quarta-feira, 23 de outubro de 2019

NÃO É DA VENEZUELA, É DOS EUA >> A verdade surgindo e mostrando os verdadeiros responsáveis pela poluição de nossas praias

A HISTÓRIA COMO MOTIVADORA DO TURISMO >> Projeto ‘Ribeira, Minha Ribeira’ promove segundo passeio histórico neste sábado


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“Pensar o passado para compreender o presente e idealizar o futuro”. A frase do filósofo Heródoto sintetiza bem a proposta dos passeios histórico-arquitetônico no bairro da Ribeira, em Natal. A iniciativa é promovida pelo curso de Arquitetura da Faculdade Estácio de Natal – unidade Alexandrino, por meio do projeto de extensão “Ribeira, Minha Ribeira”.
Em sua segunda edição, a atividade acontecerá neste sábado (26), às 8h, com ponto de encontro marcado na Praça Augusto Severo, em frente ao Teatro Alberto Maranhão (TAM). A participação é gratuita e aberta à comunidade.
Diferente do primeiro passeio, que percorreu todo o Centro Histórico de Natal, desta vez o grupo irá passear apenas pela Ribeira. A caminhada terá início na Praça André de Albuquerque, segue pela Av. Duque de Caxias em direção ao bairro das Rocas, retorna pela Rua Chile e Rua Frei Miguelinho, finalizando na galeria de artes B-612, localizada na Rua Doutor Barata. Durante a caminhada serão realizadas análises das estruturas prediais, com uma abordagem arquitetônica e histórica, além de relatos curiosos sobre os locais.
O projeto tem como objetivo promover a educação patrimonial e divulgação da história do bairro da Ribeira. A inscrição é gratuita e pode ser feita através deste link AQUI.

Ribeira

A Ribeira – também chamada de “Cidade Baixa” em contraposição à Cidade Alta – é o segundo bairro de Natal. O local se tornou, ao longo do tempo, uma referência de história e cultura. No início, o bairro era um ponto intermediário entre a Fortaleza dos Reis Magos e o lugarejo chamado Natal. O Circuito Histórico, Turístico e Cultural da Ribeira compreende 30 atrações, entre elas o Teatro Alberto Maranhão, o Centro Cultural Casa da Ribeira e a Rua Chile.

VERDADEIRAMENTE UM TROÇO >> Mata os Brasileiros de vergonha.

LEIAM PRA PASSARMOS MAIS ESSA VERGONHA JUNTINHOS: O Presidente do Brasil, que não possui nenhuma ordem honorífica concedida pelo Império do Japão, achou que seria ok comparecer a entronização do Imperador do Japão usando a faixa presidencial e o colar de uma ordem já extinta.

Afinal, aquele povo que vai lá usa umas faixa colorida, porque eu não posso também né? O costume é que em país estrangeiro se usa a maior honra que tenha sido outorgada por aquele país. No caso do Japão, se o presidente tivesse, usaria a faixa da Ordem do Crisântemo. Como não tem, não deveria usar faixa nenhuma. Por exemplo: a Rainha Elizabeth II possui a Ordem do Cruzeiro do Sul, maior ordem brasileira, se ela fosse convidada pelo governo Brasileiro, usaria o colar e a grã cruz da ordem.
E um último detalhe: todas as medalhas que Bolsonaro ostentou na cerimônia foram condecorações oferecidas pelo Governo Federal e Forças Armadas desde janeiro deste ano, ou seja, são medalhas que Bolsonaro aprovou para ele próprio.😂😂😂🤭🤭🤭🔥🔥🔥

NÓS E O PLANETA >> A natureza já não pode mais sustentar os humanos

Em 30 anos, mais de metade da população mundial sofrerá as consequências de uma natureza gravemente ferida. Um amplo estudo modelou o que os diferentes ecossistemas e processos biológicos oferecem hoje aos seres humanos e o que poderão lhes dar em 2050. Por diversas causas, a maioria antropogênicas, processos naturais como a polinização dos cultivos e a renovação da água reduzirão sua contribuição ao bem-estar humano. A pior parte caberá a regiões que hoje têm um maior capital natural, como a África e boa parte da Ásia.


