A mineradora Plubum vem sendo acionada desde 1993, ano em que encerrou as suas atividades na região. Mesmo 24 anos depois do fim das atividades, os danos causados à população e ao meio ambiente ficaram: o solo da região foi contaminado por cádmio e chumbo. Uma liminar emitida pelo MPF em 2003 determinava o cercamento da área contaminada, a implantação de placas indicativas da existência de material tóxico no local, o controle da área para evitar o trânsito de pessoas e de animais a instalação de uma “área alagadiça”, que evitasse a migração de resíduos para o leito do Rio Subaé, a 300 metros do local. Mas, a Plubum não obedeceu às determinações judiciais e agora o MPF quer que ela pague por isso.
*Com informações da Assessoria de Imprensa do MPF.
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