terça-feira, 10 de novembro de 2015

III Seminário Potiguar da População em Situação de Rua

Começou nesta segunda, 09, e segue até quarta, 11, o III Seminário Potiguar da População em Situação de Rua: Fortalecendo Vozes e Afirmando Direitos, no IFRN Cidade Alta. 
O objetivo do evento é debater as políticas sociais destinadas a essa população do RN, em diálogo com suas experiências, de modo a fomentar a estruturação de políticas Municipal e Estadual e discutir as violações de direitos humanos sofridos por eles e seus possíveis enfrentamentos.
O mandado de Mineiro (PT) é parceiro de luta da população em situação de rua no estado, tendo promovido audiência sobre a temática, participado de reuniões e seminários e da reativação do Fórum Potiguar da População em Situação de Rua.
[+] Confira programação: http://bit.ly/1L6oo6U

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

CONTRADIÇÕES >> Você se sente bem representado com esse parlamento?


A senadora Fátima Bezerra (PT-RN), vai homenagear,Djalma Maranhão, primeiro prefeito de Natal eleito pelo voto popular

Imagem inline 1


Por iniciativa da senadora Fátima Bezerra (PT-RN), o Congresso vai homenagear, em sessão solene no próximo dia 16, Djalma Maranhão, primeiro prefeito de Natal eleito pelo voto popular e considerado ainda nos dias de hoje, segundo a parlamentar, o gestor mais progressista da história de Natal, especialmente por ter revolucionado a área de educação da cidade. A homenagem ocorre no mês em que Djalma Maranhão, morto em 1971, aos 55 anos, completaria 100 anos.

A sessão solene está marcada para ter início às 9h, no Plenário do Senado. Na ocasião, o cantor potiguar Fernando Tovar cantará músicas em homenagem a Djalma Maranhão.

“Quando se almeja ensinar alguém a juntar letras e com elas formar sílabas, palavras e frases, ensina-se principalmente a concatenar ideias, construir pensamentos e formar caráter – e foi isso que marcou a gestão de Djalma e que o tornou um dos prefeitos mais amados dos potiguares.

Fátima lembrou que quando Djalma Maranhão tomou posse, em 1960, a cidade contava com apenas 10 grupos escolares e mais de 30 mil analfabetos em uma população de 160 mil pessoas. A partir da parceria com educadores como Moacyr de Góes e Paulo Freire, foi lançada, então, a campanha “De pé no chão também se aprende a ler”, responsável por levar educação a qualquer parte de Natal onde houvesse um analfabeto, como destacou a senadora.

“A infraestrutura precária não foi impedimento para que milhares de pessoas tivessem acesso à alfabetização que, para além do abecedário, fomentava a reflexão social, como pode se ver nas páginas da cartilha, inclusive pela escolha das palavras e frases abordadas”, enfatizou a senadora. Tão relevante a transformação social promovida na cidade a partir da campanha que a senadora propôs que a gráfica do Senado reeditasse a cartilha. Também será reeditado o livro “Lendo e aprendendo, a campanha de pé no chão”, de autoria de José Willington Germano, professor da Universidade do Rio Grande do Norte.

Para a homenagem, estão sendo esperados, além do professor Willington e da filha do político, Ana Maria Maranhão Fagundes, autoridades e parlamentares do 
Rio Grande do Norte, reitores de instituições de ensino superior do estado e representantes de organizações civis ligadas à educação, entre outros.

Senac-RN oferece 20 vagas de empregos para áreas de turismo, saúde e gestão

Imagem inline 1

Os currículos devem ser encaminhados até a próxima segunda-feira, 09 de novembro


O Banco de Oportunidades do Senac dispõe, nesta semana, de 20 anúncios de emprego para ex-alunos de Natal e Mossoró. 
Empresas parceiras de áreas como Turismo e Hospitalidade, Saúde, Gestão e Negócios, Conservação e Zeladoria estão à procura de profissionais qualificados na instituição.
Os currículos devem ser encaminhados até a próxima segunda-feira, 09 de novembro. Os interessados devem entrar em contato com o Banco de Oportunidades (4005-1008) ou enviar currículo diretamente paracurriculobanco@rn.senac.br. É preciso ter sido aprovado em algum curso na instituição.

Turismo interiorano >> Um castelo na paisagem seca

Idealizada por um militar aposentado, obra fica a 400 metros de altitude e oferece uma vista especial das formações rochosas da região
























Do alto da Serra da Tapuia, as torres brancas despontam no horizonte. Construído sobre a pedra do ovo, o Castelo de Zé dos Montes colocou o município de Sítio Novo definitivamente no roteiro do ecoturismo potiguar. A obra de um militar aposentado recebe pessoas de todos os lugares do mundo, oferecendo-lhes uma vista da formação rochosa daquela cidade, a 400 metros de altitude. 

