos os estados para organizar indicadores alinhando o planejamento e as ações do consórcio foi outra medida definida.

Os governadores trataram sobre a elaboração de uma agenda internacional em busca de parcerias institucionais e financiamentos para projetos. A primeira agenda vai contatar países da Europa, em novembro próximo.

VEJA AS PROPOSTAS:
1 – Apresentação do programa de oferta de médicos para a atenção primária na região, visando ampliar os serviços de saúde nas áreas mais carentes dos estados nordestinos. Os governadores apoiam a proposta do Ministério da Saúde de criar um programa de médicos para o Brasil e desejam contribuir com a proposta. Para isso, irão solicitar o agendamento de audiência com o ministro.

2 – Efetivação de um processo único de compras para estados integrantes do Consórcio, com o objetivo de reduzir os custos na aquisição de aquisição de bens e serviços em diversas áreas da administração, alcançando economia importante para os cofres públicos. Ficou definido que o primeiro edital será publicado ainda no mês de agosto.

3 – Integração de dados estaduais e sistemas de informação para organizar indicadores para planejamento e ações do consórcio, em sintonia com o Plano Nacional de Desenvolvimento do Nordeste;
4– Construção de uma agenda internacional buscando parcerias institucionais e financiamentos de projetos com outros países. A primeira agenda internacional será em novembro próximo;
5 – Apresentação do Nordeste Conectado, um projeto que visa conectar a região por meio de fibra óptica;
6 – Elaboração de estudos para criação de um fundo de investimentos que estimulem a atração e ampliação de empresas no Nordeste, funcionando como uma agência de fomento regional;

Além do Plano de Trabalho do Consórcio, os governadores definiram pontos referentes à segurança pública, considerados emergenciais:
A – A efetiva implementação das ações asseguradas no Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), a fim de que haja investimentos e execução de medidas conjuntas de combate ao crime e à violência;
B – A liberação imediata de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública por parte da União, que precisa assegurar inclusive o descontigenciamento das verbas do citado Fundo, o qual possui atualmente R$ 1,1 bilhão retido;

Finalmente, ratificamos a nossa defesa do pacto federativo, a exemplo da imediata aprovação das regras do Novo Fundeb, implementação do Plano Mansueto para equilíbrio fiscal, compensação pelas perdas na arrecadação tributária decorrentes da lei Kandir, securitização que permite transformar dívidas em títulos públicos para serem vendidos pelos estados e garantia de repasse de recursos provenientes da cessão onerosa do pré-sal.

Assinaram esta carta:
Rui Costa- Governador da Bahia
Paulo Câmara - Governador de Pernambuco
Flávio Dino - Governador do Maranhão
Wellington Dias - Governador do Piauí
Fátima Bezerra - Governadora do Rio Grande do Norte
João Azevedo - Governador da Paraíba
Belivaldo Chagas - Governador de Sergipe
Izolda Cela - Vice-Governadora do Ceará
Luciano Barbosa - Vice-Governador de Alagoas

MAIS UM ABSURDO DO GOVERNO BOLSONARO >> Mudanças no Conad são interpretadas como ataque à democracia


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A exclusão de especialistas e entidades do Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas (Conad), determinada pelo Decreto 9926, do presidente Jair Bolsonaro, vem sendo repudiada e contestada por entidades, especialistas e ativistas como um ataque à democracia.

