sexta-feira, 14 de julho de 2017

O QUE ESPERAR DE DECISÕES DE MORO CONTRA LULA?



"O QUE ESPERAR DE DECISÕES DE MORO CONTRA LULA?

Esse enredo estava se desenhando para a condenação que ocorreu hoje.

O que esperar do "juiz" que ordenou a condução coercitiva fora das hipóteses legais, sem qualquer notificação prévia e na nebulosidade da condição de Lula naquele momento (Acusado? Investigado? Testemunha?)?

O que esperar do “juiz” que violou declaradamente o sigilo telefônico de Lula, chegando a grampear o telefone fixo do escritório dos seus advogados, tendo acesso a conversas de 25 profissionais com mais de 300 clientes?

O que esperar do "juiz" que tornou público conteúdo sigiloso e ilegalmente obtido, incluindo conversas triviais, sem qualquer relação com o processo, entre Lula e seus familiares? O episódio entre Lula e Dilma levou Teori Zavascki, falecido ministro do STF, a lhe dar aquele famoso rela, seguido das desculpas do "juiz" paranaense. A publicização dos áudios foi, mais uma vez, contrária à legislação, além de ter desrespeitado o foro competente e ter captado conversas que foram gravadas após a ordem judicial de que as escutas terminassem.

O que esperar do "juiz" que quis obrigar Lula a comparecer, em completo desrespeito a qualquer previsão legal, a todas as audiências de oitiva de suas testemunhas, em mais um caso do misterioso Código de Processo Penal particular de Moro?

Nesse processo do dito "triplex do Guarujá", assim como não foram apresentadas provas, Lula FEZ PROVA DE SUA INOCÊNCIA. O imóvel da OAS estava em garantia de operações financeiras para a Caixa Econômica, além de MAIS DE 70 TESTEMUNHAS, dentre as quais 27 de acusação, terem negado qualquer relação do ex-presidente com o imóvel.

A condenação é feita para suprir uma satisfação pessoal do "juiz" e o ódio de classe contra um operário.

É sintomático que, um dia após a retirada de direitos das trabalhadoras e trabalhadores, aconteça a condenação do operário que chegou à presidência do país e é a maior liderança da esquerda da América Latina.

Continuaremos na resistência implacável contra o golpe, contra a retirada de direitos e contra as condenações ILEGAIS da maior liderança da América Latina e a inviabilização do Partido dos Trabalhadores.

Às ruas!

Natália Bonavides (vereadora em Natal/RN pelo Partido dos Trabalhadores)"
Por Natália Bonavides (vereadora em Natal/RN pelo Partido dos Trabalhadores)

Esse enredo estava se desenhando para a condenação que ocorreu hoje.

O que esperar do "juiz" que ordenou a condução coercitiva fora das hipóteses legais, sem qualquer notificação prévia e na nebulosidade da condição de Lula naquele momento (Acusado? Investigado? Testemunha?)?

O que esperar do “juiz” que violou declaradamente o sigilo telefônico de Lula, chegando a grampear o telefone fixo do escritório dos seus advogados, tendo acesso a conversas de 25 profissionais com mais de 300 clientes?

O que esperar do "juiz" que tornou público conteúdo sigiloso e ilegalmente obtido, incluindo conversas triviais, sem qualquer relação com o processo, entre Lula e seus familiares? O episódio entre Lula e Dilma levou Teori Zavascki, falecido ministro do STF, a lhe dar aquele famoso rela, seguido das desculpas do "juiz" paranaense. A publicização dos áudios foi, mais uma vez, contrária à legislação, além de ter desrespeitado o foro competente e ter captado conversas que foram gravadas após a ordem judicial de que as escutas terminassem.

O que esperar do "juiz" que quis obrigar Lula a comparecer, em completo desrespeito a qualquer previsão legal, a todas as audiências de oitiva de suas testemunhas, em mais um caso do misterioso Código de Processo Penal particular de Moro?

Nesse processo do dito "triplex do Guarujá", assim como não foram apresentadas provas, Lula FEZ PROVA DE SUA INOCÊNCIA. O imóvel da OAS estava em garantia de operações financeiras para a Caixa Econômica, além de MAIS DE 70 TESTEMUNHAS, dentre as quais 27 de acusação, terem negado qualquer relação do ex-presidente com o imóvel.

A condenação é feita para suprir uma satisfação pessoal do "juiz" e o ódio de classe contra um operário.

É sintomático que, um dia após a retirada de direitos das trabalhadoras e trabalhadores, aconteça a condenação do operário que chegou à presidência do país e é a maior liderança da esquerda da América Latina.

Continuaremos na resistência implacável contra o golpe, contra a retirada de direitos e contra as condenações ILEGAIS da maior liderança da América Latina e a inviabilização do Partido dos Trabalhadores.

Às ruas!

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