Idealizada por um militar aposentado, obra fica a 400 metros de altitude e oferece uma vista especial das formações rochosas da região

Construído em estilo primitivo, a estrutura não teve a coordenação de arquitetos nem de engenheiro civil; só de pedreiros coordenados pelo proprietário. “Tudo foi da cabeça dele mesmo”, disse o filho Joseildo Gomes de 35 anos. Atualmente, José Antônio Barreto  (Zé dos Montes) cansou-se de entrevistas, mas para receber os R$7 pagos por cada visitante lhe sobra paciência. Ao idoso de 83 anos também não falta fôlego para fazer constantes modificações nos labirintos estreitos da estrutura. 

Mas para o próximo ano, o filho de Zé é quem idealizou uma inovação: instalação de energia elétrica. A novidade poderá ampliar o horário de atendimento do castelo  e consequentemente vai encarecer o preço da entrada individual. Além de ter se entediado de dar entrevistas, a família gosta de estabelecer certo mistério sobre a inspiração do prédio. “Nem tudo que se sabe é pra contar as pessoas. Ele conta”, reproduziu o filho.

Mas a inspiração mesmo veio dos céus. De acordo com o filho de Zé dos Montes, o seu pai recebeu uma orientação divina de Nossa Senhora ainda na infância, mas não teria dado atenção. Porém, aquela ordem da mãe de Jesus Cristo ficou latente na sua cabeça. Já adulto, o militar começou a construir castelos pelo interior do Nordeste. O filho não sabe falar em quais foram os lugares. “Ele teve só inciativa, mas não deu certo. Aí, vendeu os terrenos e tudo”, contou.  Até que em 1984 ele resolveu fazer essa construção no município de Sítio Novo, que hoje em dia tem pouco mais de 5,4 mil habitantes. 

Embora não tenha se prendido a nenhum estilo arquitetônico, é possível perceber a influências primitivas e árabes. Joseildo afirma que o pai só fez viagens para outros países depois de construir sua obra prima. Outro mistério que o militar aposentado gosta de cultivar é o motivo pelo qual escolheu a cidade de Sítio Novo para ser a sede do seu “reinado”. O valor investido ao longo desses anos também não foi contabilizado. 

Apesar da imponência do castelo, as instalações internas são simples. O chão é de areia. Não há água encanada, nem energia elétrica – prevista para ser instalada em 2016. Na área central do castelo foi construída uma capela. Nesse ambiente há imagens das duas padroeiras da estrutura:  Nossa Senhora de Lourdes e Santa Bernadete. O filho do proprietário não soube quantificar quantos visitantes recebe mensalmente, mas segundo ele vários ônibus chegam lotados de romeiros.   

A simplicidade não impede que o lugar seja convidativo. Até placas bilíngues    foram instaladas no entorno do castelo. Ninguém mora no local hoje em dia, mas Zé dos Montes já fez essa experiência por alguns anos quando era mais novo segundo contou o filho. Atualmente, a família mora a um quilômetro de distância do castelo.  

Além dos trilheiros e romeiros, a visitação está aberta para escolas, turmas de estudantes universitários e até para ensaios fotográficos. De acordo com o Joseildo Gomes, vários casais apaixonados – ou não – usaram o castelo de Zé dos Montes como cenário para as fotos de seu álbum de casamento. Os elementos que compõem a paisagem são tão peculiares que até uma grife de roupas escolheu o lugar como locação para fazer um ensaio para sua nova coleção no início deste ano. Além da grife Maria Valentina, o herdeiro de Zé dos Montes já está negociando com uma nova marca para dezembro deste ano. 

Como chegar?

Saindo de Natal deve-se pegar BR-226 até Tangará. Chegando na cidade, basta seguir as indicações para a cidade de Sítio Novo. O castelo fica à distância de 25 quilômetros de Tangará.  

Quanto custa?

R$ 7 por pessoa. 
Horário de funcionamento: 8h às 17h.
Dias de funcionamento: sábados, domingo e feriados.
Contato: 98751-8972 (whatsapp),   99970-9130

Obs.: o lugar possui um guia local no castelo e um restaurante dentro do mesmo terreno. 

Curiosidades

Zé dos Montes já recebeu proposta para vender sua obra, mas não aceitou. “Isso já faz tempo, mas ele não aceitou porque o castelo não foi feito para isso”, reforçou o filho.

O fluxo de turismo vem de todos os lugares do mundo. No Brasil, os mais frequentes são paraibanos, cearenses, baianos, alagoanos e gaúchos. De fora do País, China, Japão, Holanda, Portugal, Itália e até países do Oriente Médio.  

Fonte: Tribuna do Norte

domingo, 8 de novembro de 2015

Um dos motivos que justifica a realidade....