Criado em 2006 no governo do presidente Lula, o Conad era formado por 31 membros, sendo 17 do governo (ministros ou indicados) e 14 da sociedade civil.
O professor-pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Dênis Petuco, redutor de danos e consultor autônomo sobre Drogas, Educação e Saúde, em entrevista ao Repórter SUS, programa produzido em parceria com a Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio da Fiocruz, demonstra preocupação com a “eliminação quase que total da sociedade civil no Conselho Nacional de Políticas sobre Drogas”.
”Na verdade a gente perde o espaço total do contraditório. Perde o Conselho, como sendo um grande fórum de debates sobre política de drogas”, explica o professor.
A partir do decreto, o governo assume 85% das vagas e perdem assento no Conselho a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Conselho Nacional de Educação, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e os conselhos federais de Medicina, Psicologia, Serviço Social e Enfermagem.
O decreto também proíbe tornar públicas as discussões do Conad sem autorização prévia, o que para Petuco remete ao período anterior à redemocratização no Brasil.
“As políticas públicas para lidar com isso [drogas] ao longo de muitas décadas foram decididas a portas fechadas, o ambiente reflexivo em torno dessas políticas era praticamente isento de controvérsias e isso foi assim por praticamente todo o século 20. Essa realidade foi se modificando a partir do processo de redemocratização brasileiro”, conta Petuco.
Segundo o especialista, um dos motores dessa maior participação foi o surgimento da Política de Redução de Danos e das primeiras organizações da sociedade civil envolvidas com o Movimento de Luta contra o HIV/Aids.
“Hoje se tem uma quantidade enorme de organizações da sociedade civil que querem participar desse debate. É assustador, então, que um governo de um país ainda democrático veja isso com medo. Qualquer governo de um país democrático olharia isso como uma fortaleza.”
Na avaliação do pesquisador “atacar qualquer um desses ambientes de debate e de formulação política é atacar a democracia”.
Fonte: Brasil de Fato

MEMÓRIA DA LUTA E DA RESISTÊNCIA >> Marielle Franco será nome de rua em Lisboa

Depois de Paris ter aprovado a criação de um jardim com o nome da vereadora e a cidade alemã Colônia inaugurar uma rua com a mesma proposta, agora é Portugal quem prestará mais uma homenagem internacional a Marielle Franco, que faria 40 anos de vida nesse sábado (27.) A Câmara Municipal de Lisboa aprovou por unanimidade a criação de uma rua com o nome da vereadora assassinada brutalmente, há 500 dias, no Rio de Janeiro.
“Temos a honra de poder homenagear a Marielle Franco, vereadora de esquerda que foi brutalmente assassinada no Rio de Janeiro, em 2018. A sua memória perdurará também em Lisboa, porque as causas pelas quais lutava são as nossas. Marielle, presente!”, afirmou o vereador Manuel Grilo, autor da proposta, em sua conta no Twitter.
Outra homenagem dedicada à Marielle Franco foi neste sábado (27), no SummerStage, um festival de música realizado no Central Park, em Nova York.
Em um dos intervalos do festival, que teve atrações como Alceu Valença e Cordel do Fogo Encantado, foram lidas cartas da irmã da Marielle e de sua viúva, Mônica Benício. Além disso, o rosto de Marielle foi projetado em um telão no palco.
Outras programações também ocorreram na cidade da ex-vereadora do Rio de Janeiro. Marielle nomeará uma rua no Estácio, bairro onde ela foi assassinada juntamente com Anderson Gomes.
Nesse sábado (27), Marielle completaria 40 anos de idade e já são 500 dias desde o seu assassinato, que ainda não foi totalmente resolvido. Ainda não se tem informações sobre quem mandou matar a vereadora e por qual motivo, apenas o nome de quem cometeu o crime.

“O Future-se representa a destruição da universidade pública brasileira”, alerta ex-pró-reitor de planejamento da UFRN em debate


