terça-feira, 29 de julho de 2014

Ex-presidente do PMDB anuncia apoio à Fátima Bezerra

A vereadora de Mossoró - Izabel Montenegro (PMDB) – anunciou nesta segunda-feira (28) o apoio à deputada Fátima Bezerra (PT) para o Senado.

“Fiz essa escolha pela seriedade com que Fátima lida com a coisa pública. E por tudo que ela ajudou a consolidar em favor do nosso estado”,  frisou a parlamentar municipal.

As ações de Fátima no município e a perspectiva de continuidade das iniciativas da futura senadora em benefício da população mossoroense, segundo Izabel, motivaram a sua escolha.

Izabel até bem poucas semanas  presidia o PMDB em Mossoró. Foi secretária do Desenvolvimento Econômico do município

Prefeita de Martins
No domingo (27), Fátima também recebeu outro apoio significativo. Foi da prefeita de Martins, inscrita no DEM, Olga Fernandes.

A reunião foi no comitê da candidata em Natal. Contou com a presença do ex-deputado estadual Patrício Júnior.

Farmácia Popular >> O programa já beneficiou mais de 26 milhões de pessoas desde fevereiro de 2011


Este ano, o programa Farmácia Popular completa 10 anos com números robustos: são mais de 26 milhões de pessoas beneficiadas e presença em mais de 4 mil municípios.
 
A Farmácia Popular foi criada para ampliar o acesso aos medicamentos por aqueles que mais precisam. O programa possui uma rede própria e estabelece uma parceria com a rede privada, batizada de "Aqui tem Farmácia Popular".
 
O programa já beneficiou mais de 26 milhões de pessoas desde fevereiro de 2011. Foram distribuídos mais de 20 milhões com medicamentos gratuitos para hipertensão, diabetes e asma.
 
O Ministério da Saúde investiu R$ 5,7 bilhões no programa e ano a ano o investimento é maior: em 2012, foi 1,3 bilhão; em 2013, R$ 1,8 bilhão e o orçamento para 2014 ultrapassou os R$ 2,6 bilhões.
Atualmente, o Programa disponibiliza na própria rede 113 itens e nas drogarias particulares 25.
 
O programa Aqui Tem Farmácia Popular conta com 29.515 estabelecimentos, sendo 545 da rede própria e 28.970 da rede credenciada, que beneficiam 4.166 municípios.
 
O programa Farmácia Popular é um complemento do programa de Assistência Farmacêutica do Ministério da Saúde, que já disponibiliza mais de 800 medicamentos gratuitos aos brasileiros.
 
Para retirar os medicamentos nas unidades basta apresentar o documento de identidade, CPF e receita médica no prazo de validade. A receita pode ser emitida pelo SUS ou por médicos de hospitais e clínicas particulares.

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO >> QUE O RIO GRANDE DO NORTE SE FAÇA PRESENTE, JÁ QUE ESTÃO LIDERANDO A ESTATÍSTICA DE EXTERMÍNIO DOS JOVENS...

Nota da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, organizadora da II Marcha Internacional contra o Genocídio do Povo Negro, sobre publicação da matéria “Juventude Negra organiza marcha contra as discriminações raciais”,  no dia 26 de Julho de 2014, na página da ONG Geledes – Instituto da Mulher Negra, que contém reportagem da EBC.
 

A II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro está sendo gestada pela Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto em comitês independentes organizados e compostos  por negras e negros de todo o Brasil com adesão de negros e negras de mais de 15 países contra o Genocídio do povo negro no Brasil. Não é uma marcha contra o “extermínio da  juventude” ou contra “discriminações raciais”, mas contra o que reconhecemos como a prática genocida contra o povo negro. O temas extermínio da juventude negra e discriminações raciais são temas do governo indiferente a ação da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto que desde 2005 vem pautando e combatendo o racismo no interior das instituições de justiça.
Nenhum conselheiro, servidor de governo ou parlamentar tem autorização para nos representar. Uma das palavras de ordem de nossa Marcha é “queremos tomar nossa voz de volta”  e o governo e suas instituição não podem e não vão nos pautar. Quando acharmos que devemos nós pautaremos o governo ... “o carro não pode passar adiante dos bois!” Os governos e Estado  que nos matam não podem fazer discursos sobre nós e nossas dores. Nós o faremos com autonomia e independência. 
A Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto lamenta a invisibilidade quem tem sido dada as nossas iniciativas que não se pautam por qualquer barganha eleitoreira, partidária ou de símbolos governamentais que não respeitam nossa autonomia.
Nenhum representante de grupo, movimento ou conselho de estado, poderá substituir a fala de quem constrói essa marcha com autonomia e fora dos holofotes das festas dos palácios. Não fazemos uma marcha reivindicativa. Os governos fecharam seus ouvidos para nossas exigências, criando programas sem nenhuma força para parecer que há um combate efetivo de nossa desgraça. Quem tem  lutado por nós somos nós mesmos, sem esse medo e essa covardia, esse silêncio e essa cooptação que tem caracterizado a conjuntura atual. Dhay Borges de fato é um valoroso militante e articulador dessa Marcha e assim ele e as mulheres que constroem essa marcha em Brasília e em todo território nacional não precisam de porta voz para falar de nossas dores. 
Não buscamos  audiência com  a presidenta ou com qualquer governador, com prefeitos ou parlamentares que estão mais ocupados com o ano eleitoral que de quatro em quatro anos desmobiliza setores importantes do movimento, cobrando sua fatura por projetos pessoais. 
Agradecemos ao Geledes pela atenção e pedimos que publique essa nota e nossa Carta de Princípios, que segue abaixo, que não deixa dúvidas sobre o significado dessa II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro. 