LIBERDADE COM RESPONSABILIDADE >> Lei estabelece procedimentos para o exercício do direito de resposta

Foto de Gleisi Hoffmann.
Vai à sanção da presidência da República, o projeto de Lei (PLS 141/2011), que estabelece procedimentos para o exercício do direito de resposta por pessoa ou empresa em relação à matéria divulgada pela imprensa.
De acordo com o projeto, do senador Roberto Requião (PMDB/PR), o ofendido terá 60 dias para pedir ao meio de comunicação o direito de resposta ou a retificação da informação. O prazo conta a partir de cada divulgação. 
Se tiverem ocorrido divulgações sucessivas e contínuas, conta a partir da primeira vez que apareceu a matéria.
O texto considera ofensivo o conteúdo que atente, mesmo por erro de informação, contra a honra, a intimidade, a reputação, o conceito, o nome, a marca ou a imagem de pessoa física ou jurídica. A resposta deverá ser do mesmo tamanho e com as mesmas características da matéria considerada ofensiva, se publicada em mídia escrita ou na internet. 

Na TV ou na rádio, também deverá ter a mesma duração, e o alcance territorial obtido pela matéria contestada deverá ser repetido para o direito de resposta.

Concordo com o senador Requião que a aprovação dessa lei é um direito da cidadania, o direito ao contraditório, de defesa de qualquer pessoa agredida por um meio de comunicação.

Previdência Social >> Aposentadoria especial para trabalhador rural está assegurada com novas regras

A sanção da  Lei nº 13.183 pela presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (5), com novas regras para o Regime Geral de Previdência Social (RGPS), manteve o direito dos trabalhadores rurais à aposentadoria como segurados especiais aos 60 anos (homens) e 55 anos (mulheres). Eles podem continuar acessando a aposentadoria, mesmo sem ter cumprido a exigência feita ao trabalhador urbano, que deve contribuir com a Previdência por 30 anos (mulheres) e 35 anos (homens).
A aposentadoria rural especial é permitida para o agricultor familiar, o meeiro ou o campesino que arrenda até quatro módulos rurais, cujo tamanho varia conforme o município. Para se aposentar, o trabalhador rural precisa comprovar que atingiu a idade de aposentadoria realizando atividades no campo. 
A presidenta manteve a sugestão do Congresso Nacional para que o trabalhador do campo associado a cooperativa agropecuária ou de crédito rural possa acessar o benefício previdenciário,  o que até então não estava regulamentado em lei. 
Dilma vetou, contudo, a sugestão do Congresso para que trabalhadores rurais em idade de aposentadoria com cargo de vereador ou de dirigente em cooperativa de crédito recebam o benefício previdenciário especial.  Na justificativa do veto, a presidenta argumentou que "poderia restar afastada a característica de economia familiar, intrínseca aos segurados especiais.
Com isso, continua valendo a regra de contribuição ao RGPS por meio de pagamento da tributação exigida pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A regra também vale para quem tem outra fonte de renda além do trabalho no campo.
Fonte: Portal Brasil

PLANTIOS DE UMBUZEIROS PODEM CONTRIBUIR PARA A SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL E ECONÔMICA DO SEMIÁRIDO


Símbolo de resistência, o umbuzeiro tem raízes que funcionam como verdadeiros depósitos de água.

Espécie endêmica da Caatinga, o umbuzeiro é uma alternativa importante às famílias agricultoras que buscam o extrativismo de frutas nativas como forma de convivência com o Semiárido e geração de renda. Mas, para que essa alternativa possa perdurar, é fundamental que a Caatinga seja conservada e novos plantios aconteçam. 

Outra característica que faz da espécie um aliado da convivência com o Semiárido é a possibilidade de usos do umbu, bem como a diversificação à base de produtos da fruta – umbu desidratado, doce de compota, doce de corte, calda, sorvete, entre outros.
Segundo informações da Embrapa Semiárido, os umbuzeiros, em sua maioria centenários, têm dificuldades de deixarem descendentes. Isso porque acabam sendo pastejados, principalmente por ovinos e caprinos. Um caminho, portanto, é a renovação das populações de umbuzeiros a partir do enriquecimento da Caatinga. De que forma? Implantando mudas em áreas protegidas, para impedir o pastejo.
Recomenda-se que o plantio das mudas aconteça no período de chuva, em trilhas abertas no meio da vegetação nativa. Para quem está interessado, algumas dicas:
Como obter mudas de umbuzeiro
Elas podem ser conseguidas via propagação sexuada (plantio dos caroços) ou assexuada (utilizando vegetativas, como estacas, borbulhas e ponteiros para enxertia).  A propagação por semente tem germinação lenta, o que pode dificultar a produção comercial de mudas. Mudas oriundas de sementes contribuem para enriquecer a Caatinga e formar porta-enxertos, mas demoram, em média, 10 anos, para iniciar a produção de frutos.
A enxertia é um método de propagação vegetativa mais rápido.Plantas enxertadas iniciam a produção por volta de 4 anos de idade.
Veja mais na Cartilha Uso Sustentável do Umbuzeiro – Estratégia de Convivência com o Semiárido, do Instituto Nacional do Semiárido (INSA):  Clique aqui.
Para melhor aproveitar o umbu
Como o umbu estraga rápido e o umbuzeiro propicia apenas uma safra por ano, a comercialização dos frutos in natura pode ficar comprometida. Sendo assim, uma alternativa é o processamento – transformação do fruto em produtos derivados. Importante lembrar: ao processar, não descarte as sementes. Elas podem contribuir na produção de mudas e de porta-enxertos, sem falar do enriquecimento da Caatinga.
Saiba mais da experiência de beneficiamento de umbu da Cooperativa de Produção e Comercialização dos Produtos da Agricultura Familiar do Sudoeste da Bahia (COOPROAF). Cliqueaqui.
Leia também a experiência sistematizada da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (COOPERCUC): aqui.

