Não. Não estamos falando das centenas de spams recebidos diariamente
em nossas caixas de e-mail. Lixo eletrônico nada mais é do que artigos
eletrônicos que não podem mais ser reaproveitados.
Pilhas e baterias, por exemplo, se tornaram indispensáveis na nossa
rotina. Computadores, celulares, rádios, controles, câmeras digitais,
são apenas alguns dos inúmeros objetos que precisam delas para
funcionar. Mas, quando não funcionam direito e precisam ser descartadas,
tornam-se um grande problema.
Substâncias tóxicas como mercúrio, cádmio e chumbo, existentes na
composição de pilhas e baterias, podem causar problemas de saúde e
poluição do meio ambiente. Por isso, não podem ser jogadas em lixo
comum, mas em locais apropriados para receber esse tipo de material.
Para piorar a situação, estimativas revelam que aproximadamente 40% das pilhas comuns vendidas no Brasil são falsificadas, produzidas ou importadas sem controle, podendo ter uma quantidade maior de metais pesados.
O Ibama publicou este mês, uma norma que fixa regras sobre a
fabricação, o uso e o descarte de pilhas e baterias. A partir de agora,
empresas envolvidas na etapa de reciclagem desse material também serão
submetidas às novas regras. Segundo as novas orientações, um aviso deve
ser impresso na embalagem para lembrar o consumidor que estes produtos
não podem ser descartados no lixo comum.
Se não tiver a destinação adequada, o lixo eletrônico pode acabar em
aterros e lixões, contaminando o solo e a água do lençol freáticos com
metais pesados.
Descartando o lixo eletrônico de maneira correta, ele poderá ser reciclado e não vai prejudicar o nosso planeta.
Informe-se de como pode ser descartado o lixo eletrônico na sua
cidade e faça a sua parte para ajudar na preservação do meio ambiente.
Só depende de nós!
Fonte: O Eco
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