terça-feira, 15 de janeiro de 2019

OS ALIMENTAÇÃO E SAÚDE >> Leite retirado do mercado por excesso de sangue e toxinas! Veja se é a sua marca!



É bem provável que você cresceu ouvindo sua mãe dizer que você deveria beber mais leite para ter ossos mais fortes. Além disso, caso você gripasse o motivo era o mesmo: você não estava bebendo leite suficiente. Pois bem, você já pode dizer para a sua mãe que ela esteve errada durante todo esse tempo. Pesquisadores de Harvard explicam que leite faz mal à nossa saúde. Acompanhe neste artigo.
Uma coisa é fato: a industria do leite de vaca está com seus dias contados. Nós últimos anos, as pesquisas relacionadas aos benefícios ou malefícios do consumo de leite de vaca pelo ser humano cresceu exageradamente. A busca é a mesma: Leite de vaca realmente faz bem à saúde humana? Se você é um viciado em leite, as conclusões vão te deixar surpresa.
Em Portugal, o nutricionista Nuno Velho Cabral afirmou em uma entrevista à Agência Lusa que “Contrariamente ao que foi apregoado durante muitos anos, as evidências científicas têm vindo a confirmar que, realmente, existem malefícios associados à ingestão de leite“.
Na Universidade de Harvard, David Ludwig, que é médico e doutor especializado em nutrição, publicou diversos artigos científicos em que assegura que os seres humanos não têm nenhuma exigência nutricional de consumo de leite animal.
Segundos os médicos e nutricionistas, o leite materno é o único que tem os níveis de proteína, cálcio e outros elementos essenciais à saúde na proporção correta.
TODO leite de vaca contém 59 hormônios ativos, vários alérgenos, gordura e colesterol. A maior parte do leite de vaca contém quantidades mensuráveis de herbicidas, pesticidas, dioxinas (até 2.200 vezes o nível aceitável), até 52 antibióticos poderosos, sangue, pus, fezes, bactérias e vírus. (O leite da vaca pode conter resíduos de tudo o que a vaca come… inclusive coisas como restos radiativos de testes nucleares – não esqueçam o problema do estrôncio-90 na década de 50).
Devido a produção massiva de leite sem descanso as vacas ganham feridas que produz o pus e o sangue.
No Brasil É permitido, por lei, até 1 milhão de célula de Pus no seu Leite, por Litro. Basicamente um shot dessa maravilha!
Segundo a escritora Sônia Felipe Sônia Felipe, o leite em caixinha produzido no Brasil ocorre de forma industrializada somente para mascarar as contaminações do leite causadas pelo sangue e pelo pus dos animais que sofrem com inflamações nos mamilos e nos cascos. Além disso, esses animais não são alimentados da forma correta. A alimentação regrada de restos de outros animais, grãos, pesticidas e antibióticos são passados para o leite durante a digestão da vaca.

Procon Carioca suspendeu, de forma preventiva, a venda do leite da marca Elegê na cidade, após denúncias de consumidores que se sentiram mal ingerindo o produto.
“Quanto aos riscos à saúde e à segurança, foi constatada não conformidade no produto em razão da presença de traços de formaldeído (formol), o que poderá gerar riscos à saúde e à segurança dos consumidores” também nas seguintes marcas: leite Parmalat, com numeração de lote não sequencial compreendida entre os intervalos L11D00S1 a L11F23S1. E leite Líder colocadas no mercado com numeração de lote compreendida entre os intervalos A LOB 11, B LOB 9, C LOB 17, D LOB 04, A LOB 12, B LOB 19, C LOB 18 e D LOB 14.
COMO O LEITE FAZ MAL
Ainda segundo Sônia Felipe, pós-doutorada em Bioética afirma que o leite de vaca não é bem digerido pelo organismo humano por questões biológicas. Como grande parte dos seres humanos já não produzem a enzima que permite digerir o açúcar do leite, a lactose, as pessoas sofrem com sérias disfunções digestivas.