Consequência direta da Emenda Constitucional 95, que congelou os investimentos em saúde e educação por vinte anos, o programa Future-se, apresentado pelo Ministério da Educação no último dia 17, foi tema de debate promovido pelo ADURN-Sindicato, na Biblioteca Central Zila Mamede, nesta sexta-feira (26).
Com o auditório lotado, os professores João Emanuel Evangelista, Josué Vitor e Zéu Palmeira fizeram por cerca de duas horas uma intensa discussão sobre o projeto, que prevê a criação de um fundo soberano do conhecimento, de natureza privada, a ser negociado em Bolsa de Valores, modificando toda a essência do ensino universitário superior brasileiro. "O impacto que isso vai ter não é algo que devemos colocar em segundo plano ou desconsiderar. Nós precisamos colocar para aqueles professores que não se sentem atingidos com todo esse conjunto de ações que vem sendo feito desde maio de 2016, que absolutamente todos esses projetos estão alinhados: a Emenda Constitucional 95, a Reforma Trabalhista, a Terceirização Irrestrita, a Reforma da Previdência, a proposta de Reforma Tributária que está em curso e agora esse Future-se não são apenas coisas factuais, fazem parte de um grande projeto de destruição maciça", alertou o presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte.
“A universidade está diante de uma decisão extremamente importante para o seu futuro. A proposta do Governo Federal de buscar financiamento privado, para garantir a sustentação orçamentária da instituição, é algo que pode ser um divisor de águas na história da universidade brasileira, por isso a importância deste debate”, ressaltou o professor Joao Emanuel Evangelista, ex-pró-reitor de planejamento da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
Para o professor Zéu Palmeira, discutir o Future-se é mais do que discutir a universidade que queremos, é discutir a civilização que queremos. “É muito importante, em um momento em que as universidades estão de certa forma sangrando, em face do contingenciamento e também em razão das hostilidades que vêm sofrendo - seja por meio de ataques de ineficiência, ataques de falta de produtividade e uma falta de reconhecimento dos avanços que foram obtidos nesses anos - que se discuta aqui qual o papel do Future-se, como ele vai interferir na autonomia universitária e como as universidades e Institutos Federais irão atuar junto às Organizações Sociais nesse anteprojeto que foi apresentado recentemente”, disse o professor.
Atual pró-reitor de planejamento da UFRN, Josué Vitor, ressaltou que a proposta do Governo Federal não apresenta toda a clareza necessária, “pelo texto a gente realmente não consegue entender como é que o Future-se consegue trazer toda essa autonomia financeira, de gestão e governança, daí a necessidade de a gente ter que compreender o documento e realizar as discussões no âmbito da UFRN e nacional também”, afirmou.
De acordo com o pró-reitor, a universidade está se organizado de maneira a ter não apenas um debate interno, como também um debate coletivo, alinhado com a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), para que se possa ter mais força nas propostas de alterações e melhorias dentro do projeto Future-se.
Para o professor João Emanuel Evangelista não há dúvidas: o Future-se representa a destruição da universidade pública brasileira. “Eu particularmente defendo a tese de que esse programa do governo na verdade é um primeiro passo para o processo de privatização das universidades federais e de rompimento absoluto com a soberania e autonomia das universidades. Então defendo a tese de que a UFRN não faça adesão ao o Future-se”, destacou o professor.
A necessidade da continuidade das discussões foi destacada pelo presidente do ADURN-Sindicato, Wellington Duarte, “vamos solicitar a reitoria que seja convocada uma assembleia geral universitária e que seja colocada essa discussão nos conselhos. É necessário que haja um amplo debate sobre isso para que todos os mais de dois mil professores que estão na ativa tenham a informação adequada. Vamos também solicitar a administração central que se crie um grupo de trabalho de professores, servidores e estudantes, para que possamos nos aprofundar neste tema que pode ser determinante para as próximas décadas nas universidades brasileiras”, afirmou o presidente.
O vídeo com o debate na íntegra está disponível AQUI 

segunda-feira, 29 de julho de 2019

ANTES TARDE DO QUE NUNCA >> Pesquisa Ipsos: 59% dos brasileiros pensam que país está na direção errada, e violência é maior preocupação


Brasileiros estão menos otimistas que na eleição, mas clima no país ainda é melhor que em 2018
Foto: peeterv / Getty Images / BBC News Brasil
Na última edição da pesquisa, real

Levantamento Ipsos mostra que violência, saúde e desemprego são as maiores preocupação dos brasileiros. E 59% acreditam que o país está indo na direção errada, alta de 4 pontos percentuais em relação à última pesquisa.