Os autores da pesquisa determinaram a contribuição natural dos diversos ecossistemas a três processos cruciais para os humanos: a polinização por parte de insetos e aves; a regeneração da água, mediante a retirada do excesso de nitrogênio procedente da agropecuária; e a proteção que diversas barreiras naturais oferecem na linha de costa. "A natureza oferece muito mais aos humanos: em um anterior trabalho propusemos 18 grandes famílias de contribuições naturais, mas não há dados de todas elas e para todo o planeta", diz o pesquisador Unai Pascal, do Basque Centre for Climate Change (BC3), coautor do estudo, explicando a escolha destas três contribuições.


Sobrepuseram esses dados aos da população atual e a prevista em 2050 em escala local. O modelo incluiu também os diferentes fatores que mais estão deteriorando a natureza, como as mudanças no uso da terra em forma de desmatamento e o avanço da agricultura, a acelerada urbanização e a mudança climática. Por último, aplicaram seu modelo a três possíveis cenários: um em que as sociedades continuarão baseadas no uso dos combustíveis fósseis, como agora, outro emergente, que denominaram de rivalidade regional, e um terceiro protagonizado pela sustentabilidade.


O trabalho, publicado na Science, conclui que, no pior dos cenários, até 4,45 bilhões de pessoas poderiam ter problemas com a qualidade da água por causa da incapacidade dos diferentes ecossistemas para regenerá-la. Além disso, quase cinco bilhões de humanos sofrerão uma diminuição significativa no rendimento de seus cultivos por causa da polinização deficiente.


Matéria completa: http://www.ihu.unisinos.br/593580-a-natureza-ja-nao-pode-mais-sustentar-os-humanos

terça-feira, 22 de outubro de 2019

EM DEFESA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRAS >> Sobre o descontingenciamento dos recursos do MEC


Resultado de imagem para CONTINGENCIAMENTO EM DEFESA DAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS BRASILEIRASO infame anunciou, na sexta-feira, o descontingenciamento dos recursos destinados às Universidades. Não fez mais do que a obrigação. 

MOTIVO: Se não fizesse, poderia responder processo por crime de responsabilidade
Por Gregório Grisa
O ministro da educação anunciou de forma inusitada que seriam liberados 100% dos recursos das universidades e institutos federais. Os recursos liberados, ao que parece, são os de custeio (manutenção), pois os de capital (investimentos) não foram liberados.
Desbloquear os recursos significa cumprir o que está previsto em lei, fazê-lo é obrigação do gestor público, não há mérito nenhum nisso que justifique insinuar que se está “lacrando”. Afora a infantilidade do fato, o MEC está assumindo que não havia “gordura” para queimar.
Estamos em outubro e os recursos de custeio previstos para as IFES DURANTE o ano de 2019 foram liberados. O planejamento de execução orçamentária é todo repensado quando se anunciam os contingenciamentos em março. Isso implica em conflitos internos e problemas com fornecedores.
Ações de pesquisa/ensino/extensão, bolsas, eventos, projetos já foram cancelados. O que vai ocorrer agora é uma corrida para pagar contas atrasadas e para empenhar recursos ainda esse ano, o que pode ser feito de forma improvisada, em muitos casos. Isso pode significar inclusive desperdício.
Em função de restrições e cancelamentos feitos no ano, pode ser que parte dos recursos não seja usado, o que acarreta devolução para o MEC. Tanto a devolução quanto o uso improvisado irão servir de justificativa para que no ano que vem se reduza os recursos da instituição.
Assim, o contingenciamento cumpre a função de uma armadilha, “se diz que não tem dinheiro, IFES precarizam e restringem seus serviços, se libera parte do dinheiro (custeio) e depois se identifica que foi ‘mau usado’ ou devolvido”.
Sem comentar dos bloqueios impacto intangível em pesquisas longitudinais, em laboratórios que precisam de reagentes e produtos específicos de forma contínua, em pesquisas e cursos em que visitas técnicas frequentes são essenciais.
A lógica da ciência, da pesquisa não obedece a lógicas de economia doméstica, quaisquer irregularidades e rupturas de planejamento são muito prejudiciais. Não é como em um lar ou negócio que pode se deixar de consumir algo ou comprar certo produto. Se pesquisas estratégicas param, são anos de retrocesso.