Carta de apoio ao Papa Francisco

Resultado de imagem para leonardo boff e o papa francisco

Há uma campanha mundial e especialmente dentro da Cúria Romana de forte oposição ao Papa Francisco, especialmente ao seu modo carinhoso e informal que caracteriza seu estilo de ser Pastor da Igreja Universal e bispo de Roma. Grupos fortes dentro e fora dos quadros eclesiais que objetivam desestabilizar e até ridicularizar seu modo de ser Papa, despojado dos símbolos de poder, bem no estilo de São Francisco de Assis de quem tomou o nome. No II Congresso de Teologia Continental, realizado em Belo Horizonte entre os dias 26-30 de outubro sob o lema  A Igreja que caminha no Espírito a partir dos pobres resolveu escrever esta carta aberta em apoio ao Papa Francisco. Logo aderiram cerca de 300 pessoas do Brasil, de toda  América Latina, do Caribe e de representantes da Europa, do Canadá e dos Estados Unidos. Pedimos  divulgarem esta carta e testemunharem a sua adesão para o e-mail <valecarusi@gmail com.> da embaixada argentina junto à Santa Sé.  Lboff               
                                                 Carta de apoio ao Papa Francisco
            Querido Papa Francisco,
Somos muitos na América Latina, no Caribe e noutras partes do mundo que acompanhamos com preocupação a oposição e os ataques que lhe fazem minorias conservadoras, mas poderosas de dentro e de fora da Igreja. Perplexos, assistimos a algo inusitado nos últimos séculos: a tomada de posição de alguns cardeais contra o seu modo de conduzir o Sínodo e, mais que tudo, a Igreja Universal.
A carta estritamente pessoal, dirigida ao Sr. foi vasada para a imprensa, como já havia sucedido com sua encíclica Laudato Si’, em clara violação dos princípios de um jornalismo ético.
Tais grupos postulam uma volta ao modelo de Igreja do passado, concebida mais como uma fortaleza fechada do que como “um hospital de campanha sempre aberto para acolher quem lhe bata às portas”; Igreja que deverá “procurar e acompanhar a humanidade de hoje não com portas fechadas, o que trairia a si mesma e a sua missão e que, em vez de ser uma ponte, se tornaria uma barreira”. Estas foram suas corajosas palavras.
As atitudes pastorais do tipo de Igreja proposto em seus discursos e em seus gestos simbólicos se caracterizam pelo amor caloroso, pelo encontro vivo entre as pessoas e com o Cristo presente entre nós, pela misericórdia sem limites, pela “revolução da ternura” e pela conversão pastoral. Esta implica que o pastor tenha “cheiro de ovelha” porque convive com ela e a acompanha ao longo de todo o percurso.
Lamentamos que tais grupos, o mais que fazem é dizer não. Recordamos a esses nossos irmãos as coisas mais óbvias da mensagem de Jesus. Ele não veio dizer não. Ao contrário, ele veio dizer sim. São Paulo na segunda Epístola aos Coríntios nos recorda que “o Filho de Deus sempre foi sim, porque todas as promessas de Deus são sim em Jesus” (2 Cor 1,20).
No evangelho de São João, Jesus afirma explicitamente: ”Se alguém vem a mim eu não o mandarei embora” (Jo 6,37). Podia ser uma prostituta, um leproso, um teólogo medroso como Nicodemos: a todos acolhia com amor e misericórdia.
A característica fundamental do Deus de Jesus, “Abba”, é sua misericórdia ilimitada (Lc 6,36) e seu amor preferencial pelos pobres, doentes e pecadores (Luc 5,32; 6,21). Mais que fundar uma nova religião com fieis piedosos, Jesus nos veio ensinar a viver e a realizar a mensagem central do Reino de Deus, cujos bens são: o amor, a compaixão, o perdão, a solidariedade, a fome e sede de justiça e a alegria de todos sentirem-se filhos e filhas amados de Deus.
Os intentos de deslegitimar seu modo de ser bispo de Roma e Papa da Igreja universal, guiando-se mais pela caridade do que pelo direito canônico, mais pela colegialidade e pela cooperação do que pelo exercício solitário do poder serão vãos, porque nada resiste à bondade e à ternura das quais o Sr. nos dá um esplêndido exemplo. Da história aprendemos que, onde prevalece o poder, desaparece o amor e se extingue a misericórdia, valores centrais da sua pregação e da de Jesus.
Neste contexto, face à nova fase planetária da história e às ameaças que pesam sobre o sistema-vida e o sistema-Terra corajosamente apontadas em sua encíclica Laudato Si’sobre “o cuidado da Casa Comum” queremos cerrar fileiras ao seu redor e mostrar nosso inteiro apoio à sua pessoa e ministério, à sua visão pastoral e aberta de Igreja e à forma carismática pela qual nos faz sentir novamente a Igreja como um lar espiritual. E são tantos de outras igrejas e religiões e do mundo secular que o apoiam e o admiram pelo seu modo de falar e de agir.
Não é destituído de significação o fato de que a maioria dos católicos vive nas Américas, na África e na Ásia, onde se constata grande vitalidade e criatividade em diálogo com as diferentes culturas, mostrando vários rostos da mesma Igreja de Cristo. A Igreja Católica é hoje uma Igreja do Terceiro Mundo, pois somente 25% dos católicos vivem na Europa. O futuro da Igreja se decide nessas regiões onde sopra fortemente o Espírito.
A Igreja Católica, não pode ficar refém da cultura ocidental que é uma cultura regional, por maiores méritos que tenha acumulado. É preciso que se des-ocidentalize, abrindo-se ao processo de mundialização que favorece o encontro das culturas e dos caminhos espirituais.
Querido Papa Francisco: o Sr. participa do mesmo destino do Mestre e dos Apóstolos que também foram incompreendidos, caluniados e perseguidos.
Mas estamos tranquilos porque sabemos que o Sr. assume tais tribulações no espírito das bem-aventuranças. Suporta-as com humildade. Pede perdão pelos pecados da Igreja e segue as pegadas do Nazareno.
Queremos estar ao seu lado, apoiá-lo em sua visão evangélica e libertadora de Igreja, conferir-lhe coragem e força interior para nos atualizar, por palavras e gestos, a Tradição de Jesus feita de amor, de misericórdia, de compaixão, de intimidade com Deus e de solidariedade para com a humanidade sofredora.
Enfim, querido Papa Francisco, continue a mostrar a todos que o evangelho é uma proposta boa para toda a humanidade, que a mensagem cristã é um força inspiradora no “cuidado da Casa Comum” e geradora de uma pequena antecipação de uma Terra reconciliada consigo mesma, com todos os seres humanos, com a natureza e principalmente com o Pai que mostrou ter características de Mãe de infinita bondade e ternura. Ao final, poderemos juntos dizer: “tudo é muito bom”(Gn 1,31).