Na última edição da pesquisa, realizada entre o fim de abril e o começo de maio, 59% dos brasileiros disseram acreditar que o país está indo “no rumo errado”. Na edição anterior da pesquisa (março-abril), o número de pessimistas era um pouco menor: 55% pensavam dessa forma.
No geral, segundo a pesquisa, os brasileiros tiveram um pico de otimismo logo depois do 1º turno das eleições de 2018, em 7 de outubro: naquela época, o número de pessoas que acreditavam que o país estava na direção certa chegou a 50% – os outros 50% achavam que o país estava na direção errada.
A pesquisa do Ipsos é feita todos os meses em 28 países ao redor do mundo. A amostra total é de 19.529 pessoas, entrevistadas por meio da internet. No Brasil, a amostra é de pouco mais de mil indivíduos entre 16 e 64 anos, e a margem de erro é 3,1 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Jair Bolsonaro (PSL) foi eleito presidente da República no ano passado com 57,7 milhões de votos – e a mudança de governo contribuiu para amenizar o pessimismo dos brasileiros com o futuro.
Ao longo dos últimos anos, a pesquisa do Ipsos mostrou os brasileiros em um verdadeiro vale de pessimismo – no fim de 2018, éramos os mais insatisfeitos com o rumo do próprio país entre 24 nações pesquisadas.
Marcos Calliari, CEO da Ipsos para o Brasil, diz à BBC News Brasil que a empresa observou o mesmo padrão na última eleição presidencial nos Estados Unidos, em 2016. “A eleição, especialmente para presidente da República, costuma trazer esse momento de otimismo”, diz ele. “E ainda mais num caso tão extremo como o do Brasil, onde mais de 90% da população chegou a acreditar que o país estava indo na direção errada (em 2018)”, diz.
A pesquisa do Ipsos mostra ainda que os brasileiros não estão especialmente pessimistas quando comparados aos cidadãos dos outros países pesquisados. Na média global, 58% das pessoas acham que seus países estão indo na direção errada – um ponto a menos que o Brasil.
A nível global, os países mais otimistas são a China (91% acham que o país está indo na direção certa), a Arábia Saudita (82%), e a Índia (71%). Os três países têm em comum o forte crescimento econômico nos últimos anos – e o fato de dois deles, China e Arábia Saudita, serem considerados regimes autoritários.
Fonte Instituto Ipsos

MEDIDA SUSTENTÁVEL >> Porcos geram energia elétrica para cidade paranaense

Iniciativa partiu de uma parceria do poder público com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás)  
Desde a última quarta-feira, 26, 72 prédios da prefeitura municipal de Entre Rios do Oeste, no Oeste do Paraná, são abastecidos com energia elétrica gerada pelos dejetos de 40 mil suínos de criadores da região. A iniciativa partiu de uma parceria do poder público com o Parque Tecnológico Itaipu (PTI) e o Centro Internacional de Energias Renováveis (CIBiogás), que viram uma oportunidade para diminuir a poluição ambiental na região. Apesar de pequena, Entre Rios do Oeste conta com uma criação de mais de 150 mil suínos.
Com o projeto de geração de energia, cerca de 215 toneladas por dia de dejetos de 18 propriedades rurais passaram a ser tratados, servindo de matéria-prima para a para a produção do biogás, usado na geração elétrica. O esquema é razoavelmente simples: os dejetos são recolhidos e acondicionados em biodigestores. Lá dentro ocorre a decomposição desse material por bactérias, gerando o biometano. O gás é transportado por gasodutos até o local da geração de energia. A queima do material, aciona um gerador que produz eletricidade. 