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO
A Luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio. 

A Campanha Reaja ou será Morta, Reaja ou Será Morto, diante da conjuntura de brutalidade, violência, superencarceramento e morte da população negra; diante do confinamento de comunidades inteiras em campos de concentração batizados de UPPs ou Bases de Segurança; diante das remoções forçadas de famílias inteiras para o benefício do capitalismo cujos defensores são os maiores investidores nos chamados jogos internacionais (Copa e Olimpíadas); diante do Estado de exceção constituído por leis que suprimem a própria lei garantindo execuções sumárias e extrajudiciais, prisões sem fundamentos e a barbárie generalizada no espaço urbano militarizado e perigoso para nossas vidas desprotegidas de iniciativas legais, ou submetidas a iniciativas legais de nosso abate; diante de instituições que deveriam  garantir a efetivação de direitos que se calam e ajoelham frente  aos nossos algoze diante da nossa eliminação;. Diante da nossa execração quando mulheres são arrastadas por carros, jovens são amarrados  em postes e linchados, suspeitos baleados agonizam em frente a policiais, comunidades inteiras submetidas a uma politica de controle, como se isso não bastasse para comprovar que estamos em uma guerra de genocídio racial; diante do silêncio de parte do movimento social, incluindo de negros e negras que está atrelado aos governo federal e locais  que pautam os movimentos sociais com seus garotos de recado constrangidos fazendo seu trabalho em ano eleitoral, ao mesmo tempo em que os governos matam e humilham a população negra, elaborando e apresentando programas ineficazes e sem dotação orçamentaria  e mandam seus mediadores e porta-vozes acalmar as vozes das ruas. Assim, diante do exposto, a Campanha  Reaja  ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, em diálogo com irmãos e irmãs em todo território nacional, em diálogo com irmãos e irmãs da Europa e Estados Unidos, da Colômbia e Barcelona, convoca, convida, conclama as organizações negras em particular e as organizações do movimento social, de um modo geral, a tomarem sua voz de volta e REAGIREM. Façamos a II Marcha Contra o Genocídio do Povo Negro tomando nossa voz de volta, dando um salto de unidade e autonomia, de solidariedade e luta contra o racismo  e  pela vida.
Esse texto é uma orientação geral quanto aos princípio que animam quem almeja, de verdade, construir essa II Marcha Nacional Contra o genocídio do Povo Negro. 
Chamamos todas e todos para essa II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro de forma autônoma, independente e revolucionaria. Eis nossos princípios inegociáveis: 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro tem como tema: A luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio. 

• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro reconhece e respeita a autonomia histórica das mulheres negras que tem reagido e resistido a opressão dirigida as nossas comunidades e criado instituições poderosas de luta, solidariedade e humanidade do povo negro em todas os continentes , as mulheres negras são a linha de frente dessa Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro, as coordenadoras e impulsionadoras de nossa ação nas ruas do país;
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro é uma ação politica independente e centrada na luta contra o racismo e o genocídio, na qual os negros e negras terão sua vozes para falarem de si próprios, sem mediadores ou acadêmicos bem intencionados para serem porta vozes de nossa luta; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro deve ser organizada nas bases, nas comunidades, nas favelas e prisões, nos quilombos e aldeias, nas fábricas e nas ruas ,  nos terreiros de candomblé, nas casas de batuque, de xangôs, de tambor de mina, nas posses e quebradas e devem ter essas coletividades como sujeitos e não como objeto de estudo ou barganha em articulações  politicas; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro repudia o uso eleitoreiro de nossa desgraça seja por qualquer partido ou grupo politico-eleitoral, pois nossas demandas não cabem nas urnas ou em projetos alheios a autonomia preta, pan-africanista e favelada;
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro usará as cores do Panafricanismo e terá caráter internacional na luta negra;
• Fora desses princípios qualquer iniciativa não poderá ser apresentada como II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro sob pena de desafiar nosso repúdio Nacional e Internacional; 
• A II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro não terá qualquer vínculo partidário ou eleitoral, e quem assim o fizer estará fazendo outra coisa não a II Marcha Nacional Contra o Genocídio do Povo Negro 

Contra o Genocídio do Povo Negro, Nenhum Passo Atrás
Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto.

Nota da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, organizadora da II Marcha Internacional contra o Genocídio do Povo Negro, sobre publicação da matéria “Juventude Negra organiza marcha contra as discriminações raciais”, no dia 26 de Julho de 2014, na página da ONG Geledes – Instituto da Mulher Negra, que contém reportagem da EBC.

A II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro está sendo gestada pela Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto em comitês independentes organizados e compostos por negras e negros de todo o Brasil com adesão de negros e negras de mais de 15 países contra o Genocídio do povo negro no Brasil. Não é uma marcha contra o “extermínio da juventude” ou contra “discriminações raciais”, mas contra o que reconhecemos como a prática genocida contra o povo negro. O temas extermínio da juventude negra e discriminações raciais são temas do governo indiferente a ação da Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto que desde 2005 vem pautando e combatendo o racismo no interior das instituições de justiça.

Nenhum conselheiro, servidor de governo ou parlamentar tem autorização para nos representar. Uma das palavras de ordem de nossa Marcha é “queremos tomar nossa voz de volta” e o governo e suas instituição não podem e não vão nos pautar. Quando acharmos que devemos nós pautaremos o governo ... “o carro não pode passar adiante dos bois!” Os governos e Estado que nos matam não podem fazer discursos sobre nós e nossas dores. Nós o faremos com autonomia e independência.

A Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto lamenta a invisibilidade quem tem sido dada as nossas iniciativas que não se pautam por qualquer barganha eleitoreira, partidária ou de símbolos governamentais que não respeitam nossa autonomia.

Nenhum representante de grupo, movimento ou conselho de estado, poderá substituir a fala de quem constrói essa marcha com autonomia e fora dos holofotes das festas dos palácios. Não fazemos uma marcha reivindicativa. Os governos fecharam seus ouvidos para nossas exigências, criando programas sem nenhuma força para parecer que há um combate efetivo de nossa desgraça. Quem tem lutado por nós somos nós mesmos, sem esse medo e essa covardia, esse silêncio e essa cooptação que tem caracterizado a conjuntura atual. Dhay Borges de fato é um valoroso militante e articulador dessa Marcha e assim ele e as mulheres que constroem essa marcha em Brasília e em todo território nacional não precisam de porta voz para falar de nossas dores.

Não buscamos audiência com a presidenta ou com qualquer governador, com prefeitos ou parlamentares que estão mais ocupados com o ano eleitoral que de quatro em quatro anos desmobiliza setores importantes do movimento, cobrando sua fatura por projetos pessoais.

Agradecemos ao Geledes pela atenção e pedimos que publique essa nota e nossa Carta de Princípios, que segue abaixo, que não deixa dúvidas sobre o significado dessa II Marcha Internacional Contra o Genocídio do Povo Negro.

II MARCHA NACIONAL CONTRA O GENOCÍDIO DO POVO NEGRO
A Luta Transnacional Contra o Racismo, a Diáspora Negra Contra o Genocídio.

A Campanha Reaja ou será Morta, Reaja ou Será Morto, diante da conjuntura de brutalidade, violência, superencarceramento e morte da população negra; diante do confinamento de comunidades inteiras em campos de concentração batizados de UPPs ou Bases de Segurança; diante das remoções forçadas de famílias inteiras para o benefício do capitalismo cujos defensores são os maiores investidores nos chamados jogos internacionais (Copa e Olimpíadas); diante do Estado de exceção constituído por leis que suprimem a própria lei garantindo execuções sumárias e extrajudiciais, prisões sem fundamentos e a barbárie generalizada no espaço urbano militarizado e perigoso para nossas vidas desprotegidas de iniciativas legais, ou submetidas a iniciativas legais de nosso abate; diante de instituições que deveriam garantir a efetivação de direitos que se calam e ajoelham frente aos nossos algoze diante da nossa eliminação;. Diante da nossa execração quando mulheres são arrastadas por carros, jovens são amarrados em postes e linchados, suspeitos baleados agonizam em frente a policiais, comunidades inteiras submetidas a uma politica de controle, como se isso não bastasse para comprovar que estamos em uma guerra de genocídio racial; diante do silêncio de parte do movimento social, incluindo de negros e negras que está atrelado aos governo federal e locais que pautam os movimentos sociais com seus garotos de recado constrangidos fazendo seu trabalho em ano eleitoral, ao mesmo tempo em que os governos matam e humilham a população negra, elaborando e apresentando programas ineficazes e sem dotação orçamentaria e mandam seus mediadores e porta-vozes acalmar as vozes das ruas. Assim, diante do exposto, a Campanha Reaja ou Será Morta, Reaja ou Será Morto, em diálogo com irmãos e irmãs em todo território nacional, em diálogo com irmãos e irmãs da Europa e Estados Unidos, da Colômbia e Barcelona, convoca, convida, conclama as organizações negras em particular e as organizações do movimento social, de um modo geral, a tomarem sua voz de volta e REAGIREM.


segunda-feira, 28 de julho de 2014

Solidariedade >> Natal realizará Ato contra o genocídio na Palestina


Vale do Apodi >> Produção de arroz é prejudicada pela estiagem

Trabalhadores carregam os molhos de arroz para processamento – Foto Ednilto Neves
Trabalhadores carregam os molhos de arroz para processamento – Foto Ednilto Neves

Com destino, principalmente, para a Paraíba e o próprio Rio Grande do Norte, o arroz vermelho segue perdendo espaço durante este ano.

A estiagem ocasionou prejuízos à colheita de arroz vermelho, no primeiro semestre deste ano, no Vale do Apodi. Segundo o presidente da Associação dos Produtores de Arroz do Vale do Apodi (APAVA), Francisco Morais,  a seca desestimulou algumas famílias, que optaram por não realizar o plantio. Francisco diz que o número de famílias produtoras pode chegar a 150. Contudo, apenas 30 integram a Apava. Ele afirma que, devido à estiagem, os últimos quatro anos foram bastante árduos.

“Nas várzeas próximas ao Rio Apodi, onde a área é perenizada, corre água e a plantação continua. Já na parte do Rio Mari não passou água nos últimos três anos. Por isso, os lençóis freáticos não contêm água suficiente, os poços não foram abastecidos e, consequentemente, muitos produtores deixaram de plantar”, declarou. O presidente da Apava acrescentou que chega a 60 o número de famílias produtoras afetadas pela falta de água nas imediações do Rio Mari.

O Vale do Apodi produz duas safras de arroz vermelho por ano. A primeira entre os meses de janeiro e junho, e a segunda no período de julho a dezembro. O arroz leva em média quatro meses para atingir o ponto de colheita.  Segundo a Apava, em 2013, contabilizando, as duas etapas, o volume de produção alcançou 480 toneladas de arroz, resultado apontado como positivo. Contudo, a expectativa para este ano é que a primeira colheita, que está em execução, proporcione 150 toneladas, queda de 40% na comparação com médias referentes há anos anteriores – 250 toneladas.

