Parque Nacional da Serra dos Órgãos (RJ) |
Dados
compilados pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade
(ICMBio) mostram que a visitação às unidades de conservação federais
aumentou – e muito – na última década. Se forem considerados somente os
parques nacionais, o número de visitantes subiu 238%, passando de 2,99
milhões em 2007 para 7,14 milhões em 2015.
O
parque nacional mais visitado continua sendo o da Tijuca, no Rio de
Janeiro, que recebeu 2.945.355 de pessoas em 2015. Em seguida vem o de
Iguaçu, no Paraná (1.642.093); o de Jericoacoara, no Ceará (780 mil); e o
de Brasília, na capital federal (294.682).
Ao
se considerar todas as Unidades de Conservação (UCs) administradas pelo
ICMBio, instituto vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, a visitação
aumentou 320% nos últimos dez anos, passando de 1,9 milhão de pessoas
em 2006 para 8 milhões em 2015.
PARCERIAS
PARCERIAS
Embora
não tenha um estudo efetivo que indique o motivo desse aumento, a
diretora de Criação e Manejo do ICMBio, Lilian Hangae, lista algumas
ações que, sem dúvida, contribuíram para estruturar as unidades e atrair
mais visitantes.
“Temos priorizado o investimento em ações estruturantes, como a capacitação de servidores, o estabelecimento de diretrizes e normas gerais, a delegação de serviços de apoio à visitação e a atuação em conjunto com instituições parceiras”, diz Lilian Hangae.
Com orientações técnicas estabelecidas, prossegue ela, as experiências adquiridas são multiplicadas regionalmente, diminuindo os custos e levando à implantação de atividades de uso público com maior agilidade, maior ou menor grau de complexidade e em diferentes categorias de unidades de conservação.
Sobre o perfil dos visitantes, Lilian lembra que o assunto é objeto de uma constante preocupação do ICMBio, pois representa o fio condutor dos procedimentos de estruturação e ordenamento da visitação.
No geral, diz ela, esse perfil varia de acordo com os atributos ambientais e sociais das UCs. “Cada unidade de conservação tem uma abordagem em termos de atividades disponibilizadas para visitação e estas atividades, em muitos casos, estabelecem o perfil dos visitantes”.
“Temos priorizado o investimento em ações estruturantes, como a capacitação de servidores, o estabelecimento de diretrizes e normas gerais, a delegação de serviços de apoio à visitação e a atuação em conjunto com instituições parceiras”, diz Lilian Hangae.
Com orientações técnicas estabelecidas, prossegue ela, as experiências adquiridas são multiplicadas regionalmente, diminuindo os custos e levando à implantação de atividades de uso público com maior agilidade, maior ou menor grau de complexidade e em diferentes categorias de unidades de conservação.
Sobre o perfil dos visitantes, Lilian lembra que o assunto é objeto de uma constante preocupação do ICMBio, pois representa o fio condutor dos procedimentos de estruturação e ordenamento da visitação.
No geral, diz ela, esse perfil varia de acordo com os atributos ambientais e sociais das UCs. “Cada unidade de conservação tem uma abordagem em termos de atividades disponibilizadas para visitação e estas atividades, em muitos casos, estabelecem o perfil dos visitantes”.
AVANÇOS
Ainda
que poucas unidades disponham de estudos específicos sobre visitação,
há significativos avanços na realização de pesquisas e desenvolvimento e
aplicação de metodologias que levam a esse conhecimento, tal como
destaca Lilian.
Como exemplo, ela cita a Floresta Nacional do Tapajós, no Pará, e o Parque Nacional de Anavilhanas, na Amazônia, que vêm buscando este conhecimento por meio de cooperação técnica com o Serviço Florestal Americano e apoio da USAID (agência de desenvolvimento dos EUA), dentro do Programa de Parcerias para a Conservação da Biodiversidade na Amazônia, estabelecido entre os governos brasileiro e norte-americano e a Universidade West Virginia.
Por fim, para destacar a importância do turismo nas UCs, Lilian afirma que uma das premissas para o alcance da missão do ICMBio, que é proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental, é o fortalecimento e qualificação da visitação nas unidades federais.
“A visitação é uma ferramenta estratégica de sensibilização para a conservação e estímulo ao desenvolvimento do sentimento de pertencimento da sociedade em relação a estas áreas protegidas”, conclui a diretora.
Como exemplo, ela cita a Floresta Nacional do Tapajós, no Pará, e o Parque Nacional de Anavilhanas, na Amazônia, que vêm buscando este conhecimento por meio de cooperação técnica com o Serviço Florestal Americano e apoio da USAID (agência de desenvolvimento dos EUA), dentro do Programa de Parcerias para a Conservação da Biodiversidade na Amazônia, estabelecido entre os governos brasileiro e norte-americano e a Universidade West Virginia.
Por fim, para destacar a importância do turismo nas UCs, Lilian afirma que uma das premissas para o alcance da missão do ICMBio, que é proteger o patrimônio natural e promover o desenvolvimento socioambiental, é o fortalecimento e qualificação da visitação nas unidades federais.
“A visitação é uma ferramenta estratégica de sensibilização para a conservação e estímulo ao desenvolvimento do sentimento de pertencimento da sociedade em relação a estas áreas protegidas”, conclui a diretora.
Veja mais dados sobre visitação em Unidades de Conservação federais aqui.
Assessoria de Comunicação do ICMBio
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