Economia e solução ambiental

A iniciativa não é nova, uma vez que produtores rurais já fazem o uso de dejetos para a produção de energia, utilizada para consumo próprio. A diferença para o projeto paranaense é que a energia produzida é “vendida” para a prefeitura, gerando recursos para os produtores. Segundo o presidente do CIBiogás, Rodrigo Régis Galvão, a Minicentral Termoelétrica (MCT) de Entre Rios do Oeste movida a biogás vai resultar em economia para a população, além de resolver o problema ambiental que os dejetos geram.
“A gente está em uma região em que o agronegócio se desenvolveu com muita velocidade e a demanda por energia cresceu muito rápido. Com esse projeto a gente está fazendo o tratamento de 215 toneladas de dejetos de animais por dia, esse resíduo acaba poluindo o solo, os lençóis freáticos e inclusive os rios que acabam desembocando no reservatório de Itaipu. Com isso, o projeto busca transformar um problema ambiental em um ativo econômico”, disse Galvão à Agência Brasil.
Com 480 kW de potência instalada, a energia produzida na usina é vendida para a Companhia Paranaense de Energia (Copel), financiadora da iniciativa e que desconta o total produzido do valor das contas de luz do município. Já à prefeitura cabe o pagamento a cada produtor pela energia gerada. A estimativa é que os produtores envolvidos recebam de R$ 900 a R$ 5 mil, a depender da quantidade de biogás produzida por cada um.
O procedimento utilizado é o da micro e minigeração distribuída, regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por esse modelo, o consumidor pode produzir a própria energia, a exemplo do uso de painéis solares e do uso de biogás, e depois injetar na rede de distribuição.  Essa energia pode ser utilizada para abater até a totalidade da conta de luz de uma ou mais unidades do mesmo titular.
A diferença é que no modelo de Entre Rios do Oeste, a prefeitura remunera os produtores pela produção do biogás. Medidores nas propriedades mostram a quantidade de biogás de cada ao longo do mês. Ao mesmo tempo, um medidor especial, mostra a quantidade de energia produzida pela usina e injetada na rede. Uma conta simples mostra quanto cada metro cúbico de biogás gera em termos de energia elétrica, o que possibilita cada produtor saber quanto vai receber por sua produção. 
“Cada produtor produz o seu biogás e vende o seu biogás. Todo esse gás é coletado por uma rede de gasodutos que passa para a minicentral e lá se produz energia elétrica. A energia gerada vai abater cerca de R$ 80 a 100 mil reais por mês das contas do município”, estima Galvão. “Quanto mais o produtor produzir biogás é melhor ainda para a prefeitura porque gera crédito [junto à distribuidora de energia] e se ela [a Prefeitura] não usar, pode deixar o crédito para o mês seguinte”, acrescentou.

Pré-sal caipira

A iniciativa, de produzir energia elétrica a partir de biogás gerado por dejetos de suínos, começou em 2016. No total, foram investidos R$ 17 milhões na construção de 22 km de gasodutos e da usina. Os custos com a instalação dos biodigestores foram arcados pelos produtores rurais.
Além de dejetos de suínos, também é possível produzir biogás com dejetos de outros animais e com matéria-prima vegetal, como a cana de açúcar. Galvão aponta que a região Oeste do estado tem grande potencial para produzir energia a partir desse tipo de matéria prima, uma vez que o Paraná é um dos estados brasileiros com as maiores criações de suínos e também de aves. A previsão é que o projeto seja instalado em outras cidades do estado.
“Especialmente agora que o governo federal está discutindo a flexibilidade do gás no Brasil, a gente mostra que tem um grande potencial de gás. O país ainda não tem rede coletora, infraestrutura para levar o gás produzido no litoral para o interior. Mas a gente tem um grande potencial de gás a partir de outras fontes, então o Brasil tem que usar esse potencial que tem”, disse Galvão. “Se já existe o pré-sal, a gente chama esse nosso potencial de pré-sal caipira”, acrescentou.