“Muita gente vai deixar de plantar no segundo semestre deste ano, em virtude da estiagem. Lamento por essas famílias não poderem continuar com o plantio, porque elas sobrevivem do cultivo do arroz vermelho. Além disso, os animais desses produtores também estão sendo prejudicados, uma vez que os derivados do arroz integram a alimentação do gado e porcos. Muitas vezes, esses produtores buscam no plantio do feijão uma alternativa para reforçar a renda. No entanto, as tentativas se frustram, devido à desvalorização do produto no mercado”, salienta.

E os impactos da estiagem são ainda maiores. Com destino, principalmente, para a Paraíba e o próprio Rio Grande do Norte, o arroz vermelho segue perdendo espaço durante este ano. “As famílias da Apava, habitualmente, cultivam o arroz em uma área de 120 hectares de terra. Neste ano, reduzimos essa dimensão em 40 hectares”, frisa Francisco Morais.

O arroz vermelho produzido pelas 30 famílias vinculadas à Apava é negociado pela associação. Atualmente, 1 alqueire do produto é vendido por R$ 150,00. Cada alqueire corresponde a 115 quilos de arroz com casca e a 80 quilos do produto já beneficiado. Em 2013, esse mesmo volume era vendido por R$ 160,00, possibilitando que as famílias alcançassem lucro mais satisfatório. Com relação a este ano, Francisco Morais enfatizou: “O valor deste ano é razoável. O ideal, para abater as despesas e atingir uma margem de lucro superior, é R$ 170,00. Nosso objetivo é investir no beneficiamento do produto para chegar ao patamar de R$ 190,00″.

Divulgação >> Curso de Fotografia Digital


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Material necessário:
Câmera fotográfica digital de qualquer modelo.

Local:Cuxá Eventos e Recepções – Rua Marise Bastier, 1853 (atrás do Hotel Residence)

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FIFA envia carta de agradecimento ao governo brasileiro pela realização da Copa

O presidente da FIFA, Joseph Blatter, e o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, enviaram carta de agradecimento ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, pela parceria na realização da Copa do Mundo de 2014. A carta menciona o alto nível técnico dos jogos e reforça a “qualidade excepcional de organização e de hospitalidade”.

Confira a íntegra do texto:
Honorável Sr. Ministro, Querido amigo,
De volta em Zurique, queremos agradecer o seu apoio e compromisso em fazer da Copa do Mundo FIFA 2014 a Copa das Copas.
Assim foi: durante 32 dias assistimos a uma Copa extraordinária que não apenas reafirmou a paixão do país pelo futebol, mas também a sua capacidade para acolher eventos desta magnitude. Dentro do campo vivemos um futebol espetacular graças ao jogo positivo das equipes participantes, enquanto que fora experimentamos uma qualidade excepcional de organização e de hospitalidade.
A encantadora combinação entre a Copa e a possibilidade de conhecer as doze cidades-sede e a riqueza da cultura brasileira atraiu centenas de milhares de visitantes do mundo inteiro ao seu país, que junto com os estádios de ponta e a nova infraestrutura apresenta um legado duradouro e palpável para o Brasil e seu povo.
Agradecendo mais uma vez o respaldo recebido pelo governo brasileiro e por você, aguardamos ansiosamente a oportunidade de repetirmos a experiência nos Torneios Olímpicos masculinos e femininos do Rio de Janeiro em 2016.
Atenciosamente,
Joseph S. Blatter
Jérôme Valcke

Casos de Racismo >> Folha de S. Paulo é condenada por “ofensas racistas”

 racismo-mão.bmpJornal terá que pagar R$ 50 mil por troca frequente de e-mails entre funcionários com “condutas claramente discriminatórias”

O juiz Luciano Lofrano Capasciutti, da 11ª Vara do Trabalho de São Paulo, condenou a Folha de S. Paulo a indenizar um trabalhador vítima de racismo dentro da sede da empresa na Alameda Barão de Limeira, na região central da capital paulista. A decisão judicial foi publicada na última quinta-feira, 17.

A empresa de comunicação foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização ao ex-colaborador porque tinha ciência, de acordo com a Justiça, da troca frequente de e-mails de cunho racista entre seus funcionários, mas nada fez para impedir a prática. Na defesa, a Folha de S. Paulo alegou que o caso se tratava de uma mera “brincadeira” entre os funcionários.

Para o juiz, “em razão da elevada gravidade (ofensas racistas, que inclusive configuram crime – injúria qualificada), não poderiam ocorrer em um ambiente de trabalho e, portanto, deveriam ser duramente reprimidas e, se necessário, punidas pelo empregador”. Em sua decisão, Lofrano Capasciutti enfatizou a omissão do jornal.

“Analisando o caso concreto e as provas produzidas, conclui-se que o Reclamante [ex-funcionário da Folha que acionou a Justiça] efetivamente foi vítima de condutas claramente discriminatórias em razão de ser negro”, avaliou o juiz. “Claro está que o Reclamante foi vítima de sofrimento moral ou psíquico grave ou, ao menos, considerável, já que frequentemente era alvo de ofensas (ou ‘brincadeiras’) de péssimo gosto – e até mesmo criminosas”, reforçou o magistrado.

folha-racismoO advogado Kiyomori Mori, que representa o trabalhador na Justiça, avalia que a punição é devida porque o monitoramento de e-mail é praticamente rotina em qualquer companhia. “A empresa sempre se preocupa em fuçar o e-mail do empregado para puni-lo pelo uso indevido da ferramenta, mas quando depara com uma situação criminosa como essa nada faz”.

