segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Governo do RN >> Corte de R$ 26 milhões prejudicará convocação de juízes para interior do estado

Aderson Silvino e Ricardo Motta conversam sobre veto para o Tribunal, hoje, na Assembleia (Foto: TJ/RN)O presidente do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte, desembargador Aderson Silvino, alerta que a decisão do Governo do Estado de cortar R$ 26 milhões para o Judiciário, previstos no Orçamento Estadual de 2013, limitará a convocação de juízes para suprir a carência de magistrados e tornar a Justiça mais ágil.

O veto do Governo ao aporte de recursos para o Tribunal foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE). Segundo Aderson Silvino, o corte comprometerá o concurso público em andamento para a magistratura.

“A deficiência é de 70 juízes. Sem orçamento, não poderemos convocar para todas as 40 vagas do concurso”, lamentou o presidente do TJ/RN, acrescentando que o corte também prejudicará instalação do Processo Judicial Eletrônico (PJe), uma das prioridades da gestão e recomendado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Hoje, o desembargador foi recebido pelo presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Mota, para discutir solução para o veto, já que os deputados estaduais têm o poder de derrubá-lo. 

“O Poder Judiciário vai aguardar a manifestação da Assembleia Legislativa, já que esta emenda foi proposta pelos próprios deputados. Como os R$ 26 milhões foram vetados pela governadora, a apreciação da medida cabe, agora, ao Legislativo”, destacou Aderson Silvino.

O deputado Ricardo Motta afirmou que esse e outros vetos ao Orçamento Geral do Estado 2013 serão debatidos e analisados pela equipe técnica da Casa e deputados estaduais. “Vamos buscar soluções comuns para o bem da população do Rio Grande do Norte”, disse.

Fonte: Jornal O Mossoroense

O balanço de 10 anos da oposição "sem rumo"


A oposição não faz balanço dos seus 10 anos. Por menos sincero que fosse, teria que ser terrível. Foram 10 anos de derrotas e fracassos, até chegar a seu nível mais baixo, na atualidade.

O ponto de partida não era bom: o esgotamento do projeto de FHC, sem o cumprimento das promessas. A estabilidade monetária estava em risco, o país vivia uma profunda e prolongada recessão, a desigualdade e a exclusão social tinham aumentado, o déficit público tinha crescido mais de 10 vezes. E, o principal, o prestígio do governo estava lá embaixo.

Tanto assim que o candidato à sucessão de FHC buscava distanciar-se do governo, ao invés de reivindicá-lo. Era o caminho para as derrotas sucessivas e o debacle atual: debater-se entre o dilema de reivindicar o governo FHC ou distanciar-se dele e aparecer, ao contrário, como uma versão do modelo alternativo, o do governo Lula.

Ao invés dos 20 anos de poder que um dos seus próceres haviam anunciado, três derrotas sucessivas nas eleições para presidente, com diminuição substantiva dos governos estaduais e das bancadas parlamentares. Um balanço de quem tende à desaparição ou, pelo menos, à intranscendência política, com o risco de nem sequer chegar em segundo lugar nas eleições presidenciais de 2014, com a quarta derrota para o PT.

 

A oposição conseguiu salvar seu núcleo original do governo de São Paulo, só que agora perdendo a capital. Mantém Minas Gerais e Paraná, como parte do núcleo mais conservador do eleitorado brasileiro, mas com graves riscos de perda deste último e com muitas dificuldades em Minas Gerais.
 

O balanço da oposição seria arrasador, não fosse o fortalecimento da outra vertente sua – a mídia –, que, diante da fraqueza da direita partidária, assumiu – segundo confissão própria – o papel de dirigente da oposição ao governo.

A fabricação do “mensalão” foi, sem dúvida, o maior sucesso da oposição e teve na mídia o seu grande protagonista. Com ele, logrou reverter a imagem do PT de partido ético para partido do “mensalão” – filão explorado interminavelmente pela mídia.

CARTAZ OFICIAL DO LAJES FOLIA 2013

 

Fonte: Imagens do facebook

domingo, 27 de janeiro de 2013

O Rio Grande do Sul e o Brasil, sofrem neste domingo pelas vidas ceifadas em Santa Maria.

Luto pelos 245 jovens de Santa Maria-RS, por uma política de segurança em casas de shows e boates pelo Brasil !!!

A arte de Edgar Mueller Crevase - você nunca viu antes

Esse cara continua a surpreender as pessoas com desenhos de giz em 3D sobre calçadas e leito de ruas. Difícil de acreditar que estes são desenhados em uma superfície lisa de calçada.
 
O trabalho duro: Juntamente com até cinco assistentes, Mueller pinta durante todo o dia de sol a sol. A imagem apareceu no Cais Oriente, em Dun Laoghaire , na Irlanda, como parte da cidade, no Festival das Culturas do Mundo.

 
 

Artigo >> Sobre o Radical Classe Média



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Fonte: site Carta Potiguar

Há uma figura pitoresca que costuma habitar a classe média tradicional brasileira. Ela pode ser encontrada na universidade, nos protestos políticos, nos shoppings centers, na high society, entre os mais escolarizados, tanto nos movimentos de esquerda, como nos de direita. Na verdade, é uma radicalização da visão específica de uma classe. Vou expor algumas de suas características.