DESTAQUE >> Estudante da UFERSA expõe, no Chile, estudo sobre abandono de jumentos no RN



Diante da superpopulação de jumentos e o alto índice de abandono desses animais nas estradas do Rio Grande do Norte, em especial na região Oeste, o estudante do curso de Zootecnia da UFERSA, Leodécio Júnior, desenvolveu um estudo pioneiro que visa identificar os motivos pelos quais eles foram abandonados e avaliar possíveis soluções para esta problemática.

O trabalho foi destaque no Seminário de Iniciação Científica da UFERSA e será apresentado, também, em um congresso científico internacional no Chile.

A ideia partiu após perceber que os jumentos, em sua maioria abandonados por falta de utilização, estavam causando muitos acidentes nas rodovias e poderiam ser recolhidos e destinados para outra finalidade.

No estudo foram utilizados 104 animais apreendidos pelas polícias rodoviárias Federal e Estadual, que estavam abrigados em uma fazenda na cidade de Apodi. Segundo Leodécio Júnior, a ideia inicial foi identificar em que idade os jumentos estavam sendo abandonados.

“Dentre os animais que estudamos, a grande parte deles eram jovens e estavam em plena idade produtiva. Então, percebemos que eles estavam sendo abandonados por que eles estavam sendo substituídos, por exemplo, por outros meios de transportes, outros meios para a agricultura e pecuária. Um outro motivo também seria a estiagem que tem se passado na região, o que leva a diminuição do trabalho que esses animais teriam, ou seja, eles estão praticamente inúteis dentro das propriedades”, contou o estudante.

Apesar de não apontar uma solução definitiva para a problemática, Leodécio destaca que seu estudo permitirá a outros pesquisadores, identificar uma finalidade para esses animais, uma vez que, com eles soltos nas estradas, a perspectiva é que eles reproduzam e aumentem sua população cada vez mais. Entretanto, o estudante citou, durante entrevista ao MOSSORÓ HOJE, que o consumo da carne seria uma alternativa.

“Já foi pensado no consumo da carne de jumento. Isto seria uma serventia nessa área com certeza, apesar de polêmica, destacou.