O juiz ficou sensivelmente irritado com as imagens dos e-mails, naquilo que classificou de “brincadeiras de péssimo gosto”, como a foto abaixo, referindo-se tratar da nova “empresa de moto-táxi” do trabalhador. Em contato com a reportagem do Comunique-se, o departamento jurídico da Folha anuncia que “está recorrendo”, pois “considera injusta” a decisão da Justiça do Trabalho.

Condenação por “pejotização” do funcionário
 
Além do ato discriminatório envolvendo a Folha de S. Paulo, foram condenadas outras quatro empresas (Expernet Telemática, Comércio e Consultoria de Informática, Worksolution Cooperativa de Trabalho dos Empreendedores em Tecnologia da Informação e Nova Dinâmica Tecnologia da Informática) que realizaram a intermediação da contratação da mão de obra do ex-empregado para trabalhar para o jornal, sem registro na carteira de trabalho. O profissional trabalhava no “helpdesk” de informática, responsável por ajudar os jornalistas com seus computadores.

Fonte: http://www.geledes.org.br/folha-de-s-paulo-e-condenada-por-ofensas-racistas/

domingo, 27 de julho de 2014

Dica cultural >> 5 coisas no centro de Natal que você precisa fazer

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Fotos: Carol Reis, Rayane Mainara, Adriano Abreu, Augusto Ratis  e Indica Natal.

Os centros das cidades sempre reservam lugares pouco conhecidos e mal divulgados, mas que merecem ser apreciados. Em Natal não é diferente e não faltam botecos, cafés e muitos prédios históricos para serem explorados na Cidade Alta.

Recentemente o bairro, junto com a Ribeira, foi tombado pelo Iphan e é considerado patrimônio brasileiro.

E nada melhor que celebrar isso com uma lista bacana de coisas para fazer, né?
Listei aqui cinco locais que merecem ser visitados. Eles são frutos das minhas andanças e experiências pessoais na Cidade Alta.

Todos ficam bem próximos e podem ser visitados num único dia, mas se você gosta de lugares simples e costuma fazer algo pelo centro é provável que eles entrem para suas atividades semanais.

1. Almoçar no Bar do Pedrinho

bar do pedrinho  catombofoto augusto ratis novo jornal  05 01 2010

Com mais de quatro décadas de funcionamento, o Bar do Pedrinho é uma referência no bairro. O cardápio da casa é rico e almoçar lá pode ser um ótimo programa. Recomendo a carne de sol com feijão verde na goma, prato ganhador da 10ª edição do Pratodomundo – o Festival Gastronômico do Beco da Lama.

A sardinha e o baião também valem a pena e o preço do prato fica entre R$ 10 e 12 reais. Como um bom boteco não faltam também cervejas e cachaças para acompanhar a refeição. Sobremesa? Recomendo a típica banana na rapadura derretida. O boteco fica na Rua Vigário Bartolomeu no fundo do Shopping Popular – Camelódromo. Abre de segunda  a sábado.

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7Arte Adriano Abreu

Especializada em filmes raros – e pirateados – o local é ideal para os amantes do cinema que andam sem verba para investir em cópias originais ou não são adeptos dos downloads. Ou, ainda, não encontram o que buscam no ‘mercado’ da cidade e querem fugir do blockbusters.

A banca fica no Shopping Popular, na Ulisses Caldas, e possui um acervo com mais centenas de títulos. Se não tiver o filme que o cliente procura, a banca também aceita encomendas. Cada DVD custa 5 reais. Até o crítico Luiz Carlos Merten, um dos mais conhecidos do país, que escreve atualmente no jornal O Estado de S. Paulo, esteve por lá e elogiou o local em seu blog.

3. Tomar um café no Grande Ponto Café São Luiz

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O Café São Luiz é o mais antigo estabelecimento do gênero em Natal. Situado na Rua Princesa Isabel, ele tem 61 anos de funcionamento e no último ano passou por uma revitalização. O espaço, apesar de pequeno, também tem uma pequena tabacaria e uma parede de exposição de quadros. Para quem não curte café, o cardápio também traz shakes, sucos, mates, tapiocas, crepes, omeletes, tortas, salgados, sanduíches e saladas. O preço é super em conta. Aberto de segunda à sexta das 7h às 19h e aos sábados das 7h às 13h.

4. Visitar a Pinacoteca

Pinacoteca

A Pinacoteca Potiguar, que funciona no Palácio Potengi, é o museu que abriga a maior parte do acervo de Artes Visuais do Estado do Rio Grande do Norte. O prédio foi sede do Governo do Estado e guarda o mobiliário original dos tempos de Palácio, além de receber diferentes exposições.

No momento, pelo menos cinco acontecem. Destaque para exposição coletiva “15 Artistas Italianos Contemporâneos no Brasil”, “Da Arte Fantástica ao Surrealismo” de H.R. Giger, Bruno Weber e Graciela Boulanger e a graciosa exposição “Zé de China, Mestre da Arte Popular e Movimento”. A entrada é gratuita e as visitações acontecem de terça a sexta das 08h às 18h e sábados das 09h às 17h. A PINA fica na Praça Sete de Setembro.

5. Curtir boa música na Quinta Viva do Samba

Quinta Viva do Samba

Para quem gosta do estilo musical o projeto é parada obrigatória. Todas as quintas, a partir das 19h, rola uma roda de samba, puxada pelo grupo Arquivo Vivo na Praça André de Albuquerque (Praça Vermelha), no Centro de Natal. O local é simbólico por ser o marco zero da cidade.

