quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

ALERTA >> Produtos altamente cancerígenos, à base de formol estão sendo vendidos com nomes disfarçados. Descubra quais os nomes que não devem conter nos rótulos

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O formol é um produto barato e fácil de encontrar, e a procura é enorme, muitos salões continuam fazendo a escova progressiva mesmo com os avisos emitidos desde  2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A própria Anvisa que alerta para os perigos do procedimento com produto irregular oferece alternativas para o alisamento. Contudo quem se acostumou com a química tem dificuldade de abandoná-la. Nos cosméticos, o formaldeído pode ser encontrado em produtos para as unhas (esmaltes, colas, removedores de esmalte e cutícula, loções), cola para cílios postiços, gel, cremes e produtos para alisamento capilar, shampoo de criança, sabonete líquido e em barras para o corpo, desodorantes, cremes para a pele, cosméticos em aerossóis e enxaguantes bucais.
A Anvisa  proíbe qualquer adição de formol (formaldeído no estado líquido) em produtos prontos e permite a concentração, durante o processo de fabricação do cosmético, de no máximo 0,2% de formol com a função de conservante. Em produtos para alisamento capilar, o formol não pode ser empregado para atuar como alisante, porque a sua concentração teria que ser muito maior do que a permitida. Mas mesmo assim, não tem jeito, a maioria das mulheres optam por este tipo de tratamento para conseguir manter os cabelos mais lisos.

Como descobrir se há formol disfarçado no produto que você está usando

Hoje, raramente encontramos produtos, principalmente para o tratamento dos cabelos que não tenha uma pequena porcentagem que seja de formol. Mas ele aparece “escondido” atrás de nomes que o cliente jamais poderia imaginar que se trata de formol.
Ao observarmos rótulos de produtos cosméticos, principalmente, é muito comum vermos escrito “Methylene Glycol” (Metileno Glicol). Essa substância nada mais é do que o chamado “formol líquido”, vez que se trata da reação de uma molécula de formol dissolvida em água. Essa substância pode ser convertida em várias coisas, a depender da temperatura, do pH, da concentração e da presença de outros ativos, mas o fato a Scientific Committee On Consumer Safety já constatou e declarou que o Methylene Glycol, embora seja quimicamente diferente, é equivalente ao formol. Além disso, o substituinte mais comum em cremes alisantes é o Ácido Glioxílico, que aparece na composição como Glyoxylic Acid.
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A verdade é que há muito produto no mercado que se diz livre de formol, mas no rótulo lista ingredientes que são todos variações de formol. Cabe à Vigilância Sanitária fiscalizar quem vende alisamentos milagrosos. E às consumidoras duvidar de quem promete coisas impossíveis. Fiquem atentos aos rótulos, inclusive de shampoo, condicionador e máscaras que contenham além do Metileno Glicol, outras variações como
  • Methanal (Metanal)
  • Ácido glioxílico
  • Óxido de Metileno
  • Oxymethylene (Oximetileno)
  • Methylaldehyde (Metil aldeído)
  • Oxomethane (Oximetano)
  • Formalina (Formalin)
  • Aldeído Fórmico

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