Vale lembrar que o modo de vida apontado abaixo é um tipo idealizado do caráter do “Radical Classe Média”, podendo, portanto, uma pessoa comum reunir uma maior ou menor quantidade de tais inclinações, se associar intensamente ou dissociar do modelo.

O Radical Classe Média:
Geralmente, o radical classe média se apresenta como politizado, para, na verdade, repetir os velhos cacoetes do senso comum da política – é contra partidos;

Mais. Todo político é ladrão. Alias, para o Radical Classe Média, o problema do Brasil não é o da desigualdade, mas o da corrupção. Por isso, não perde a oportunidade de comparar a nossa suposta natural propensão para a malandragem com a sonhada condição positiva dos EUA, ou numa perspectiva intelectualizada, dos países escandinavos;

Nesse sentido, a eleição não passa de uma chantagem. Tanto faz quem vai ganhar – “é tudo igual mesmo”. O Radical Classe Média, quando não é capturado pelo moralismo e/ou suposta superioridade gerencial de um bonachão, prega o voto nulo;

O Radical Classe Média não gosta muito de se “misturar”. Quer exclusividade. No fundo, ele não suporta que ônibus coletivo passe nas praias “nobres” de sua cidade. Ou, em sua versão intelectual, defende a criação de “espaços” para os mais “humildes”;

sábado, 26 de janeiro de 2013

CNBB em ação >> Trabalho escravo no Brasil: ganância, miséria e impunidade


 
Por CNBB

No próximo dia 28 de janeiro, o Brasil celebra o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. A data é uma homenagem ao assassinato dos auditores fiscais do trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva, e o motorista Ailton Pereira de Oliveira, no ano de 2004, quando apuravam denúncia de trabalho escravo na zona rural de Unaí (MG). A data foi oficializada em 2009, no entanto, essa luta é mais antiga. Desde o início dos anos 1970, a Igreja, com dom Pedro Casaldáliga, e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), tem denunciado a utilização do trabalho escravo na abertura das novas fronteiras agrícolas do país.

A CPT foi pioneira no combate ao trabalho escravo e levou a denúncia às Organização das Nações Unidas (ONU). “A Igreja precisava tomar um posicionamento diante da realidade já muito explícita de trabalho escravo no Brasil, o Governo negava que existia esse tipo de situação”, disse o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e da Paz, padre Ari Antônio dos Reis. Com isso, o Estado se comprometeu em criar uma estrutura de combate a esse crime em território brasileiro.

De acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT), o trabalho escravo apresenta características bem delimitadas. Além das condições precárias, como falta de alojamento, água potável e sanitários, por exemplo, também existe cerceamento do direito de ir e vir pela coação de homens armados. Os trabalhadores são forçados a assumir dívidas crescentes e intermináveis, com alimentação e despesas com ferramentas usadas no serviço.

Por parte do Estado, existem ações que podem auxiliar no combate ao trabalho escravo, como por exemplo, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 438. A "PEC do Trabalho Escravo" é considerada um dos projetos mais importantes de combate à escravidão, tanto pelo forte instrumento de repressão que pode criar, mas também pelo seu simbolismo, pois revigora a importância da função social da terra, já prevista na Constituição.

Diretor-geral do Idema pede exoneração; governo define substituto


O geógrafo Gustavo Szilagyi pediu exoneração do cargo de diretor-geral do Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Noerte (IDEMA). A carta-renúncia foi entregue à governadora Rosalba Ciarlini (DEM) na manhã desta quinta-feira (24).
A governadora acatou o pedido e aproveitou o momento para agradecer o empenho e trabalho desenvolvido por Gustavo à frente do Instituto.
 
O motivo alegado pelo geógrafo para deixar o posto foi o retorno às atividades acadêmicas de ensino e pesquisa. Ele é professor efetivo da Universidade Potiguar (UnP) desde 2009, onde ministra aulas nos cursos de Ciência Biológicas, Gestão Ambiental e Engenharia Civil. No segundo semestre de 2013, Gustavo começará a cursar um doutorado em Gestão Costeira.
 
Assumirá a direção-geral do Idema o engenheiro agrônomo Jamir Fernandes, atual diretor técnico do órgão. Jamir já foi secretário adjunto de Agricultura e de Assitência Fundiária e diretor da ARSEP (Agência Reguladora de Serviço Público do Rio Grande do Norte).
A posse do novo diretor-geral do Idema deverá ocorrer no início da próxima semana.

Extraído do Blog Cabugi Notícias com informações: Paulo Araújo

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Ultrapassamos os cem mil acessos



Esses dias nosso blog ultrapassou a marca dos cem mil acessos e venho destacar esse dado em virtude de veículo de comunicação ter sido criado com a intenção de, juntamente com os demais blogs aqui existentes, ser apenas mais uma canal a contribuir com a nossa comunidade no que se refere a transmissão de informações e não imaginava que já nesse momento chegaríamos a essa quantidade de acessos (cem mil), o que para mim, enquanto proprietário desse blog é motivo de agradecimento, pois sempre tenho  recebido inúmeros e-mails e comentário elogiando a forma ética e qualificada com que as notícias são aqui publicadas.