O projeto já tem público cativo que aproveita clássicos do samba que rolam por lá, de graça, e bem ali onde a nossa história começou.

Fonte: http://www.apartamento702.com.br/5-lugares-centro-de-natal-voce-precisa-conhecer/

Palavras do mestre >> O governo Lula, por Ariano Suassuna (Talvez por ele ter dito essas palavras alguns deixem de reconhecer sua genealidade)

O governo Lula, por Ariano Suassuna: "O maior avanço político no Brasil ocorreu nos oito anos do governo Lula. Você não sabe a humilhação que eu sentia pela dívida do Brasil ao FMI. Olha, o presidente brasileiro não tinha condições de escolher um ministro que não fosse aprovado pelo FMI. O FMI tinha o direito de vetar. Agora, o Brasil pagou a dívida e o FMI está devendo à gente. E Lula disse: 'Já pensou que coisa chique, o FMI está devendo ao Brasil.' Foi para o povo brasileiro recuperar a autoestima.
Lula baixou o número de pessoas que viviam na miséria. Ele baixou de 34% para 18%. Ele, Lula. E o percentual deve estar mais baixo ainda porque esses dados são do ano passado.
Eu morria de vergonha do governo Fernando Henrique. Bastava dar um chapéu de doutor para ele entregar tudo.
Eu votei no Lula em todas as vezes e não me arrependo. Escrevi, falei em comício, fiz o diabo. O que eu posso fazer eu faço. Eu não tenho poder político, nem econômico, nem nenhum outro, mas tenho uma língua afiada que só a peste, e ela está a serviço do meu país."

Dica da amiga Fabiana Agra
 
Fonte: http://www.blogdoandrefalcao.com/.../o-governo-lula-por...

O governo Lula, por Ariano Suassuna: "O maior avanço político no Brasil ocorreu nos oito anos do governo Lula. Você não sabe a humilhação que eu sentia pela dívida do Brasil ao FMI. Olha, o presidente brasileiro não tinha condições de escolher um ministro que não fosse aprovado pelo FMI. O FMI tinha o direito de vetar. Agora, o Brasil pagou a dívida e o FMI está devendo à gente. E Lula disse: 'Já pensou que coisa chique, o FMI está devendo ao Brasil.' Foi para o povo brasileiro recuperar a autoestima.
 
Lula baixou o número de pessoas que viviam na miséria. Ele baixou de 34% para 18%. Ele, Lula. E o percentual deve estar mais baixo ainda porque esses dados são do ano passado.
 
Eu morria de vergonha do governo Fernando Henrique. Bastava dar um chapéu de doutor para ele entregar tudo.
 
Eu votei no Lula em todas as vezes e não me arrependo. Escrevi, falei em comício, fiz o diabo. O que eu posso fazer eu faço. Eu não tenho poder político, nem econômico, nem nenhum outro, mas tenho uma língua afiada que só a peste, e ela está a serviço do meu país."

Luta >> Patricia Collins convoca mulheres negras a se engajarem contra o racismo

 Lições do Feminismo Negro, com a conferencista Patrícia Hill Collins, socióloga feminista americana (Valter Campanato/Agência Brasil)Por Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil 

A socióloga norte-americana, feminista, professora da Universidade de Maryland, Patricia Hill Collins, convocou as mulheres negras a não se acomodarem e a se engajarem contra o racismo e a discriminação ainda presentes em diversas esferas da sociedade. "Nós que acreditamos na liberdade não podemos descansar", repetiu diversas vezes hoje (24) durante conferência no Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra.

A socióloga feminista norte-americana Patrícia Hill Collins durante a conferência Nós que Acreditamos na Liberdade não Podemos Descansar: Lições do Feminismo NegroValter Campanato/Agência Brasil

"Precisamos ver com que tipo de racismo, classismo e sexismo estamos lidando e como ele continua a reproduzir todo tipo de desigualdade", disse Patricia. Segundo ela, nos Estados Unidos, onde racismo era latente com a separação em guetos, a luta nos anos 1950, 1960 e 1970 foi por conquistas de direitos. "A solução parecia ser não excluir, integrar. Mas, ao fazer isso, há a impressão, quando vemos negros no poder, de que as ações foram bem-sucedidas e que essas pessoas nos representam".   

Ontem (23), também durante o festival, Patricia disse a jornalistas que ter um presidente negro no poder, Barack Obama, não resolveu a questão do racismo no país. "Eu suspeito e sei que nos Estados Unidos as pessoas acham que a situação dos negros está melhor porque temos um presidente negro. Temos imagens, temos a mídia dizendo que as coisas estão melhores, mas talvez elas não estejam", ponderou.

 Lições do Feminismo Negro (Valter Campanato/Agência Brasil)Nesta quinta-feira, diante de uma audiência majoritariamente formada por mulheres negras, a socióloga convocou as jovens a se engajarem de diversas maneiras, seja em movimentos sociais, seja academicamente ou mesmo no dia a dia, em um ativismo presente nas ações do cotidiano.

Patricia apresentou uma série de pensadoras feministas negras dos Estados Unidos, como Angela Davis, filósofa e ativista do movimento negro, presente na plateia. Em seguida, perguntou quantas jovens estavam estudando. Cerca da metade do auditório ergueu as mãos. Patricia fez então um convite a que concluam os estudos, produzam e repassem o conhecimento adquirido.

