Grande parte dos consumidores não têm clareza sobre as regras para a troca de produtos, como quais as condições e prazos em que pode-se exigir a troca. Pensando nisso, preparamos algumas dicas pra você.
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Quando o item não apresenta defeito, o consumidor só tem direito à substituição se a loja oferecer essa possibilidade e estiver dentro do prazo estipulado por ela, entre outras condições - por exemplo, que o produto esteja com a etiqueta intacta. Procure conhecer a política de trocas dos fornecedores que você mais usa.
No caso de um produto que apresenta algum defeito, a loja tem o prazo de um mês para consertar a falha do produto, quando isso é possível.
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O cientista político Marcos Coimbra é um dos maiores especialistas em cenários eleitorais do país, além de ser dono do Instituto de Pesquisas Vox Populi. Em entrevista a um programa de TV o especialista joga um balde de água fria em quem acha que o PT está por baixo. Para Coimbra, o PT será a grande força da eleição de 2018 com ou sem Lula. E se o ex-presidente for preso, isso pode aumentar a força eleitoral do partido.
Durante entrevista ao programa Mundo Político, da TV da Assembleia Legislativa de Minas Gerais, o cientista político Marcos Coimbra fez uma análise do cenário eleitoral para 2018 com e sem a presença do ex-presidente Lula.
No cenário com Lula candidato não é descartada a possibilidade de o ex-presidente vencer no primeiro turno, uma vez que ele tem quase o dobro do segundo colocado, segundo várias pesquisas.
Além disso, os processos contra ele são entendidos como perseguição, assim como a forma como a ex-presidente Dilma Rousseff foi afastada pelo Congresso é vista como algo que ocorreu de maneira ilegal.
Coimbra também afirma que, de acordo com a última pesquisa Data Folha, 27% dos entrevistados votariam em quem Lula indicasse, uma espécie de voto cativo. Ou seja, preso ou solto, candidato ou não, o ex-presidente é decisivo nesta a eleição também por conta do crescimento do petismo e ainda do lulopetismo.
Portanto, para Marcos Coimbra, a ausência de Lula não significa que o PT deixará de ter candidato. Ele diz que Lula tem uma taxa de intenção de voto maior do que o PT, mas afirma que um outro candidato petista é competitivo na disputa eleitoral.
Coimbra diz ainda que:
(1) haverá eleições porque o golpe precisa manter a aparência de legalidade;
(2) o PT terá candidatura própria com ou sem Lula porque tem o maior cacife eleitoral do País;
(3) Jair Bolsonaro vem murchando com o esgotamento do discurso de ódio;
(4) Michel Temer pode torrar bilhões em propaganda que continuará a ser inviável;
(5) Geraldo Alckmin e Marina Silva não têm musculatura política para reagir e também devem murchar durante o processo eleitoral;
(6) discurso das reformas, como reforma da Previdência e privatizações, tira votos em vez de agregar.
Mas a principal informação dada por Coimbra é sobre a força do PT nas eleições deste ano. O que se extrai da fala dele é que a perseguição a Lula e a retirada de direitos após o golpe despertou a maioria silenciosa dos brasileiros, que irá às urnas em busca de quem desfaça o que fez Michel Temer. Enquanto isso, Alckmin e Bolsonaro disputam quem faz propostas mais impopulares. Agora, inclusive, deram de prometer privatizar até o ar que respiramos.
(1) haverá eleições porque o golpe precisa manter a aparência de legalidade;
(2) o PT terá candidatura própria com ou sem Lula porque tem o maior cacife eleitoral do País;
(3) Jair Bolsonaro vem murchando com o esgotamento do discurso de ódio;
(4) Michel Temer pode torrar bilhões em propaganda que continuará a ser inviável;
(5) Geraldo Alckmin e Marina Silva não têm musculatura política para reagir e também devem murchar durante o processo eleitoral;
(6) discurso das reformas, como reforma da Previdência e privatizações, tira votos em vez de agregar.
Mas a principal informação dada por Coimbra é sobre a força do PT nas eleições deste ano. O que se extrai da fala dele é que a perseguição a Lula e a retirada de direitos após o golpe despertou a maioria silenciosa dos brasileiros, que irá às urnas em busca de quem desfaça o que fez Michel Temer. Enquanto isso, Alckmin e Bolsonaro disputam quem faz propostas mais impopulares. Agora, inclusive, deram de prometer privatizar até o ar que respiramos.
Em dezembro, pesquisa Datafolha detectou que 70% dos brasileiros são contrários a privatizações.
O que se extrai das previsões desse e de outros cientistas políticos é que a eleição de 2018 poderá se converter em uma contundente resposta do povo brasileiro aos autores do golpe parlamentar de 2018. Uma resposta histórica que ecoará nos quatro cantos do mundo