Consumo da carne

A possibilidade do consumo humano da carne de jumento foi levantada em 2013 pelo promotor de Justiça de Apodi, Silvio Brito. Na época, ele argumentou que, sobre a legalidade, não haviam problemas.

“A lei não trata especificamente do consumo da carne de jumentos. Se a gente tiver os mesmos cuidados, vacinar essa carne, abater no abatedouro público, obedecendo os trâmites sanitários, não há nenhum impedimento para o consumo”, detalhou Silvio Brito.

Professores da UFERSA também, declararam na época, que a carne asinina era de boa qualidade e, por ser mais magra e mais saudável, seria bem aceita pelo consumidor.

Entretanto, a possibilidade não ganhou adesão popular e foi tido como desrespeito à cultura nordestina. Organizações não-governamentais de proteção animal também se mostraram contra.

Jumentos estão morrendo de fome e sede

Devido a severa estiagem que assola o Rio Grande do Norte há quatro anos, os jumentos recolhidos pela polícia rodoviária e entregues em uma fazenda na cidade de Apodi, estão morrendo de sede.

A Associação de Proteção aos Animais (APA) já abriga mais de 700 jumentos, desde que teve início o recolhimento nas estradas da região Oeste. Sem condições de cuidar de tantos animais, o administrador da associação, Eribaldo Gomes, suspendeu o recebimento desses animais.

Eribaldo, conhecido por Jesus, diz que algumas prefeituras da região até ajudam com a água, mas está chegando um momento, em que a situação se agrava. Falta alimento para os animais.

Ele conta que tudo o que pode fazer sozinho para os animais durante o ano, ele fez. “Não adianta receber animais abandonados na BR e abandoná-los dentro das fazendas”, frisou.

O cuidador de animais, Natan Mazaque, explica que chegou a levar água de casa para matar a sede os animais. “Tirei água de casa para tentar diminuir a sede de alguns animais porque dá dó”, informou ele durante entrevista a uma emissora de TV.

Sobre a situação, o promotor Silvio Brito desabafou nas redes sociais e criticou à falta de apoio à Associação de Proteção aos Animais (Apa) por parte de ambientalistas e outras autoridades.

“Para atacar pessoas, alguns "ambientalistas" capricham na maquiagem e vão a Brasília participar de reuniões inúteis... Porém, para ajudar verdadeiramente os animais, são incapazes de arregaçar as mangas e irem até ali, a Apodi, tentar aliviar o drama desses pobres animais. O mundo está entregue a gente assim, demagoga, hipócrita, inútil, mas que se comporta como herói (SIC)”.


sábado, 7 de novembro de 2015

Lula afirmou que o relator do projeto de Orçamento, deve propor cobrança de mais impostos para os “ricos” em vez de cortar recursos do Bolsa Família


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvia pediu nesta quinta-feira (5), ao participar de conferência sobre segurança alimentar, que os militantes “ajudem” a presidente Dilma Rousseff a enfrentar a crise e afirmou que não “admitirá impeachment”.


Em discurso acalorado na 5º Conferência Nacional de Segurança Alimentar a Nutricional, em Brasília, Lula disse que querem derrotar um projeto “de sucesso” e afirmou que está na “campanha de 2018” se os adversários apresentarem um “projeto conservador”.

“A dificuldade não é da Dilma, é nossa, é do Brasil, é do mundo. Temos que ajudar. Porque quando tudo está bem, não se precisa de ajuda. Aí ficam dizendo: 'a Dilma acabou. Agora vamos acabar com Lula'”, afirmou.

Para o ex-presidente, querem “desgastar” Dilma, para alcançar o poder sem eleições. "Na verdade, o que eles [os oposicionistas do governo Dilma Rousseff] querem derrotar é um projeto que teve sucesso neste país. Não é possível que essa gente da periferia, que essa gente só sabia bater palma pra nós há 20 anos atrás, agora esteja governando com mais sabedoria que nós.

"Então, é possível desgastar a presidenta Dilma, é possível desgastar. E vocês se lembram que eu perdi três eleições, eu perdi em 89, 94 e 98. E, todas as vezes que eu perdi, eu respeitei o resultado e fui me preparar para ganhar a primeira, depois ganhar a segunda", completou.