"Os movimentos brasileiros estão no centro do furacão e têm uma visão distinta do furacão global. Não podemos ser imperialistas e dizer que temos um movimento negro nos Estados Unidos que tem que ser imitado aqui. O Brasil tem movimento para inspirar os norte-americanos e que podem nos fazer lembrar o que fomos antigamente e o que podemos voltar a ser", acrescentou Patricia. 

O Festival Latinidades 2014: Griôs da Diáspora Negra vai até o dia 28 de julho, em Brasília. Na programação estão conferências, debates, feiras, saraus e shows, além de outras atividades. A programação completa pode ser acessada no site do evento, no endereço www.latinidades.com

sábado, 26 de julho de 2014

Atenção galera >> Será amanhã dia 27 de julho a partir da 9:00 horas...

Parabéns!!!!

I Fórum Comunitário de Lajes- Selo Unicef edição 2013-2016... Participe!!


Foto: I Fórum Comunitário de Lajes- Selo Unicef edição 2013-2016...Participe!!

Concurso >> Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero está com inscrições abertas

Estão abertas, até 28 de novembro, as inscrições para o 10º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero, edição 2014, concurso de redações, artigos científicos e projetos pedagógicos na área de relações de gênero, mulheres e feminismo. São cinco categorias de participação: redação, para estudantes do ensino médio, e artigo científico voltado a estudantes de graduação, de mestrado e de doutorado, graduada e graduado e mestra e mestre. 

O concurso premia a Escola Promotora da Igualdade de Gênero, para valorizar projetos e ações pedagógicas desenvolvidos em escolas de nível médio.

A seleção é feita em duas etapas. A primeira é por unidade da federação, em que é escolhida a melhor redação dos 26 estados e do Distrito Federal. Na sequência desta fase, são escolhidas as três melhores redações entre as selecionadas na etapa anterior. O Prêmio tem como objetivos estimular e fortalecer a reflexão crítica e a pesquisa acerca das desigualdades existentes entre homens e mulheres em nosso país, contemplando suas interseções com as abordagens de classe social, geração, raça, etnia e sexualidade no campo dos estudos das relações de gênero, mulheres e feminismos; e sensibilizar a sociedade para tais questões.

Para a coordenadora de Relações de Gênero Inês Almeida, a participação dos professores é muito importante tanto para a divulgação das ações desenvolvidas quanto para a contribuição com projetos que podem transformar outras realidades. “Precisamos dá visibilidade a tantas práticas revolucionárias que estão sendo desenvolvidas em nossas escolas”, destacou.

O Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero foi instituído em 2005 pela Secretaria de Política das Mulheres (SPM-PR), no âmbito do Programa Mulher e Ciência, em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI); a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECADI/MEC); a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e a ONU Mulheres.

Mais informações: www.igualdadedegenero.cnpq.br

Alcoólicos Anônimos completa amanhã 39 anos com histórias de recomeço

Para muitas pessoas, o álcool é um tipo de droga menos nociva e até casual. O alcoolismo, por sua vez, não é assimilado como uma doença por grande maioria da população, que prefere taxar o dependente do álcool como alguém passível de recuperação a qualquer momento. Porém, para a Organização Mundial da Saúde (OMS), esta é uma patologia nociva à vida e que mata mais de três milhões de pessoas por ano em todo o mundo.
No Rio Grande do Norte, os Alcoólicos Anônimos (AA) completam amanhã 39 anos. Durante décadas, os grupos existentes em Mossoró participaram ativamente de uma diversidade de histórias de superação de dependentes químicos, que começaram uma nova vida a partir do esforço e coragem de membros da instituição.
De acordo com P.A.C. (os nomes dos membros do AA precisam ser mantidos em sigilo, por respeito às regras da organização), que é um dos organizadores do AA em Mossoró, comenta que o trabalho da instituição é fruto do voluntariado e da opção dos próprios membros de lutar contra a doença. Ele ressalta que por anos viveu afundado em meio ao vício, e graças ao AA conseguiu reconstruir sua vida com muito esforço.
"Eu vivi por muitos anos refém da bebida, bebia um dia sim, um dia não, mas estava sempre sob os efeitos do álcool. Eu chegava a ponto de desmaiar, de apagar todos as lembranças das noites na bebedeira. Hoje estou há 21 anos sóbrio, nunca mais encostei em uma gota de bebidas alcoólicas", comenta.
Entre os membros do AA de Mossoró, novos membros também mostram que a busca pela recuperação do vício não tem idade. Para N. P.Q, de 47 anos e que somente há dois meses integra o quadro de dependentes que buscam a reabilitação, comenta que decidiu por conta própria se internar. "Eu bebia todos os dias e de repente percebi como estava me destruindo e destruindo minha família. Recebi apoio dos companheiros do AA e estou há dois sem consumir nenhuma bebida alcoólica", ressalta
B.N.A. conta que sua história com o AA envolvia outro drama que agravava sua situação: o vício em outros tipos de drogas. "Eu era dependente químico e alcoólatra, e na primeira vez que entrei no AA passei apenas três meses sóbrio, com a recaída me afastei dos encontros e passei longo tempo imerso nas drogas novamente. Um dia por acaso resolvi voltar às reuniões. Estou há 11 anos longe do álcool e também das drogas graças ao AA", comenta.
Outro exemplo interessante do trabalho do AA é o trabalho acompanhando mulheres alcoólatras. Por mais que não seja tão comum encontrar casos de mulheres alcoólatras como de homens, estudos do Ministério da Saúde apontam que o número de mulheres que se utilizam e são dependentes do álcool tem aumentado rapidamente nos últimos anos.

