Foi se desfazendo de coisas usadas, pelo Facebook, que nasceu o Sebo Desapego, criado há três meses.
Você
deseja um produto, quando finalmente o obtém, começa a usá-lo
frequentemente. Um dia, este objeto se torna inútil para sua vida.
Então, se desfaz do objeto, podendo simplesmente doá-lo ou revender, o
que demanda certa dificuldade.
“Hoje as pessoas não têm tempo para nada. A internet nos possibilitou a fazer várias transações que normalmente gastaríamos algumas horas para realizar”, diz a jonalista Leide Franco.
Por conta disso, ela resolveu criar, em março desse ano, um espaço para que as pessoas, através de uma página do Facebook, pudessem vender os objetos que não precisam mais. Assim nasce o Sebo Desapego.
“Escolhi o Facebook por causa da popularidade que vem ganhando no Brasil e também porque oferece um formato dinâmico no qual os participantes recebem as respostas por meio de notificações, dentro da própria rede social. Dessa forma, não perdem a oportunidade de vender, comprar ou trocar o produto que estão oferecendo ou procurando, diferentemente de outras redes sociais”, justificou.
O projeto não tem fins lucrativos. No local são vendidos livros, que é o produto mais procurado, revistas, gibis, mangás, CDs, DVDs (originais) ou jogos para vídeo games ou computadores. “Eu percebi que os grupos que vinham sendo formados no Facebook, voltados para a comercialização, não vendiam esses produtos”, respondeu Leide.
Em menos de três meses de criação, o sebo já possui mais de seis mil membros, 70% deles são participantes assíduos. Tudo começou quando a jornalista colocou um grupo de amigos nessa página, e eles adicionaram outras pessoas e assim ganhou repercussão.
“Hoje as pessoas não têm tempo para nada. A internet nos possibilitou a fazer várias transações que normalmente gastaríamos algumas horas para realizar”, diz a jonalista Leide Franco.
Por conta disso, ela resolveu criar, em março desse ano, um espaço para que as pessoas, através de uma página do Facebook, pudessem vender os objetos que não precisam mais. Assim nasce o Sebo Desapego.
“Escolhi o Facebook por causa da popularidade que vem ganhando no Brasil e também porque oferece um formato dinâmico no qual os participantes recebem as respostas por meio de notificações, dentro da própria rede social. Dessa forma, não perdem a oportunidade de vender, comprar ou trocar o produto que estão oferecendo ou procurando, diferentemente de outras redes sociais”, justificou.
O projeto não tem fins lucrativos. No local são vendidos livros, que é o produto mais procurado, revistas, gibis, mangás, CDs, DVDs (originais) ou jogos para vídeo games ou computadores. “Eu percebi que os grupos que vinham sendo formados no Facebook, voltados para a comercialização, não vendiam esses produtos”, respondeu Leide.
Em menos de três meses de criação, o sebo já possui mais de seis mil membros, 70% deles são participantes assíduos. Tudo começou quando a jornalista colocou um grupo de amigos nessa página, e eles adicionaram outras pessoas e assim ganhou repercussão.
Reprodução/Facebook
Página do Facebook do Sebo Desapego, no qual as pessoas anunciam os produtos que não querem mais.