Abertas as inscrições para a Oficina de Xilogravura no IFRN Campus Avançado Lajes


A imagem pode conter: 1 pessoa, texto🖊 A oficina de xilogravura, como parte integrante da I Semana do Livro e da Biblioteca, será ofertada no IFRN Campus Avançado Lajes, no dia 23/10 às 13h, na sala 2 do prédio Anexo. Serão disponíveis ao público 5 vagas e será dada prioridade para aquelas pessoas que trabalham com o cordel.

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❗️ Os interessados poderão se inscrever até o dia 22/10, por meio deste link (https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfPhPSNekINOlcVY1nQkgasR5Ks01yDLT0wlxW7H8OWkoFbqQ/viewform)
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👉🏻 A oficina será ministrada pelo instrutor Jeferson Campos. O objetivo da oficina é proporcionar ao participante a oportunidade de conhecer as possibilidades da xilogravura enquanto técnica de gravura, a importância de conhecer sua linguagem própria no contexto das artes visuais, bem como orientar o aluno na produção de impressões a partir de matrizes em madeira, partindo da sua concepção e preparação da matriz até o resultado final.

 O que é xilogravura?
A xilogravura consiste na técnica de gravar em madeira, a qual é utilizada como matriz, e por meio de algumas ferramentas (goiva, formão, faca ou buril) é feita a marcação do desenho que fica em relevo. Esta arte é bastante utilizada na literatura de cordel para a elaboração de estampas.

Saída da Petrobras do RN geraria crise econômica no Estado

noticeEm agosto deste ano, a Petrobras anunciou a venda de vários conjuntos de campo de produção terrestre e marítimo na Bacia Potiguar o que pode trazer uma série de retrocessos econômicos para o Rio Grande do Norte.

O RN já sofre com a falta de investimento industrial e uma repentina falta de recursos, ocasionando diretamente centenas de famílias que sofrem com o desemprego. A saída da estatal do Rio Grande do Norte agravaria muito mais essa situação, como conta Luiz Carlos, petroleiro aposentado e militante em defesa da Petrobras ‘’Defender a presença da Petrobras no nosso estado não é apenas uma questão corporativa e ideológica, é, sobretudo econômica. Caso sejam confirmadas as vendas, vários petroleiros e petroleiras do RN ficarão sem emprego gerando uma crise agravante na economia do estado‘’, afirmou.

Além do RN, o desinvestimento da Petrobras no RN afeta todo o Nordeste. As medidas impulsionadas pelo governo de Jair Bolsonaro anunciadas no fim de setembro afeta outros estados da região, como por exemplo, o anuncio da paralisação das obras da construção das refinarias do Ceará e do Maranhão, que gerou interesse do capital estrangeiro em assumir o controle da produção do petróleo.
Segundo uma matéria da Carta Capital, a venda de ativos e falta de investimentos soa como retaliação a região Nordeste, pois as medidas apontam para um forte redirecionamento geográfico na atuação da Petrobras, concentrando-se apenas na região sudeste.

O Desmonte da Petrobras no RN e no Nordeste é mais uma medida cruel de Jair Bolsonaro e seu governo contra o povo nordestino.

OS REPRESENTANTES DE BOLSONARO >> Filho de ex-governador do RN, latifundiário vai comandar o Incra

Resultado de imagem para Filho de ex-governador do RN, latifundiário vai comandar o IncraDO BLOG >> É incrível como o governo Bolsonaro procura colocar a frente dos órgãos  responsáveis pelas questões sociais pessoas totalmente contrárias ao bom andamento dessas políticas públicas!