“Vocês sabem que na frente do Congresso tem um acampamento da turma que querem o impeachment. Temos que dizer que eles têm direito. Agora, que se eles querem ter um presidente, aprendam a exercitar a democracia e ganhem as eleições. Não vamos admitir o impeachment da presidente Dilma. Não vamos admitir. A hora não é de ficar de cabeça baixa”, declarou.
O ex-presidente também disse que quem se opõe ao governo tem direito de se manifestar, mas deve buscar mudanças por meio do voto.
Sobre a disputa pela Presidência em 2018, Lula disse que pode ser candidato. “Nem que eu tenha apenas um minuto de vida em 2018, se estiver concorrendo contra nós um projeto conservador, que tenha como objetivo acabar com as coisas que fizemos, podem estar certos que estarei na campanha”, disse, sendo ovacionado com gritos de “um, dois, três, Lula outra vez”.
Corrupção

Lula também comentou, sem citar casos específicos, as denúncias de corrupção envolvendo o PT. Nesta quarta (4) Luís Cláudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, prestou depoimento à Polícia Federal, em Brasília. Três empresas dele foram alvo de ações de busca e apreensão no final de outubro na Operação Zelotes, que investiga fraudes em julgamentos no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), ligado ao Ministério da Fazenda.
O ex-presidente disse que está sendo "alvo de ataques", por quem quer derrubar os "projetos" do PT. "Você sabe que os ataques que estou sofrendo não é a toa. [...] Não vou mais admitir que corrupto nos chamem de corrupto. Todos esses que ficam nos acusando, se colocar um do lado do outro não dá 10% da minha honestidade", declarou.


Bolsa Família
Em seu discurso, o ex-presidente também afirmou que o relator do projeto de Orçamento de 2015, Ricardo Barros, deveria propor cobrança de mais impostos para os “ricos” em vez de cortar recursos do Bolsa Família para equilibrar as contas públicas. Segundo Lula, setores da política estão aproveitando o que ele chamou de “maré conservadora” para “jogar para os pobres” a solução para a crise.
“Vi uma notícia que me assustou: que o relator do Orçamento da União quer tirar dinheiro do Bolsa Família. Eu fiquei pensando o que que pensa uma pessoa que não tem noção do que significa pouco mais de R$ 100 ou R$ 150 na mão das famílias mais pobres. Fico pensando se essa pessoa não teria mais fácil, ao invés de cobrar dos pobres, propor cobrar dos ricos”, disse.
“Fico pensando se essa pessoa não deveria estar trabalhando para cobrar imposto daqueles que ganham mais. Mas não. Estão aproveitando maré conservadora para jogar em cima dos mais pobres responsabilidade de uma coisa que eles tem culpa”, completou Lula.


Para o ex-presidente, o que está em discussão não são soluções para equilibrar as contas, mas sim uma “disputa de projetos”.

“Incomoda muita gente conferências como essa. Incomoda a muita gente que nesses 12 anos de governo e projeto a gente tenha sido o governo que mais fez universidades. Incomoda que a gente comece a discutir que é preciso diminuir os agrotóxicos dos alimentos. Um governo popular e democrático não tem que ter medo de debater nenhum tema.”

COMBATE AO RACISMO >> Uma luta que deve ser de todos e todos os dias...


Quando tudo aconteceu...

1600: Negros fugidos ao trabalho escravo nos engenhos de açúcar de Pernambuco, fundam na serra da Barriga o quilombo de Palmares; a população não pára de aumentar, chegarão a ser 30 mil; para os escravos, Palmares é a Terra da Promissão. - 1630: Os holandeses invadem o Nordeste brasileiro. - 1644:Tal como antes falharam os portugueses, os holandeses falham a tentativa de aniquilar o quilombo de Palmares. - 1654: Os portugueses expulsam os holandeses do Nordeste brasileiro. - 1655: Nasce Zumbi, num dos mocambos de Palmares - 1662 (?): Criança ainda, Zumbi é aprisionado por soldados e dado ao padre António Melo; será baptizado com o nome de Francisco, irá ajudar à missa e estudar português e latim. - 1670: Zumbi foge, regressa a Palmares. - 1675: Na luta contra os soldados portugueses comandados pelo Sargento-mor Manuel Lopes, Zumbi revela-se grande guerreiro e organizador militar. -1678: A Pedro de Almeida, Governador da capitania de Pernambuco, mais interessa a submissão do que a destruição de Palmares; ao chefe Ganga Zumba propõe a paz e a alforria para todos os quilombolas; Ganga Zumba aceita; Zumbi é contra, não admite que uns negros sejam libertos e outros continuem escravos. -1680: Zumbi impera em Palmares e comanda a resistência contra as tropas portuguesas. - 1694:Apoiados pela artilharia, Domingos Jorge Velho e Vieira de Mello comandam o ataque final contra a Cerca do Macaco, principal mocambo de Palmares; embora ferido, Zumbi consegue fugir. - 1695, 20 de Novembro: Denunciado por um antigo companheiro, Zumbi é localizado, preso e degolado.

EDUCAÇÃO >> MEC revê custo aluno do Fundeb e piso do magistério deverá ser reajustado em 11,36%


Por CNTE
Foi publicado hoje (6), no Diário Oficial da União, Seção 1, página 11, a Portaria Interministerial nº 8, de 5 de novembro de 2015, alterando o valor anual mínimo nacional por aluno (Custo Aluno) do Fundeb, em razão de decisões judiciais que alteraram o número de matrículas na educação básica nos municípios de São Luís Gonzaga do Maranhão – MA e de Balneário Barra do Sul – SC.
O novo Custo Aluno do Fundeb, válido para o ano de 2015, é de R$ 2,545,31. Ele altera a previsão anterior divulgada na Portaria Interministerial nº 17, de 29 de dezembro de 2014, no valor de R$ 2.576,36.
Caso se confirme a nova estimativa até o dia 31/12/15, a atualização do piso do magistério, para o ano de 2016, com base na interpretação do MEC/AGU à Lei 11.738, será de 11,36% ante os 12,72% previstos até então. E o valor do piso deverá ser de R$ 2.135,64, a partir de 1º de janeiro de 2016.