Lazer, cidadania e meio ambiente >> ECO PRAÇA: Edição Resíduos. Dia 27/07 na Praça dos Eucaliptos em Candelária

#AgendaCultural ECO PRAÇA: Edição Resíduos. Dia 27/07 na Praça dos Eucaliptos em Candelária.

Vamos reunir a família, os amigos e participar de um dia inteiro de atividades na Praça dos Eucaliptos em Candelária. Domingo é dia demais uma edição do projeto Eco Praça! Nos vemos por lá!

PROGRAMAÇÃO COM HORÁRIOS:
09:00 Abertura+ Piquenique+Tenda da saúde
10:00 Abertura da feira de adoção de gatos e da feira de troca
10:30 Slackline
10:30 Oficina de Compostagem
11:30 Roda de conversa sobre resíduos
12:00 Abertura da praça de alimentação e feira de troca.
14:00 Discotecagem Eco Praça
15:00 Teatro de Mamulengo - Heraldo Lins
16:30 Baile Skarimbó
18:30 Cine Eco Praça - A História das Coisas
Você que está em Natal e quer aproveitar melhor o domingo que tal reunir a família, os amigos e participar de um dia inteiro de atividades na Praça dos Eucaliptos em Candelária. 

Domingo é dia demais uma edição do projeto Eco Praça! Nos vemos por lá!

PROGRAMAÇÃO E HORÁRIOS:

09:00 Abertura + Piquenique +Tenda da saúde
10:00 Abertura da feira de adoção de gatos e da feira de troca
10:30 Slackline
10:30 Oficina de Compostagem
11:30 Roda de conversa sobre resíduos
12:00 Abertura da praça de alimentação e feira de troca.
14:00 Discotecagem Eco Praça
15:00 Teatro de Mamulengo - Heraldo Lins
16:30 Baile Skarimbó
18:30 Cine Eco Praça - A História das Coisas

Edital aberto para Seleção de Tutores Presencias e a Distância

O Núcleo de Educação a Distância da UERN está com Edital aberto para Seleção de Tutores Presencias e a Distância para atuar em curso de Licenciatura (modalidade a distância) de Língua Portuguesa e respectivas Literaturas.

Gostaria de contar com o apoio de vocês para a divulgação de nosso edital nas Secretarias, em redes sócias e outros meios de comunicação aos quais vocês tenham acesso e possam ajudar na divulgação.
Prazo de inscrição: 25 a 30 julho e 2014.


Desde já, agradeço a atenção e colaboração de todos e de todas,

Geane Oliveira - Coordenadora PROINFO/UNDIME-RN

Fonte: Facebook de Irene Martins

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Postura independente perante o massacre palestino >> Brasil volta a repudiar covardia de Israel, que responde

Brasil reforça crítica a Israel por morte de 700 palestinos em Gaza e retira embaixador do país. Governo israelense responde com duras críticas: "país irrelevante"

O governo brasileiro voltou a criticar nesta quarta-feira (23/07) a ofensiva de Israel em Gaza, pediu a implementação de um cessar-fogo e chamou para consultas o embaixador do país em Tel Aviv. Na semana passada, Dilma chamou de “desproporcional” a invasão de Israel a Gaza.

O Ministério das Relações Exteriores, em comunicado, considerou “inaceitável a escalada de violência entre Israel e Palestina” e condenou “energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza”.

Este foi o segundo comunicado oficial do governo sobre o conflito desde que Israel lançou há duas semanas uma ofensiva contra o Hamas em Gaza.

Nos 16 dias que duram as hostilidades, pelo menos 700 palestinos e 35 israelenses perderam a vida e há registros de 4,3 mil feridos.

Israel rebate o Brasil 

Após gesto diplomático do governo brasileiro, que convocou ontem seu embaixador em Tel Aviv, Henrique Pinto, para consulta sobre a morte de 700 palestinos, chancelaria de Israel respondeu duramente: “Seu comportamento nesta questão ilustra a razão por que esse gigante econômico e cultural permanece politicamente irrelevante”.

O comentário do governo de Benjamin Netanyahu foi recebido com indignação por autoridades do governo da presidente Dilma Rousseff. O Palácio do Planalto e o Itamaraty avaliaram juntos qual seria a melhor reação para um comentário “tão duro”.

VEJA TAMBÉM:  

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, rebateu as declarações do porta-voz da chancelaria de Israel. “Somos um dos 11 países do mundo que têm relações diplomáticas com todos os membros da ONU e temos um histórico de cooperação pela paz e ação pela paz internacional. Se há algum anão diplomático, o Brasil não é um deles”, disse a jornalistas.

Eleições 2014 >> Depois do Baile dos Coroas em Caicó, Wilma vai depor na Justiça Eleitoral

Wilma com seu amigo Carlos Eduardo Alves que deixou ela numa bananosa

Depois que Wilma tirar a maquiagem do Baile dos Coroas em Caicó, ele voltará para Natal, na segunda-feira para depor na Justiça eleitoral..

O juiz Carlos Virgílio Fernandes Paiva intimou a ex-governadora e atual vice-prefeita de Natal, Wilma de Faria, que nessas eleições disputa mandato de senadora pela coligação “União pela Mudança”, que tem ainda Henrique Alves (PMDB) disputando o governo do Estado, a prestar depoimento, no processo de impugnação que tramita contra ela no Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio Grande do Norte. Wilma deverá comparecer à sede do TRE na próxima segunda-feira, às 9h, para prestar depoimento pessoalmente.

A bronca é em razão da viagem do prefeito Carlos Eduardo Alves para Espanha oportunidade que Wilma não assumiu o cargo e também não renunciou a vice-prefeitura..