Se esse cidadão fizer igual ao pai (Geraldo Melo) que mandava dar de chicote nos professores que estavam reivindicando seus direitos...

Segue a matéria abaixo:

Um economista latifundiário e ligado ao agronegócio será o novo presidente do Instituto Nacional de Colonização e reforma Agrária (Incra). Geraldo Melo Filho foi anunciado oficialmente nesta quita-feira (17) no Diário Oficial da União, mas seu nome já estava confirmado desde ontem (16) por seu pai, o ex-senador e ex-governador do Rio Grande do Norte, Geraldo Melo.

De acordo com o currículo, Melo Filho tem ligação de muito tempo com a agropecuária e é sócio de uma empresa proprietária de fazendas em Minas Gerais e na Bahia. A empresa Seleção Guzerá Agropecuária Ltda, da qual é sócio, atua no ramo de criação de bovinos e, de acordo com seleção divulgada por uma revista do ramo, foi uma das 12 empresas que mais venderam na indústria da pecuária.

O Incra é o órgão responsável por realizar a reforma agrária no país, além de apoio aos assentamentos.

Geraldo Melo Filho, que anteriormente ocupou a função de Secretário-Adjunto do Gabinete Civil da Presidência da República, foi diretor técnico da Associação de Criadores de Guzerá, uma raça de gado bovino, e superintendente da Confederação Nacional de Agricultura e Pecuária (CNA), entidade defensora do agronegócio no país. É economista formado pela Universidade de Brasília e responsável na presidência do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), no Paraná.

O novo presidente do Incra tem como exemplo o pai, Geraldo Melo, principal figura política do PSDB do Rio Grande do Norte. O ex-senador e ex-governador do Estado era dono da usina de açúcar conhecida como São Francisco, em Ceará-Mirim. Durante décadas, a Usina foi a segunda maior produtora de açúcar e álcool potiguar até sofrer intervenção judicial. Geraldo também deteve a concessão de uma emissora de rádio e TV, ligada à rede Bandeirantes

Geraldo Melo pai tentou concorrer ao senado pelo Rio Grande do Norte nas últimas eleições, mas saiu derrotado, ficando em terceiro lugar na disputa pelas duas vagas do Estado.Geraldo Melo Filho vai substituir no Incra o general João Carlos Jesus Corrêa, demitido por pressão do secretário de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Nabhan Garcia. Após incômodo com a resistência de Corrêa à mudanças nos processos de regularização fundiária, Garcia convenceu o presidente Jair Bolsonaro (PSL) atrocar o comando do Incra, assim como também toda a diretoria do órgão foi demitida.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

DIVULGANDO >> Em Lajes, JM Marmitas com Cardápio já disponível para encomendas.

Nenhuma descrição de foto disponível.

O GOVERNO BOLSONARO SE ESCONDE >> E o povo nordestino dá mais uma lição da cidadania!

Praia dos Carneiros em Pernambuco antes e após a ação de moradores e voluntários para a retirada do óleo que tomou conta da praia... e eu não canso de dizer: viva o povo do nordeste!

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, oceano, praia, céu, atividades ao ar livre, texto e natureza

FORTALECIMENTO DA AGRICULTURA FAMILIAR >> Sociedade civil do campo apresentará proposta ao Consórcio Nordeste