ALÉM DA SECA, A DEGRADAÇÃO AMBIENTAL >> Quando a ação do homem sobre a natureza prejudica a sua própria vida

Foto de Árvore, Ser Tecnológico.
Quando leitos de rios e áreas de nascente não são protegidas por matas ciliares, além de receberem mais contaminação e poluição, sofrem com o processo de erosão e assoreamento que leva à seca. 

É o caso do Rio Doce esse ano, das 168 nascentes paulistas secas monitoradas pelo Departamento de Águas e Esgotos de Valinhos (http://goo.gl/1oIAt9), das 29 nascentes secas em área monitorada pela UNESP no interior de São Paulo, dessas nossas fontes estratégicas que, sem condições mínimas, param de ter água.

Infelizmente, essas têm sido notícias frequentes e não podemos achar que um rio secar é algo natural. 
Não é! O assoreamento acontece em áreas que tiveram a natureza alterada por consequência de atividade humana. 
A natureza até dá alertas antes de entrar em parafuso, mas a mudança precisa partir da gente. ‪#‎reflorestamentojá‬ #‎desenvolvimentosustentável‬

Ditadura: PSDB quer aprovar lei que proíbe manifestações até de professores

Segundo o site do Senado, consta na pauta do Plenário nesta semana o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 101/2015, que tipifica o terrorismo.
A proposta define a prática como qualquer ato que provoque terror social ou generalizado expondo a perigo pessoas ou o patrimônio público ou privado, por motivações de xenofobia, discriminação ou qualquer tipo de preconceito.
As penas variam de 12 a 30 anos de prisão
Não há, porém, acordo sobre o texto final. O líder do governo no Senado, Delcídio do Amaral (PT-MS), disse que buscaria até a terça-feira (20/10/2015) um entendimento para a votação do projeto.
O relator da matéria, senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), quer retirar da proposta o parágrafo que impede a aplicação da lei nos casos de manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional.
Ou seja, se o impedimento for retirado da lei, conforme deseja o senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), vice de Aécio Neves (PSDB-MG) na campanha presidencial em 2014, as pessoas poderão ser presas por até 30 anos se participarem de “manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional.“
Com isso, por exemplo, os professores que participaram nas manifestações contra o governo do Beto Richa (PSDB-PR) no Paraná poderiam pegar até 30 anos de prisão. Tá bom pra você? Gostou dessa? É o jeito PSDB de governar.
Tá duvidando? Acesse a matéria no site do Senado Federal e confira!
Mas o que é ruim pode ser pior ainda…
O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) adverte que “o parágrafo que impede a aplicação da lei nos casos de manifestações políticas, movimentos sociais, sindicais, religiosos, de classe ou de categoria profissional” poderá ser um “salvo-conduto” para grupos ligados ao governo que ameaçam ir às ruas no caso de um eventual processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff.
Ou seja, o PSDB quer aplicar um golpe paraguaio, ao tentar o impeachment de Dilma com a justificativa que ela praticou as peladas fiscais em 2015, sendo que as suas contas de 2015 ainda nem foram julgadas, pois o TCU julgou e desaprovou as contas do mandato anterior. Nem preciso lembrar que 2015 ainda nem terminiu. Pois é, então eles aplicam o golpe e quer proibir o povo brasileiro de se manifestar, caso o golpe paraguaio tenha sucesso.
Agora eu pergunto é respondo:
E se Dilma sofrer o impeachment? O povo não poderá fazer manifestações.
E se o PSDB assumir o governo e fizer merd@? Ninguém poderá fazer manifestações.
Isso não é ditadura? É sim…
Já o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) argumentou que, sem essa ressalva, as manifestações de rua poderão ser criminalizadas. Segundo o senador, o texto “é de uma generalização total“. Randolfe disse que a Constituição não aceita flexibilização do que é liberdade de manifestação. Ele também se mostrou preocupado com a possibilidade de variadas interpretações, por parte da Justiça, do que pode ser terrorismo.
— O juiz pode achar que a manifestação do trabalhador é um direito legítimo ou pode achar que pode ser, de fato, enquadrado como crime de terrorismo — alertou Randolfe Rodrigues.
E eu que sempre escutei que o governo do PT transformaria o Brasil em uma ditadura comunista. Mas pelo visto, é o PSDB quem está tentando fazer isso com o povo brasileiros.