O Brasil no desgoverno desse coiso!

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domingo, 28 de julho de 2019

COM APOIO DO GOVERNO FEDERAL FICA AINDA MAIS FÁCIL FAZER ISSO >> Garimpeiros invadem aldeia no Amapá e matam cacique


Indígenas da aldeia Marirí fugiram para aldeia Aramirã. Foto: Reprodução

Um grupo de garimpeiros invadiu no sábado (27) a aldeia de Waiãpi, em Pedra Branca do Amapari, no Amapá, acirrando o clima de confronto que tomou conta da comunidade nos últimos meses. A Polícia Federal foi acionada para controle da invasão, assim como a Fundação Nacional do Índio (Funai). Uma liderança morreu após a investida dos garimpeiros, que acabaram ocupando a aldeia Mariry.
“Uma liderança fez contato informando que ocorreu uma invasão dos garimpeiros e assassinaram um cacique”, disse o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). Acuados e com medo de novas retaliações, os índios se refugiaram na comunidade vizinha Aramirã, para onde crianças e mulheres foram levadas. Randolfe foi acionado pelo vereador Jawaruwa Waiãpi. Ele encaminhou áudios com pedido de socorro ao senador.
Informações indicam que os índios se preparam, em Aramirã, para expulsar os quase 50 garimpeiros da comunidade. “Há potencial gravíssimo de conflitos”, lamenta Randolfe. Sitiados na mata, os índios prometem retomar a aldeia caso as autoridades não adotem providências, motivo pelo qual pedem intervenção das forças de segurança estaduais e federais.

POR QUE DEVEMOS NOS OPOR A ESSE GOVERNO DO COISO (BOLSONARO)


BOLSONARO E O MASSACRE AOS TRABALHADORES >> Advogados trabalhistas repudiam mudanças na “MP da liberdade econômica”

jeronimo goergon relator mp 81 19
“Houve desprezo a princípios de solidariedade e de proteção, de garantias e de afirmação democrática e poderá ter caminhos legislativos atalhados, frustra a própria atividade parlamentar e exclui a sociedade do debate de tão significativas alterações.” Com este argumento, a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (Abrat) manifestou preocupação com as mudanças da MP 881, da Liberdade Econômica. No portal Conjur
O deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS) é o relator da "MP da liberdade econômica"

MP 881 entrou em vigor no último 30 de abril — o termo inicial para apreciação do texto pelo Congresso Nacional; a conversão em lei deve se dar no prazo de 60 dias, prorrogável. O texto da MP 881 sofreu profundas modificações em relação ao projeto da "Lei Nacional da Liberdade Econômica".
A Associação critica o fato de que os 18 artigos da MP tenham sido convertidos em 81 artigos no projeto de lei de conversão (PLV), e a maioria desses desdobrados em dezenas e dezenas de parágrafos e alíneas.
“Duas observações: não são seguramente 81 artigos, porque a numeração não está sequencial e alguns artigos alteram vários artigos, parágrafos e incisos de inúmeros diplomas legais, inclusive de códigos, como o Código Civil, por exemplo, o qual foi submetido a imenso debatido com toda a sociedade”, diz a Associação.
Em sua redação original, a MP tinha como ideia central que liberdade econômica deve ser a regra, e que normas que eventualmente a limitem sejam pensadas sempre ao menor custo para a sociedade, e sejam justificadas, evitando regulamentações puramente retóricas e que não se destinem a eficazmente resolver algum problema que compete à administração pública.
Segundo a Associação, não se pode, em nome da "liberdade empresarial", pisotear normas internacionais subscritas pelo Brasil, nem afastar ou dificultar a aplicação dos princípios constitucionais.
Leia a íntegra da nota:
A Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas (Abrat), entidade de âmbito nacional, ciente do Projeto de Lei de Conversão que faz aportes à MP 881/2019, em vigor desde 30/04/2019, ante seu conteúdo e a abrangência própria de um código normativo, manifesta imensa preocupação com o desprezo a princípios de solidariedade e de proteção, de garantias e de afirmação democrática, razão porque invoca a especial atenção dos parlamentares, bem como de toda a sociedade brasileira.
Os 18 artigos da MP foram convertidos em 81 artigos do PL de conversão. Adição de 63 artigos. A maioria deles desdobrados em dezenas e dezenas de parágrafos e alíneas, cada qual contendo disposições próprias. Constam: 121 parágrafos; 167 incisos; e 41 alíneas. 