Segundo a evidência existe um aumento do risco de cancro da próstata mas parece ter um papel protetor no cancro coloretal, cancro da mama, cancro da bexiga e no cancro do gástrico/estômago. E no global não tem qualquer impacto na mortalidade. Também não tem relação com doenças auto-imunes, doenças alérgicas nem com o autismo.
O leite pode causar resistência à insulina, que pode levar à diabetes, hipertensão, obesidade abdominal, síndrome do ovário policístico, câncer de mama e acne, tudo isso por causa dos laticínios que aumentam muito a liberação de insulina (hormônio que leva glicose para dentro da célula) pelo pâncreas.
No mais, a pasteurização do leite, processo que mata as bactérias nocivas, também elimina grande parte das propriedades nutritivas do leite. Ou seja, essa história de que o leite de vaca tem mais cálcio não é verdade.

Nas marcas Agros,Serraleite e É (Continente) detectámos microrganismos, mas em pequenas quantidades e conformes com a norma portuguesa para avaliar a estabilidade e esterilidade do leite. Contudo, por revelarem falhas, numa data ainda longe do prazo limite de consumo, não vão além da mediania.
A marca Primeiro Preço (Auchan) apresentava valores de microrganismos superiores aos estabelecidos na norma.
O leite é susceptível de conter afl atoxina M1, uma substância tóxica, que provém de animais que tenham ingerido alimentos contaminados com afl atoxina B1, produzida por bolores. Para proteger a saúde humana, a lei estabelece um teor máximo de afl atoxina M1 de 0,05 μg por quilo. Embora nenhuma marca tenha ultrapassado este limite, detectámos esta substância nas marcas de UHT Parmalat, President, Nova  Açores, Terra Nostra e É (Continente) e no leite pasteurizado Pingo Doce.
Como todos os mamíferos, as vacas produzem leite após o parto. Às vezes, uma vaca desenvolve uma infeção nas mamas (termo técnico é úbere) que se chama mastite. Para aqueles familiarizados com a amamentação, a mastite também ocorre nos humanos. Quando existe uma mastite, de facto pode ser libertado pus pelo ducto mamário. O leite pode ter uma aparência aquosa, com flocos ou coágulos de sangue. Ou seja, as vacas podem ter mastite e de facto podem produzir leite com sangue e pus.
No entanto, os produtores de leite estão perfeitamente cientes e atentos a esta situação.
Quando a mastite é detectada através da inspeção visual do leite de cada vaca antes de colocar a máquina de ordenha, o leite dessa vaca não entra na cadeia de abastecimento até que a infeção desapareça. Quando uma vaca é tratada com antibióticos para a mastite, o leite também não entra na cadeia de produção e é descartado até passar o tempo necessário para o antibiótico desaparecer do organismo da vaca. Além disso, o leite é testado na quinta e nas fábricas de processamento de leite para resíduos de antibióticos. Se forem detectados resíduos, todo o leite contaminado é descartado. Como se pode ver pelos testes abaixo, todos os leites portugueses passaram com distinção na deteção de antibióticos:
Este teste, contagem de células somáticas, serve para verificar a qualidade do leite. Uma contagem alta (máximo permitido é de 400.000), poderá indicar a existência de uma infeção não detetada (mastite subclínica). Perante esta suspeita, o leite é descartado. Não é na presença de infeção e eventual existência de pus…perante a suspeita o leite não entra no mercado.

Concluindo

O leite é fundamental para a nossa alimentação? Não…já que nos dias de hoje existe uma grande quantidade de comida disponível e dezenas de alternativas.
Existem hoje em dia imensas opções vegetais para substituir o leite animal, porem ainda são opções bastante caras por não serem consumidas em grande escala, mas são facilmente feitas em casa com agua e ingredientes como arroz, aveia, castanha, amendoim, avela ou caju.

Sem comentários:

Enviar um comentário