A cada um dos leitores o meu sincero agradecimento por vocês terem sido colaboradores para que chegássemos juntos a esse importante momento, dando - me a certeza de que através desse serviço também estou contribuindo com nossa cidade.


Muito obrigado a todos!

Professor Canindé Rocha

Vale a pena ler >> Dilma na TV. PSDB sentiu o baque!

Por Altamiro Borges

O PSDB divulgou hoje à tarde uma nota oficial confessando que sentiu o baque com o pronunciamento de Dilma Rousseff em rede nacional de rádio e tevê na noite de quarta-feira. Os tucanos adoram a "liberdade de expressão" dos "calunistas" da mídia. Eles têm orgasmos com as análises "imparciais" de Miriam Leitão, Merval Pereira, Ricardo Noblat e até com os rosnados dos pitbulls da Veja. Mas ficaram indignados com a presidenta, que anunciou à nação a redução das contas de luz e retrucou os "pessimistas" de plantão. A tal "liberdade de expressão" da direita não contempla sequer a presidenta eleita pela maioria dos brasileiros.


Na nota oficial, o PSDB afirma que "o governo do PT acaba de ultrapassar um limite perigoso para a sobrevivência da jovem democracia brasileira. Na noite desta quarta-feira, o país assistiu à mais agressiva utilização do poder público em favor de uma candidatura e de um partido político: o pronunciamento da presidente Dilma Rousseff... Durante os oito minutos de divulgação obrigatória por parte das emissoras de rádio e TV brasileiras, a presidente Dilma faltou com a verdade, fez ataques a seus adversários, criticou a imprensa e desqualificou os brasileiros que ousam discordar de seu governo".

Na maior caradura, a nota afirma ainda que "o conceito de República foi abandonado. A chefe da Nação, que deveria ser a primeira a reconhecer-se como presidente de todos os brasileiros, agora os divide em dois grupos: o 'nós' e o 'eles'. O dos vencedores e o dos derrotados. Os do contra e os a favor. É como se estivesse fazendo um discurso numa reunião interna do PT, em meio ao agitar das bandeiras e ao som da charanga do partido... No governo do PT, tudo é propaganda, tudo é partidarizado". 

Os tucanos, que minguam a cada eleição, parecem que esqueceram a postura autoritária que adotaram no triste reinado de FHC. Exército acionado para reprimir os grevistas da Petrobras, ações truculentas contra ocupações de terras ociosas, rolo-compressor no Congresso Nacional, submissão do Judiciário e relação promíscua com os barões da mídia. Quem sempre desqualificou os adversários foram os caciques tucanos, que acusaram os que resistiram à privataria das estatais e à retirada de direitos trabalhistas de "dinossauros". Para usar uma famosa expressão de FHC, os tucanos agora repetem o blablablá dos derrotados

A reação intempestiva e patética do PSDB ao pronunciamento da presidenta confirma porque a direita teme tanto a regulação democrática da mídia. Ela quer manter o monopólio da palavra nas emissoras de rádio e TV, que são concessões públicas. Ela quer garantir a exclusividade de espaço para os seus porta-vozes na radiodifusão, para os seus "calunistas" amestrados. O PSDB sabe que só sobrevive hoje graças à "turma do contra" da mídia venal. Quando Dilma utilizou um direito constitucional, a direita sentiu o baque!

Protesto >> Redes sociais convidam população natalense para a "Marcha do Fio"


Marcha do Fio de Aço - grito contra o descaso na saúde
Participe da "Marcha do Fio" que acontecerá amanhã, dia 26/01, às 8h30, saindo da Associação Médica do RN até o Hospital Walfredo Gurgel.


Médicos, estudantes, profissionais da saúde e toda a população podem e devem participar! A saúde é um direito de todos!


A marcha surge após grande repercussão de um vídeo feito pelo médico Jeancarlo Cavalcante, mostrando a falta de um fio de aço para realizar uma cirurgia no Hospital Walfredo Gurgel, e tem por objetivo cobrar do governo estadual melhores condições de trabalho e atendimento na saúde do RN.
Fonte: Mensagens do facebook

Uma reflexão necessária >> Seca: Sem a imagem de retirantes e famintos

Menos mal: temos uma seca dolorosa, mas sem levas de retirantes e saques a cidades, comércios ou caminhões com mantimentos ou invasões de prédios públicos. Efeito bolsa-família e outras ações governamentais.


Não sei se exagero, mas de algum modo evoluímos em relação ao passado. Em outros tempos, o quadro seria de miséria, com multidões de famintos se aglomerando nas cidades e vagando por estradas e veredas à cata de migalhas à sobrevivência.


A própria história da formação social de Mossoró deriva de uma seca assombrosa, ocorrida no triênio de 1877 a 1879, em plena monarquia, reinado de Dom Pedro II. Período de sua célebre frase de que venderia até a última jóia da coroa, mas aplacaria o sofrimento do povo faminto e sedento.

Texto: blog de Carlos Santos, com imagens do google.com