Duas observações:

1ª) não são seguramente 81 artigos, porque a numeração não está sequencial; e
2ª) alguns artigos alteram vários artigos, parágrafos e incisos de inúmeros diplomas legais, inclusive de códigos, como o Código Civil, por exemplo, o qual foi submetido a imenso debatido com toda a sociedade.
Esta providência, que terá ou poderá ter caminhos legislativos atalhados, frustra a própria atividade parlamentar e exclui a sociedade do debate de tão significativas alterações.
De notar, que não se pode em nome da “liberdade empresarial” e da “flexibilização” das normas empresariais, sua constituição, manutenção e produção, pisotear normas internacionais subscritas pelo Brasil, afastar ou dificultar a aplicação dos princípios constitucionais, notadamente de proteção de ser humano e de sua dignidade e, sobretudo, do valor social do empreendimento, que não pode atender apenas ao empreendedor, mas, sim, por ordem da Constituição, ao País pelo conceito do “valor social” da empresa.
Permite o trabalho e funcionamento de estabelecimentos de crédito dos dias de sábados.
Exclui o pagamento como extras das horas excedentes trabalhadas pelo pessoal dos serviços de telefonia, telegrafia submarina ou subfluvial, de radiotelegrafia ou de radiotelefonia o que contraria o inciso XVI, do art. 7º, da CF.
Extingue todos os sistemas de escrituração de obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas, em âmbito federal, mesmo que digitais, o que levará a enorme instabilização e insegura ao Fisco, à Previdência Social e aos trabalhadores do País. Isso inclui a extinção do ESocial, que dava mínimas garantias aos serviços domésticos, o que nada tem a ver com “liberdade” de empreendimentos.
Receitas e prescrições médicas por sistemas digitais, permitida sua automática renovação, põe em risco a saúde da população e, quiçá, a saúde pública.
As atividades do agronegócio receberam uma distinção impossível de concessão, que é a retirada das “restrições” quanto a “jornada, horário e dia de semana”. A situação climática pode conduzir a uma alteração no cumprimento da jornada, até para proteção do próprio trabalhador. O que não pode é extrair, retirar, fazer desaparecer as “restrições” inerentes àquela jornada.
Torna facultativa a instituição de Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa), que é indispensável à segurança no ambiente do trabalho, o que põe em risco a sobrevivência do inciso XXII, do art. 7º, da CF.
Enfim, sombreada com o rótulo de “liberdade” empresarial estão abertas mais portas e caminhos que nos levam ou podem nos levar à barbárie, produzindo uma sociedade “incivilizadamente moderna”, o que não desejamos, mesmo que se reconheça que devam ser facilitadas as regras de constituição de empresas.
Poderia ser produzido um quadro enorme de medidas predatórias inseridas no referido Projeto de Lei de conversão da MP, mas essa Nota visa, no primeiro momento, destacar a agigantada importância no detalhado exame, ponto a ponto, das centenas de dispositivos que se pretende inserir no ordenamento jurídico nacional.
A Abrat se coloca na defesa dos direitos sociais, da dignidade da pessoa humana, do Estado Democrático de Direito e não tolerará qualquer tentativa de ruptura com a democracia estampada na obediência irrestrita ás normas previstas na Constituição Cidadã e convoca os parlamentares para que se empenhem nesse mesmo empreendimento.