Salvador, capital da Bahia, acolhe um momento importante para o fortalecimento da agricultura familiar no Semiárido nordestino, no dia 17 de outubro. Os movimentos e organizações do campo se reuniram para definir as pautas prioritárias para a região e encaminhá-las ao Consórcio Nordeste, formado pelos governadores dos nove estados, como pleito unificado da sociedade civil organizada.
A Reunião Regional de Alinhamento e Proposição de Ações de Desenvolvimento Rural junto ao Consórcio Nordeste foi convocada pelo senador Jaques Wagner (PT/BA) e pelo Secretário Executivo do Consórcio Nordeste, Carlos Eduardo Gabas, após uma provocação da Articulação do Campo. Este fórum do Campo reúne várias redes e movimentos que atuam com a agricultura familiar. Entre elas, estão a Articulação Baiana de Agroecologia, a ASA Bahia, o Fórum Baiano de Agricultura Familiar, a Rede de Escolas Família Agrícola e os movimentos dos Pequenos Agricultores e dos Atingidos por Barragens.
Segundo Naidison Baptista, da coordenação executiva da ASA Brasil pelo estado da Bahia, as propostas serão bem concretas, com estratégias e, possivelmente, metas e recursos necessários para implementá-las. "O debate vai girar ao redor de temas bem práticos e que tenham mais apelo para a população e para os próprios governadores", afirma. Por sua vez, Ivan Leite, assessor técnico especial da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural da Bahia, avalia que o tema desenvolvimento rural integra, com prioridade, a agenda do Consórcio Nordeste. "Para isso, é necessário uma boa formulação de propostas e, o mais importante, de estratégias de atuação do Consórcio para atuar nelas", comenta.
Os eixos temáticos em pauta foram água, que terá como referência a política pública construída com participação da ASA a partir das tecnologias sociais de captação e armazenamento da chuva; compras governamentais dos produtos da agricultura familiar, baseados nos programas já existentes como o de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); e agroecologia, como modelo de produção de alimentos livres de agrotóxicos e que promove a conservação da biodiversidade e valoriza os campesinos/as e seus saberes.

Fonte: www.asabrasil.org.br

PROTESTO >> Ação política do time ocorrerá em jogo marcado para esta segunda-feira e foi anunciada nas redes sociais

Uniforme do Bahia com óleo (Foto: Reprodução/Facebook)

No mar de baixo nível que é o futebol brasileiro, um clube nada de braçada. Ninguém de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Tampouco do Rio Grande do Sul ou de Minas. O time mais importante do país para as coisas que realmente importam é o Esporte Clube Bahia, que usará uma camisa suja de óleo em seu próximo jogo como protesto contra o petróleo que toma o litoral nordestino
A ação, louvável, foi anunciada nas redes sociais do clube, juntamente com o manifesto abaixo:
“O problema é seu. O problema é nosso.
Quem derramou esse óleo? Quem será punido por tamanha irresponsabilidade? Será que esse assunto vai ficar esquecido?
O Bahia é você, somos nós, cada ser humano.
É a forma como representamos o amor, o apego, o chamego, o sagrado, a justiça. O Bahia é a união de um povo que vibra na mesma direção, que respira o mesmo ar e que depende da mesma natureza para existir, para sobreviver.
Jogaremos nesta segunda-feira (21), contra o Ceará, em Pituaçu, com a camisa do Esquadrão manchada de óleo.
Um convite à reflexão: o que faz um ser humano atacar e destruir espaços sagrados? O lucro a qualquer custo pode ser capaz de destruir a ética e as leis que regem e viabilizam a humanidade?
A barbárie deve ser tratada como tal, não como algo natural.”
Com projetos como o Núcleo de Ações Afirmativas, associações populares para maior inclusão social, racial e de acessibilidade, posicionamento contra a ditadura e postura ativa em datas como o Dia da Consciência Negra e o Dia Internacional contra a LGBTfobia, o Bahia escapa da curva rasa e de cegueira social do futebol.
O presidente atual, Guilherme Bellintani, assumiu o cargo no começo de 2018 com um desafio claro. “O Bahia era um clube afastado da sua torcida mais raiz, que é de base popular. Temos uma torcida muito forte, mas que sentiu o processo de elitização do consumo e do futebol”, disse recentemente a CartaCapital. O resultado pode ser visto quase todos os dias, em ações como a anunciada agora.
Não por acaso, o posicionamento fora de campo influencia o time no gramado. O Bahia faz uma campanha exemplar no concorrido Brasileirão, disputando ponto a ponto uma vaga na Libertadores da América com Grêmio, Inter, São Paulo e Corinthians.